Facilitar o conhecimento

 

Quando o conhecimento esbarra.

Nós já nos conhecemos!?

Esta expressão tão comum, e por vezes tão útil, encerra dois aspectos importantes no relacionamento entre pessoas. Um é o conhecimento, o outro, é a empatia.

Nós sabemos que a empatia é uma capacidade individual, que reside no interior da pessoa. No relacionamento só se coloca entre as pessoas, como uma propriedade que emerge da sua interacção, isto é a empatia só surge quando de facto há uma troca. Para que esta troca se realize, temos de usar a nossa capacidade de entender as intenções e os desejos dos outros e consequentemente de nos relacionarmos bem em sociedade.

É a inteligência social que nos permite a troca, e isso é útil para as organizações onde realizamos trabalho, pois o conhecimento deve ser socializado.

O conhecimento em si, quando encerra apenas os dados pessoais de dois interlocutores não apresenta, normalmente, grandes transtornos.

No entanto nós sabemos que maioria das empresas têm muitas informações espalhados departamentos dentro delas. O conteúdo que (deveria ser saber) está contido em vários sistemas, pastas e unidades de armazenamento, o que não permite a sua gestão.

As organizações que pretendem ter sucesso e prosperar nesta nova economia, deverão fazer incidir os seus esforços no alavancar, informações essenciais e bens humanos, para repensar as suas abordagens à gestão do conhecimento.

Uma atitude social face ao conhecimento permite um aumento de produtividade e de satisfação nos colaboradores da organização.

Só alguns dados para reflexão; oitenta e cinco por cento dos trabalhadores de “secretária”, dizem não ser capaz de aceder à informação certa, no momento certo, o que é um desperdício de tempo. Havendo um bom clima social e ferramentas baseadas nas novas tecnologias, os funcionários podem concentrar o seu tempo nas suas competências próprias, e focar o objectivo do negócio, em vez de perder tempo a procurar e validar informação.

Estamos dentro de um ambiente, em que temos pessoas, tecnologias ferramentas e com que nos envolvemos. Se considerarmos todos estes elementos como parte de uma estrutura dinâmica do conhecimento, quando percebermos como a usar, a comunicação torna-se eficaz, de tal forma que se torna invisível para nós, e o conhecimento passa a colaboração. A nossa inteligência social está então posta à prova.

Numa abordagem final,  a descoberta rápida, com alta qualidade, da informação relevante, melhora a eficácia organizacional e cria um ambiente propício para outras aventuras. A aventura da descoberta, da criatividade e da inovação.

Um ambiente limpo no domínio da informação, inspira e cria espaço para desenvolver a nossa auto-consciência emocional e melhorar o relacionamento interpessoal.

É fácil entender as intenções e desejos dos outros? Diga lá!

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