Do how?…ao Uhauuu!!…

 

 

 
Fruto que suporta a crise

Fruto que suporta a crise

“Just as energy is the basis of life itself, and ideas the source of innovation, so is innovation the vital spark of all human change, improvement and progress.”

– Ted Levitt  ( Marketing Guru)
 
 
 
 
 
 
  Se é verdade que, a ideia de sucesso produz sucesso ou, a ideia de ideia produz actividade, então a minha “ideia de inovação”, produz alguns pensamentos, sobre o que se passa no mundo maravilhoso da Inovação.

Confundir criatividade com inovação é um hábito comum a quase todos os interessados em novidades.

Dados, informação, conhecimento, sabedoria são estádios do nosso pensamento sobre que vale a pena reflectir.

 

 

“Imagination grows by exercise, and contrary to common belief, is more powerful in the mature than in the young.”

– W. Somerset Maugham  ( English novelist and playwright , 1874-1965)
 
 
  
 via...O QUE EU PENSAVA QUE SABIA 

(Em jeito de pensamento corrido e recorrendo às memórias de algumas experiências, mesmo contando com algumas deformações, porque há alguma coisa não quer que eu escreva como deve ser. Mais adiante se verá!)

 

A autoconfiança no domínio do conhecimento, que julgamos possuir, deve levar-nos pelo menos à interrogação, ao levantar de questões sobre a pertinência do saber, da sua validade ou da sua realidade.

Em dado momento aquilo que, pensamos saber e nos parece interessante abordar, até numa pequena conversa ao jantar, pode muitas vezes transformar-se em fósforo para incendiar irritações, criar aborrecimentos ou ser entendido como falta de respeito.

Da mesma forma aquilo que em dado momento seria uma atitude assertiva e, sendo colocada com aquela “certeza”, a que muitas vezes nos habituamos mal, transforma-se em arrogância e, não menos grave, sendo de pai para filho em autoridade desusada e sem crédito ou proveito para o futuro de ambos.

 

Aquela verdade que, não sendo apodíctica, nos soava a conforto quando a proclamávamos, aquela verdade que serviu de alicerce a tantas realizações, treme de ansiedade ao ser posta à prova naquele, tão inapetecível momento em que me confronto com “este não é o meu tempo”.

 

É que o tempo “corre” , a velocidades, cada vez mais difíceis de controlar.

 

O meu tempo, esse meu tempo com aroma a” já era”, só o é porque, eu não parei para me inscrever nessa maratona.

O meu tempo é o tempo que eu conseguir, a cada momento, enquadrar nos objectivos que pretendo atingir.

Quero ter tempo para estar no ambiente que escolhi quando quis crescer.

 

Agora que sou grande também quero ter tempo para ser criança, para ensinar aquilo que achava que sabia e que, sirva pelo menos para que se discuta qual a verdade que dá mais jeito nesta ou naquela circunstância.

 

O que eu sabia era que havia valores, cultura (hábitos e costumes), saber, felicidade e dor, riso e alegria, bem-estar e incómodos, certezas e inverdades, dúvidas e realidade.

Aquilo que eu sei é que vale a pena tentar pensar sobre o que aprendi e como vou utilizar isso com os outros.

 

Por vezes pensar, sem limites temporais ou sem local escolhido para o efeito, traz algumas novidades que eventualmente já experimentamos, mas que agora nos parecem mais úteis.

 

Também sem posturas pré-concebidas, como “preciso do meu canto para pensar”, ou com atitudes peripatéticas, sem julgar ser Aristóteles ou ainda com dúvidas metódicas, deambulamos, provocando a incerteza à procura de uma resposta. Quase sempre não sabemos a que questão mas que importa seja de modo a não nos incomodar.

 como num poço com fundo...

Que bom pensar por simples prazer, fantasia, imaginar um qualquer cenário, afastando tudo o que se prevê portador de ansiedade ou angústia.

É o medo do desconhecido, do receio de não ser capaz de aguentar a pressão, o medo de ser apontado, qual caricatura do desajeitado, ou pior, ignorado.

Será que pensar cansa?

5 Respostas

  1. Parabéns🙂

  2. Aqui em Aberdeen ainda se tem tempo para ler estes profundos e sentidos parágrafos que o meu pai vai escrevendo.
    Filosoficamente falando, está muito bem sim senhor este texto. A minha cabeça acabou de vir de uma viagem desgastante (4 dias, 4 cidades diferentes) mas ainda deu para perceber a intenção.😉

    Ficarei atento.

    Beijos

  3. Ah! e adorei as fotografias, é bom saber que há neve em mais sítios, eheheh!

    Abraço

  4. É bom saber que há quem faça do pensamento uma espécie de modo de vida. Até porque é essa nossa faculdade de pensar que faz com que possamos encarar o futuro com optimismo. É bom que alguém com a experiência de vida deste tal de Jabaldaia (que por acaso é o meu querido irmão maior José António) esteja disponível para nos dizer o que sabe e o que sabia e o que procura saber do que sabe e do que sabia.
    Há belos pensamentos neste blog e há saber e há vontade.
    Bem ajas irmão maior. e beijos também para os filhos maiores que eles são todos grandes comó caraças.

  5. Meu paizinho, estou muito contente por ti, tens aqui uns pensamentos à maneira! Estás de Parabéns!

    Não sei ao certo onde vais buscar tal inspiração, mas tenho uma muito pequenina ideia! O nome Luísa deve ser uma pista!

    um grande Beijinho pro maior Papá e pra maior Luísa!
    Beijinho grande também da Filipa para os dois!🙂

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