E agora, o que é que eu faço?

Para que serve a Gestão do conhecimento?

A Gestão do Conhecimento (KM – Knowledge Management) é um modelo (emergente) de negócios interdisciplinar que tem conhecimento como seu foco. A gestão do conhecimento envolve pessoas, processos e tecnologia em peças sobrepostas e encontra-se enraizada em empresas, economia, psicologia e gestão da informação.

A gestão do conhecimento pode ajudar na construção de uma vantagem competitiva para a empresa hoje.

Numa organização, o conhecimento passa por três momentos distintos, a aquisição do conhecimento, processo que envolve variadíssimos actores e modelos de captura, a organização e a criação de uma base de conhecimento da empresa.

A grande dificuldade que se depara a uma organização, não é tanto, pôr em execução estes três processos, mas sim a manutenção da sua utilidade em tempo real. Acresce a essa dificuldade, a necessidade de validação da informação (válido para o contexto da empresa), de forma a permitir tomadas de decisão fiáveis.

Há uma tendência facilitadora e preguiçosa de copiar dados do mundo e aplicar à “nossa” organização.

O que é verdade hoje aqui, pode não ser amanhã, ali!

Trata-se portanto da necessidade de criação de um modelo maleável da gestão de conhecimento. Ser capaz de extrair o conteúdo útil no processo de aquisição e de organizar fluxos que permitam rapidez e filtragem dos itens chave.

Esse modelo passa também por atitudes de abertura e consequente colaboração com tos os parceiros, clientes e accionistas. Uma organização não é o somatório dos recursos humanos, físicos e financeiros. Uma organização tem de ser dinâmica e essa dinâmica tem de permitir à organização utilizar, a sua base de conhecimento, como uma vantagem competitiva e sustentada.

A partilha interna, na organização, do conhecimento, obriga muitas vezes a medidas verdadeiramente inovadores, tal é a dificuldade em quebrar os silos de conhecimento e de atitudes.

Apesar de em Portugal, só 25 % das organizações usarem a Web 2.0,  e, nestas, a maioria é a título pessoal, esta nova geração de ferramentas Web está penetrar nas organizações, após a adopção de sucesso de redes sociais, partilha de fotos, vídeos, tags, ou marcadores. Esta penetração vem ajudar à construção de bases de conhecimento mais ricas nas organizações.

Estas ferramentas e, os processos colaborativos de apoio, em grande escala, são muitas vezes referidas, como Inteligência Colectiva (IC).

Para os amantes da analítica isto poderia ser o princípio da realização de um sonho!

Deixo três questões para reflexão:

  1. Quão importante é a velocidade, na vantagem competitiva de uma empresa? Quando eu concluir a adaptação de um modelo, que “moda” estará a passar?

 

  1. A análise de dados dá-me segurança e fiabilidade! Onde pára a criatividade?

 

  1. Grandes decisões foram tomadas com base na intuição! Que importância tem isso para mim?

 

O equilíbrio entre o analítico e o emocional é um exercício difícil de executar, mas quando se atinge significa sucesso!

 

Faça uma pequena reflexão e contrarie! Obrigado!

 

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