I love simple things! Sensations and perception.

(Texto em Portugues depois deste!)

I like simple things!

The big difference between people and not people is that the first know how to make distinctions between simple things and complex things. The others do not distinguish, for them, sensation and perception are the same or similar.

Although closely related, sensation and perception play two complementary functions, but different in how we interpret our world.

The feeling refers to the process of feeling our environment through touch, taste, sight, hearing and smell. This information is sent to our brains, which comes into play.

The sensation is a passive process, in the sense that we do not have to be consciously committed to a “feel” the process.

Perception can be defined as active in the selection process, organization and interpretation of information reaching the brain through the senses.

Perception is therefore the way we interpret those feelings and make sense of everything around us.

For example, the sense of ownership, we have in our body depends on the spatial and temporal correlation between the sensory stimuli, visual, tactile, etc.., which arise from our body. This correlation leads to the formation of “body image,” an internal representation of our body.

Perception is the process, constant, where the human mind organizes the vast amount of material received, records and forwards to cognition. The aim is to select the sensations that are of importance or interest to the person, and this happens continuously and often unconsciously.

For example most optical illusions are the result of incongruent design elements at opposite ends of parallel lines, the influence of background patterns on the overall design, the adjustment of our perception of the limits to high-contrast images after resulting from eye movements or displays kinetics, or the inability to interpret the spatial structure of an object from the context provided by image.

In the initial phase of perception, seems to be forming patterns or contours that dominate. It is an important step to reduce the amount of superfluous details in sensations, and finding familiar patterns and understandable.

At this point we select the patterns that need to react or require conscious attention.

With a little reflection on our part, we found that many times, “we the feeling already…”, and easily associate with a standard (or reference model) known.

The whole is always different from the sum of its parts.

The standards of training in the human mind, according to the approach of the theory of form (Gestalt) seem to obey some regularity:

Proximity. Small shapes and objects that are near each other tend to cluster together.

Similarity. Objects that are similar are interrelated and easily be seen as a unit.

Closure or totality. The objects that are grouped together are seen as a whole.

Simplicity. The reality is organized or reduced to the simplest form possible.

We call “beauty” that feeling of pleasure that is an effort to realize and from the success in finding a structure, background, initially hidden in the artwork.

Como eu gosto, de coisas simples!

A grande diferença entre as pessoas e as não pessoas é que, as primeiras sabem fazer distinções entre coisas simples e complexas. As outras não fazem distinções, para elas, sensação e percepção são iguais ou semelhantes.

Embora intimamente relacionados, sensação e percepção desempenham duas funções complementares, mas diferentes na forma como interpretamos o nosso mundo.

A sensação refere-se ao processo de sentir o nosso meio ambiente através do tacto, paladar, visão, audição e olfacto. Essa informação é enviada para os nossos cérebros, onde entra em jogo.

A sensação é um processo passivo, no sentido em que não temos de estar conscientemente comprometidos com um “sentir” o processo.

Percepção pode ser definida como activa no processo de selecção, organização e interpretação das informações que chegam ao cérebro pelos sentidos.

Percepção é portanto, a nossa forma de interpretar essas sensações e dar sentido a tudo que nos cerca.

Por exemplo, o sentimento de posse, que temos do nosso corpo, depende da correlação espacial e temporal entre os estímulos sensoriais, visual, táctil, etc., que surgem do nosso corpo. Esta correlação leva à formação da “imagem corporal”, uma representação interna do nosso corpo.

A percepção é o processo, constante, onde a mente humana organiza a imensa quantidade de material recebido, regista e encaminha à cognição. O objectivo é seleccionar as sensações que têm importância ou de interesse para a pessoa, e isto acontece de forma contínua e muitas vezes inconsciente.

Por exemplo a maioria das ilusões de óptica são o resultado de elementos de design incongruentes em extremos opostos de linhas paralelas, da influência de padrões de fundo sobre a concepção global, do ajustamento da nossa percepção nos limites das áreas de alto contraste, de imagens posteriores resultantes de movimentos dos olhos ou das exposições cinéticas, ou da incapacidade para interpretar a estrutura espacial de um objecto a partir do contexto fornecido pela imagem.

Na fase inicial da percepção, parece ser formação de padrões ou contornos que domina. É um passo importante, para reduzir a quantidade de detalhes supérfluos nas sensações, e encontrar padrões familiares e compreensíveis.

Nesta altura seleccionamos os padrões que precisam de uma reacção ou necessitam de atenção consciente.

Com um pouco de reflexão da nossa parte, verificamos que muitas vezes, “temos a sensação de já…”, e facilmente associamos a um padrão (modelo ou referencial) conhecido.

O todo é sempre diferente da soma das partes.

Os padrões de formação na mente humana, segundo a abordagem da teoria da forma (Gestalt) parecem obedecer a algumas regularidades:

Proximidade. Pequenas formas e objectos que estão próximos uns dos outros tendem a agrupar-se juntos.

Similaridade. Objectos que são semelhantes serão relacionados entre si e, facilmente serão vistos, como uma unidade.

Encerramento, ou a totalidade. Os objectos que são agrupados juntos, são vistos como um todo.

Simplicidade. A realidade é organizada ou reduzida à forma mais simples possível.

Podemos chamar “beleza”, aquela sensação de prazer que resulta do esforço para perceber, e do sucesso em encontrar uma estrutura de fundo, inicialmente escondido na obra de arte.

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