Ser criança nas organizações – O princípio epidémico

Ser criança nas Organizações! (parte II)

Muitas vezes queremos mostrar o nosso conhecimento sobre o que há de novo, outras vezes tentamos encontrar uma solução para um problema, mas deparamo-nos com bloqueios sociais.

Criamos ansiedade e bloqueamos, porque identificamos a chegada da crítica do nosso meio ambiente, face às nossas possíveis atitudes.

São muitas vezes as nossas experiências passadas, que estão na origem desses bloqueios. Não podemos esquecer o nosso passado e se o ambiente proporciona imagens menos boas desse passado, reagimos de forma inadequada.

Se queremos ser criativos, e encontrar uma solução para um problema, temos que dar um salto para um ambiente favorável.

O meio ambiente pode ser de apoio, mas também pode ser uma obstrução (nas organizações são quase sempre) e, nós podemos deliberadamente criar um ambiente pleno de estímulos criativos, ou pelo menos apenas muito relaxante.

Os ambientes criativos podem variar com as pessoas e estados de espírito. Se depende apenas de nós, podemos querer experimentar como nos sentimos num novo ambiente, e verificar se construímos um ambiente que nos inspire e promova a criatividade.

Por vezes uma folha em branco e um conjunto de lápis de cor é a faísca para labaredas de criatividade.

Nas organizações, esse ambiente não será tão fácil de encontrar. O ideal seria que a organização desenvolvesse uma cultura de criatividade e inovação, mas como isso frequentemente não é possível, podemos sempre utilizar o princípio epidémico:

– Comportamento contagioso.

– Pequenas mudanças têm grandes efeitos.

– As mudanças acontecem de repente.

As pessoas são por natureza altamente sociais e nós, como pessoas com facilidade reagimos à presença de outras pessoas e muitas vezes copiamos o que observamos.

A sociedade competitiva de que fazemos parte, é fértil em juízos de valor e, pode facilmente levar-nos a avaliar os outros e às suas ideias, transmitindo insegurança.

Nós funcionamos, perante os outros com segurança psicológica quando aceitamos a pessoa, quando usamos empatia e não as avaliamos. Nós também temos a liberdade psicológica de pensar, sentir e contribuir plenamente.

No fundo, somos nós mesmos, que originamos a maior parte dos bloqueios, especificamente o nosso subconsciente, quando não nos alerta para as armadilhas do pensamento convencional, retirando-nos a liberdade de criar.

É o nosso passado, construtor exímio de sinais proibidos e luzes amarelas e vermelhas, que nos impede de circular pela estrada da imaginação e criatividade. São regras, normas e outros dissabores que, se por um lado são bons constrangimentos, por outro inibem a nossa capacidade criativa. É a lógica em detrimento da emoção e da intuição.

Algumas culturas ao longo da História têm promovido a criatividade mais do que outras, criando condições propícias à produção criativa.

No século XXI assistimos a mais um ciclo em que algumas culturas procuram promover a criatividade enquanto outras apenas reclamam a subsistência dos modelos tradicionais.

“Um aspecto essencial da criatividade é não ter medo de falhar”- Edwin Land

Se, se sente criança, pode dizer! Se não, deixe para depois!

Uma resposta

  1. Thanks for making such a valuable blog, sincerely Kobos Mathers.

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