Why we need a good model to think?

(Texto em Português depois deste)

Thinking and building models

Imagine that we have ahead of us two opposite models that are useful and appropriate to resolve the problem at hand.

We must make a decision and choose one between the two? Perhaps not! Nor do we spend days thinking of new solutions when the possibility of resolution is so close.

Challenges we face are small but for which I see no solution other than choosing the best among several.

Our ability to create a constructive, given the tensions (anxieties generated by doubt) of opposing models allows us to generate alternative solutions. So instead of choosing one over the other we develop a new model that contains elements of each model available, but the end result is better than each of the parts (models).

We all know how fast information flows and how it can be updated. Making decisions naturally involves moments of high tension, in many cases. Leave things as they are, is no solution.

Most times these choices are puzzling and provoke a true challenge in combination with uncertainty, ambiguity, complexity, instability, risk and call the unique aspects of our experience.

Even the choice of a simple meal can become a fun challenge. It’s probably my imagination, but many cooks (me included) are authors of innovative products in the kitchen, and this is not by excluding but combining.

However, the biggest challenge is when to make decisions, we face the possible consequences. We are not alone and our attitude implies with other individuals, groups or organizations.

The best option is to work the problem as a whole. Pay attention to the diversity of factors understand the complexity of the causal relationships in the connections.

 

When making a decision, we can proceed through four stages or steps:

Projection – What kind of information or variables that are relevant to make a choice. At this point it takes courage and not deal with the tension, relieving factors which may be relevant. Facilitate the choice of too many important factors are not advisable.

Causality – What kind of relationships we think that may exist between the various pieces of our puzzle? It is useful to create a mental map of causality and to establish links between the different variables. In establishing the critical relationships we stand projections found in the first step.

Architecture – It is time to create an overall mental model, based on choices made from the first two steps. Decide where and when to cut into the problem, taking into account the richness of connections between each component of the problem. This is done by bringing some parts of the problem to the surface and taking others back.

Resolution – What will be our decision, based on our reasoning? Having identified the relevant variables, built the map and established the causal sequence of actions, we face the most difficult step, the resolution. It is difficult because many were pointed back, but cannot work with all the variables of the problem.

The challenge must be seen as a strain to be creative and to manage flexibly.

“Integrative thinkers in an organization, build models, rather than choose between two options. Their models include consideration of many variables – customers, employees, competitors, resources, cost structures in the sector, and regulation – and not just a subset of the above. Their models capture the complex, multifaceted causal relations and multi-directional between the key variables in any problem. Integrative thinkers consider the problem as a whole, instead of dividing it and working parts. Finally, creatively resolve tensions without doing boring face and transform challenges into opportunities. “Roger Martin

How do you feel?

(This text was adapted from this blog and translated into English)

 

Pensar e construir modelos

Imaginemos que temos à nossa frente, dois modelos opostos e que eventualmente são úteis para resolver o problema, que temos em mãos.

Temos de tomar uma decisão e escolher um entre os dois? Talvez não. Tão pouco vamos passar dias a pensar em novas soluções quando a possibilidade de resolução está tão perto.

São pequenos desafios que enfrentamos mas para os quais não vislumbramos soluções que não seja a escolha da melhor entre várias.

A nossa capacidade de criar de forma construtiva, face às tensões (ansiedades geradas pela dúvida) de modelos opostos, permite-nos gerar soluções alternativas. Então em vez de escolher um em detrimento do outro geramos um novo modelo que contém elementos de cada um dos modelos disponíveis, mas o resultado final é melhor que cada uma das partes (modelos).

Todos sabemos a que velocidade a informação flui e como ela pode ser actualizada. Tomar decisões implica naturalmente momentos de alta tensão, em muitos casos. Deixar as coisas como estão, já não é solução.

A maior parte das vezes estas escolhas são enigmáticas e provocam um autentico desafio na combinação de incertezas, ambiguidades, complexidade, instabilidade, risco e apelam a aspectos únicos da nossa experiência.

Até a simples escolha de uma refeição pode tornar-se num desafio engraçado. É fantasia minha possivelmente, mas muitos cozinheiros (eu incluído) são autores de produtos inovadores na cozinha, e isso não passa por excluir mas sim por combinar.

No entanto, o maior desafio é, quando ao tomar decisões, nos deparamos com as possíveis consequências. Não estamos sozinhos e a nossa atitude implica com outros indivíduos, grupos ou organizações.

A melhor opção é trabalhar o problema como um todo. Dar atenção à diversidade de factores, compreender a complexidade das relações causais nas conexões.

Ao tomar uma decisão, podemos proceder por meio de quatro etapas ou passos:

Saliência – Que tipo de informação ou que variáveis são relevantes para que se faça uma escolha. Nesta altura é preciso coragem e não tratar a tensão, aliviando factores que podem ser relevantes. Facilitar em demasia a escolha de factores importantes não é aconselhável.

Causalidade – Que tipo de relações achamos, que podem existir entre as várias peças do nosso puzzle? É útil criar um mapa mental de causalidade e que estabeleça as ligações entre as várias varáveis. Ao estabelecer as relações críticas fazemos sobressair as saliências encontradas no primeiro passo.

Arquitectura – É a altura de criar um modelo mental global, baseado nas escolhas feitas a partir das duas primeiras etapas. Decidir onde e quando cortar dentro do problema, tendo em atenção a riqueza das ligações entre cada componente do problema. Isso faz-se trazendo algumas partes do problema à superfície e levando outras para trás.

Resolução – Qual vai ser a nossa decisão, baseada no nosso raciocínio? Depois de identificadas as variáveis relevantes, de construído o mapa causal e de estabelecida a sequência de acções, deparamo-nos com a etapa mais difícil, a resolução. É difícil porque ficaram muitas pontas para trás, mas não é possível trabalhar com todos as variáveis do problema.

O desafio tem de ser encarado como uma tensão para ser criativo e para gerir com flexibilidade.

“Os pensadores integrativos, numa organização, constroem modelos, em vez de escolher entre duas opções. Os seus modelos incluem uma análise de inúmeras variáveis – clientes, colaboradores, concorrentes, recursos, estruturas de custos a evolução do sector, e regulamentação – e não apenas um subconjunto das opções acima. Os seus modelos capturam o complexo, relações causais multifacetadas e multi-direccionais entre as variáveis chave, de qualquer problema. Os pensadores integrativos consideram o problema como um todo, ao invés de dividi-lo e trabalhar as peças. Finalmente, criativamente resolvem as tensões sem fazer cara aborrecida e transformam os desafios em oportunidades.” Roger Martin

Como se sente? Mais analítico ou intuitivo? Integrativo?

(este texto foi adaptado deste blog e traduzido para inglês)

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