Conhecimento em Pessoas, Processos e Produtos

Estratégia e conhecimento

O conhecimento de uma organização não é a soma dos vários conhecimentos individuais ou sectoriais.

Ter conhecimento sobre o conhecimento significa possuir a verdadeira compreensão da vantagem do conhecimento. Para compreender essa vantagem, importa responder a algumas interrogações.

Que dimensão, relevância e quantidade, do conhecimento é discutido na sua organização?

Até que ponto é bem percebida a sua distribuição e valor?

A dimensão do conhecimento é um elemento-chave para a competitividade de uma organização?

O plano  de marketing, de produto ou serviço, as iniciativas estratégicas, o orçamento anual e plano de desenvolvimento pessoal, tem em consideração a dimensão do conhecimento?

As organizações podem usar o conhecimento para assegurar uma vantagem estratégica se conseguirem gerar maior valor através do conhecimento de produtos, pessoas e processos.

Conhecimento em produtos – Produtos “inteligentes”, isto é, com fácil usabilidade e que permitem maior rendimento por parte dos consumidores permitem enfrentar desafios da concorrência. São exemplo, produtos com dispositivos de segurança ou aplicações ergonómicas.

Conhecimento em pessoas – Não há dúvida que é o recurso mais valioso. Apesar disso muitas organizações tratam estes recursos como recursos físicos, efeitos, ainda, de uma herança da revolução industrial

Conhecimento em Processos: Em muitas empresas, há muitas diferenças nos níveis de desempenho, entre os diferentes grupos realizando o mesmo processo. O desenvolvimento dos níveis mais baixos até ao nível superior, fornece um enorme acréscimo de valor

A informação não é conhecimento

A falsa partida, da inteligência artificial, há cerca de quarenta anos, fez relançar a diferenciação entre informação e conhecimento. Hoje as tecnologias de informação, sendo bem geridas, proporcionam um tipo de alimentação às organizações, facilitadores da criação de uma boa biblioteca ou de tomada de decisão mais eficaz.

Não basta mudar o nome de inteligência artificial para informação, é preciso ir mais longe.

Conhecimento explícito não é conhecimento tácito, este é mais difícil de exprimir e de codificar. O conhecimento mais valioso que uma organização tem, está na mente dos seus colaboradores e dos seus suportes, especialmente os clientes.

Para converter o conhecimento, para uma forma mais explícita, em documentos, processos, bases de dados, etc., é necessário destilar o capital humano para produzir capital estrutural de uma organização.

Para melhorar fluxo de conhecimento tácito, deve-se proporcionar uma melhor interacção humana, de tal forma que o conhecimento seja difundido em todo a organização e não apenas por alguns. A disseminação alargada e apoiada aumento o capital intelectual e naturalmente também desperta a geração de novas ideias e conhecimentos.

Com uma boa gestão dos recursos humanos, incluindo um ambiente estimulante, com planos de desenvolvimento pessoal, motivação e recompensa adequada e sistemas de reconhecimento a retenção do capital intelectual nas organizações é uma realidade.

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