Onde pára a curiosidade!

A curiosidade não mata, mas pode ser inoportuna!

Embora a curiosidade seja uma capacidade inata de muitos seres vivos, não pode ser considerado um instinto. Instinto é a disposição inerente de um ser vivo em direcção a um comportamento particular.

A curiosidade é uma base inata de emoções porque pode ser expressa de muitas formas elásticas, enquanto o instinto é sempre expressa de uma forma fixa.

Embora a curiosidade seja comum nos seres humanos e, em qualquer idade, ela é observável em muitos outros seres vivos. Trata-se de uma actividade exploratória que tende a ser partilhada com outras pessoas, dando origem muitas vezes à “coscuvilhice”. Não se trata aqui de ser curioso porque existe uma vontade enorme de absorver informação e transformá-la em conhecimento.

Essa necessidade enorme de encontrar respostas para dúvidas ou problemas é, muitas vezes a alavanca principal da actividade científica ou na inovação.

Do “porquê” ao “Eureka” é o trajecto que percorre quem procura respostas ou soluções para problemas. O admirável mundo desconhecido é o que faz o ser humano querer saber mais e mais até dominar uma “matéria”.

A curiosidade que motiva a procura, quando é combinada com a abstracção, capacidade de pensar de forma abstracta, pode levar à fantasia e imaginação, por vezes prodigiosas. Embora a fantasia e a imaginação tenha conduzido à noção da razão, é fácil verificar a quantidade assinalável de desvios que encontramos no dia-a-dia.

Algumas pessoas têm o sentimento de curiosidade para saber o que está depois daquela porta ou patamar, mas procuram o auto-conhecimento, abstracto e consciente e não momentos de comunicação fútil. O conhecimento só é conhecimento, se for aplicável e útil, caso contrário é informação redundante..

Se voltarmos atrás com a ajuda da memória, ou se formos bons observadores nos dias de hoje, verificamos que para as crianças, aprender a comunicar entre si é um passo muito significativo no sentido de independência e auto-suficiência. As crianças têm um estilo natural de investigação e da aprendizagem e um desejo igualmente natural para comunicar as suas descobertas. Ao comunicar as suas ideias, as crianças são capazes de demonstrar a sua curiosidade e expressar sua criatividade. A ciência e a tecnologia aspectos do conhecimento e compreensão do mundo, são os desafios que encontrarão amanhã e é com essas competências que elas irão abraçar os desafios.

Tudo o que é necessário é ajudar as crianças a construir processos de comunicação eficazes, para que, a curiosidade e a criatividade não se percam pelos corredores do ócio e apatia.

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