Redes de conhecimento

 

São redes, senhor, são redes!

A auto-confiança no conhecimento que possuímos pode deixar-nos numa zona de conforto que é inimiga da curiosidade e portanto do crescimento enquanto indivíduos.

Nós aprendemos ao longo da vida através da nossa experiência, aprendizagem informal e das instituições formais, chamadas escolas.

Hoje a “moda” são as redes, sejam elas sociais ou de outra natureza.

Na procura de coisa novas, inovação, para dar respostas às solicitações dos novos meios ambientes, os novos ecossistemas de conhecimento, utilizamos dois tipos de redes:

 

Redes informais que são formadas organicamente e tendem a ser mais inovadoras. São constituídas, geralmente, por pessoas que se reúnem informalmente e têm alguma paixão compartilhada, mas não necessariamente objectivos comuns. São altamente motivados para discutir, compartilhar e conectar-se em soluções para os seus diferentes problemas, embora análogos.

Redes formais, quase sempre carregadas de burocracia, com regras bem explicitadas e com objectivos claros. Carregam sempre um fardo pesado, chamado orçamento

O problema é que as organizações formais que têm uma organização global, onde o mundo é plano, com necessidades e objectivos, são altamente eficazes ao nível informal, nível este criado e sustentado para satisfazer objectivos e motivações individuais e não um objectivo comum partilhado.

Ou seja é necessária uma colaboração em direcção a um objectivo comum.

Infelizmente, as redes informais tendem a desfazer-se quando pressionadas para colaborar num objectivo externo partilhado

Dado o carácter informal, não há incentivo para se manter em ligação, quando o grupo deixou de satisfazer suas necessidades individuais.
As necessidades individuais, objectivos e motivações parecem ser a chave para a partilha de conhecimentos eficazes.

É pela fundamentalmente pela experimentação que constatamos a existência destas redes mas é através da reflexão que podemos criar qualidade no processo de aprendizagem e na aplicação da informação recebida.

É o pensamento crítico, que consiste em comparar e contrastar e sintetizar o que aprendeu, que nos traz resultados.

É necessária uma grande quantidade de conhecimento antes que se possa começar a reflectir sobre seu significado e a procurar explicações.

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