Histórias e o conhecimento

Contar histórias para transferir conhecimento!

As organizações devem estar atentas à sua dimensão e crescimento, quando se fala de gestão de conhecimento.

Devem ter uma atitude proactiva em relação ao tratamento da informação à medida que vão crescendo. Uma metodologia não é necessariamente sempre aconselhável, a não ser que, em si mesma, seja dinâmica.

As pequenas e médias empresas, exigem diferentes técnicas para facilitar a comunicação e a colaboração na transição para organizações de maior dimensão. Nova gestão do conhecimento (KM), novas práticas e novas ferramentas permitem uma transferência de conhecimento mais adaptado ao crescimento.

Fazer emergir práticas como o “storytelling”, juntamente com uma nova geração de tecnologias da Web 2.0, proporciona uma individualização. Facilita-se a transferência do conhecimento tácito.

As narrativas e histórias, são uma das formas, em que o conhecimento pode ser transferido, compartilhado ou trocado em ambientes organizacionais. A narrativa pode aumentar a nossa compreensão da criação e promover a disseminação de conhecimento nas organizações.

Está, na natureza e no significado das características contextuais do conhecimento organizacional, a chave da transferência produtiva e eficaz, quer se trate de mecanismos formais ou informais.

“Se me fazes um relato que enriqueça o sentido da minha vida, eu, em contrapartida, prestar-te-ei atenção.”

Um relato não é uma narrativa de entretenimento. Um relato é uma verdade universal carregada de emoções e sensações.

Ao longo dos últimos anos, com a evolução das tecnologias de informação as organizações estão a enfrentar uma diversidade de desafios. Um deles é a transferência eficiente e eficaz de conhecimentos entre duas empresas, separadas geograficamente, horários e distância, bem como culturalmente.

Os aspectos culturais, representam um dos mais mais críticos na transferência de conhecimento. A tarefa de transferência de conhecimento através das TI já não era fácil, adicionando-lhe aspectos culturais torna-se uma grande desafio.

A resposta a esse desafio pode vir de um contador de histórias. Ao incorporar na informação a transmitir, um ambiente cultural favorável ao receptor.

Um relato é uma ferramenta de comunicação estruturada numa sequência de acontecimentos que apelam aos nossos sentidos e emoções. Ao expor um conflito, revela uma verdade que traz sentido às nossas vidas.

Para fazer da nossa história uma ferramenta de comunicação mais persuasiva, contamos com os mitos, de rituais, arquétipos (moldes mentais) e metáforas.

As capacidades essenciais de uma organização incluem competências chave de empregados, gestão de sistemas, normas e valores.

Numa organização, os principais recursos podem ser transferidos formalmente e explicitamente. No entanto, muito conhecimento, especialmente o que se refere ao do domínio tácito, é transferido informalmente através de processos internos de socialização.

Existem dois mecanismos de transferência, as histórias e a utilização de tutores, que baseados em fundamentos de aprendizagem e em questões de psicologia cognitiva, podem facilitar a transferência de conhecimento tácito.

Nenhuma transferência será suficientemente eficaz se, não for integrada nos contextos de emissão e recepção. As histórias fazem sentido se são ricas em emoções e simbologia!

Agora, conte-me a sua história!

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