Vergonha ou culpa do insucesso!

Vergonha do desconhecimento?

Há muitas coisas que gostaríamos de saber e não sabemos, por vergonha!

Uma pequena ajuda para fazer perguntas cai sempre bem. Ora pergunta isto, não perguntes aquilo e finalmente tu é que sabes o que queres perguntar!

Faça uma pergunta que a outra pessoa pode responder. Isto aumenta sua confiança na sua capacidade de responder ao que é pedido pelos outros.

Faça uma pergunta que está no limite da sua consciência e conhecimento, mas que a outra pessoa ainda pode responder com alguma reflexão e pensamento.

Faça uma pergunta que está além da sua capacidade de resposta e que abre um novo campo de que é possível.

Fazer perguntas é um acto de equilíbrio que pode ser aplicado de maneira útil ou potencialmente prejudicial para a outra pessoa.

É aqui que perguntar se transforma em arte.

Preste atenção à linguagem corporal da pessoa, incluindo as expressões faciais, pois isso revela muitas coisas, que as palavras não transportam. A linguagem corporal permite-nos saber até que ponto a outra pessoa está envolvida. A resposta à pergunta pode ser a diferença entre o compromisso e uma experiência negativa.

Muitas vezes não fazemos perguntas por vergonha, outras não respondemos por culpa!

A resposta emocional aos estímulos da vergonha é muito mais forte do que aos da culpa. Ela é mais forte porque é mais fácil reconhecer a culpabilidade do que a falibilidade.

Culpado significa algo com que nos sentimos bem ou não. È a essência de um sentimento, que é passível de ser ou não ser. “Eu não me sinto culpado”, tem um peso relativo face ao, “Eu estou envergonhado”. Estar é mesmo estar, e esse peso transporta-se por muito tempo.

Estando envergonhados não temos escolha! Estamos

Os sentimentos de vergonha e culpa dependem muito da forma como nós os construímos cognitivamente. Primeiro, começamos por absorver um conjunto de normas, regras e objectivos. Em segundo lugar, identificámo-nos com as situações. E, finalmente, avaliamos a essas normas e regras para determinar qual o sucesso ou fracasso.

Se por exemplo, numa qualquer altura, estamos em casa de um amigo e partimos um objecto, nós podemos colocar a culpa em nós mesmos, e fazemos. Se dissermos que o objecto era defeituoso, então fazemos uma atribuição externa. Se não nos culpabilizarmos, a hipótese mais provável é não pensar mais no assunto. Mas se nos culpabilizarmos, é provável que tenhamos de pensar duas vezes

A predisposição para considerar a atribuição interna ou externa depende da situação e das características do próprio indivíduo.

Algumas pessoas tendem a culpar-se, a si mesmo, não importa o que acontece.

Não faça isso! Conte-me como é!

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