O conhecimento de caras!

A nossa cara face ao conhecido e ao desconhecido

Se observarmos de forma sistemática a cara das pessoas, verificamos que existe uma gama limitada de movimentos, e que as expressões apresentam diferenças muito pequenas, para possibilitar grandes diferenciações. Só com muita observação se detectam pequenos detalhes que, frequentemente, fazem a diferença.

Alguns rostos, são mal entendidos por possuírem traços, vincados pelo tempo e experiências, que não correspondem às emoções sentidas pelas pessoas. Outras vezes, certas expressões assemelham-se, a expressões já observadas noutras pessoas e situações, mas que nada tem em comum. É um processo de observação e conhecimento que carece de ser refinado.

As expressões faciais têm principalmente uma função comunicativa e transmitem algo sobre as intenções ou estados internos de uma pessoa, daí usar-se a palavra expressão para representar as emoções que sentimos.

Fisiologicamente a expressão facial, não predominantemente voluntária, é resultado das posições dos músculos do rosto. Estes movimentos transmitem o nosso estado, aqueles que nos rodeiam e fazem parte da nossa comunicação não verbal. A estreita ligação entre a emoção e a expressão, também, pode traduzir situações particulares, como o facto de, ao assumir voluntariamente uma expressão, poder realmente causar a emoção associada.

O nosso conhecimento não passa exclusivamente pela colecta de informação escrita, seja ela digital ou não. A recolha de informação no relacionamento pessoal é muito mais abrangente do que aquela que é realizada por entreposta pessoa ou via Web.

O conhecimento do ambiente, envolvente à situação, onde uma expressão corporal é manifestada, traduz um significado mais real daquilo que se pretende transmitir.

Algumas expressões, que nos fazem questionarem, a razão de ser:

Expressões de alegria são facilmente e universalmente reconhecidas, e são interpretados como transmissão de mensagens relacionadas com a fruição, o prazer, uma atitude positiva, e simpatia.

O ser possuidor de conhecimento induz alegria.

As expressões de tristeza são frequentemente concebidas como opostas, por causa da acção dos cantos da boca ser o oposto. Não é assim tão simples como prece!

A ausência de conhecimento, pode causar tristeza.

Expressões de raiva, são muito frequentes hoje, dada a quantidade de situações que nos provocam frustração.

A raiva nada tem a ver com conhecimento.

As expressões de medo também cresceram no ranking da comunicação não verbal. Situações mais comuns de insegurança pessoal levam ao crescimento dessas expressões.

O medo é muitas vezes resultado de falta de informação.

As expressões de surpresa, infelizmente, são mais frequentes por falta de conhecimento, do que pela descoberta feliz de algo novo. Muitas situações inesperadas resultam da falta de preparação ou descuido.

A criatividade proporciona surpresa e alavanca conhecimento.

Muitas outras expressões poderiam ser focadas aqui, para entendermos melhor o significado que está subjacente às palavras que ouvimos ou lemos. Entre elas incluem-se o desprezo, a vergonha e o susto.

Mas há uma, que eu gosto particularmente de exercitar, o riso.

O riso é uma expressão visível e audível que revela o aparecimento de felicidade. Resulta de piadas, cócegas ou outro tipo de estímulos, Ou um sentimento de alegria para dentro (rindo por dentro). Na maioria dos casos, é uma sensação muito agradável, excepção feita ao cinismo.

O riso é um mecanismo que todos temos. O riso é global. Existem milhares de línguas, centenas de milhares de dialectos, mas todos riem da mesma maneira. As crianças riem, mesmo antes de falar.

Saber rir, não é conhecimento, é sabedoria!

Sorria e diga-me como é! Comente!

Uma resposta

  1. Se rir é o melhor remédio, a positividade associada ao riso é o melhor caminho para nos lembrarmos do que aprendemos ou vivemos. As melhores recordações são as que nos fazem sorrir.
    Se estivermos com um sentimento positivo durante o processo de aprendizagem estamos mais bem apetrechados para apreender o que estamos a tentar aprender ou passar a conhecer.
    Pelo contrário, o medo ou a tristeza ocupam a nossa mente de maneira a que não possamos estar concentrados no que estamos a aprender, prejudicando a nossa busca por conhecimento.

    Todos estas emoções interiores são exportadas para as nossas expressões, influenciando o nosso comportamento e as relações inter-pessoais.
    A comunicação não-verbal é bem mais importante que a comunicação verbal, e, por isso, aquele que observa para além das palavras habilita-se a estar à frente dos restantes no que toca à percepção da realidade.

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