Perguntas nunca são de mais?

Porquê fazer perguntas?

As perguntas,  são o pontapé de saída dos processos de integração e de generalização e, portanto, é importante compreender quais as condições que nos levam a fazer perguntas.

Quase todos nós aceitamos que internamente fazemos perguntas e que esperamos uma resposta de nós próprios. E digo quase toda nós, porque há pessoas que teimam em não aceitar isso, como desculpa pra, um estado não consciente.

A memória sabe onde colocar qualquer resposta que encontra. Mas a memória é suficientemente obsessiva, para não prestar atenção à informação, se essa informação não for uma resposta a qualquer pergunta que possa conservar em si.

Há três tipos de perguntas de que a memória gosta:

A primeira surge quando uma pessoa tem uma meta e precisa de algumas informações para a ajudar a alcançar essa meta.

A segunda é o interesse intrínseco, isto é, as pessoas podem apenas querer saber alguma coisa, porque estão curiosas sobre essa coisa.

A terceira é a falha de expectativa baseada em questões explicação. Quantas vezes, encaramos o fracasso e procuramos explicações para o acontecido, na esperança de que não volte a acontecer. A nossa amiga memória está lá para nos ajudar.

O não hábito de fazer perguntas leva quase sempre ao armazenamento de conhecimento sem valor e sem vida. O conhecimento inerte.

Conhecimento inerte é simplesmente o conhecimento que é mal posicionado, e a única maneira de criar a indexação a algo útil é, fazer perguntas. Estas situações surgem quando estudamos um assunto e não questionámos as ligações do assunto com outros assuntos ou casos.

Por experiência própria, nós facilmente constatamos que, uma parte do nosso raciocínio, é baseado em casos e não baseado em regras.

Quando resolvemos problemas, frequentemente nos lembramos de problemas anteriores que enfrentamos. E o que nós fazemos nestes casos é perguntar ao repositório, que casos há em stock.

Mas, nem sempre é fácil, fazer perguntas, como são as situações de pessoas com pensamentos negativos. Nestes casos aconselham-se alguns passos para educar os nossos pensamentos:

Encontre-se a si próprio – A maioria das pessoas nem sequer reconhecem, quando estão a ter um pensamento negativo, porque esse pensamento está tão enraizado no seu padrão de pensamento, que nem sequer o percebe, como negativo.

Reconheça que está pensando o pensamento – Pensar sobre o pensamento dá uma sensação de liberdade e satisfação, dá objectividade e independência de perspectiva.

Conscientemente liberte a energia negativa ou emoção que está associado ao pensamento.

Substitua o pensamento negativo, com um mais positivo, mais verdadeiro.

Sinta a energia positiva ou emoção associada, ao novo pensamento e depois coloque o foco, de forma consciente, nesse novo pensamento durante o máximo de tempo possível.

E agora! Acha que vale a pena fazer perguntas? Diga lá?

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