Archive for Junho, 2010

Intuition, Passion and carrots!
Junho 29, 2010

(Texto em Português depois deste)

This is a story of someone who does not like carrots!

But it can also be the story of someone who has ideas. The story turns out to be the same!

During the past century, we try to create a culture that transformed education in an algorithmic process which could be further developed with carrots or sticks of punishment and orientation and somehow we ignore or repress creativity and irreverence.

For routine things organizations continue to use the carrot, extrinsic motivation to achieve their goals more immediate, algorithms, where there is an end and there is no ambiguity.

For heuristics, or Eureka, tasks that require creative and inventive thinking, the carrot or the stick may actually serve as a disincentive to performance.

The attitudes of the organizations are unintentional, it was the system that has imbued a form of reward for people with “lack of spirit.”

These people according to Daniel Pink, those who are extrinsically motivated, play within the limits (in an effort to get carrots), when intrinsically motivated people play with limits or boundaries.

Today, if someone very close to us has an idea within the organization, think twice if it’s worth fighting for this idea to the price at which carrots are.

Not any one idea, that idea is that we do not know how to explain but you feel it will pay off. It’s that idea for which I am able to try new paths and seek new knowledge. One idea that, I am able to leverage and wish to share.

When intuition, that feeling after a good night sleep, and that makes me get up full of energy and dreams, when that urge to build experience and test my assumptions has gripped me with is not with carrots that I feel motivated.

It is for all that it stands as the realization of its own, what it entails responsibility and opportunity to participate in the success. The energy here comes from within.

All I need is space, time of inspiration. All I need is the opportunity to tell the story of my idea and share their adventures since it was embryo up to what I think will be the end result.

All I want is to build my prototype and refine it to 120 % better than the final product as Seth Godin would say.

What I want is not my idea falls into a box of suggestions and there abide awaiting trial after a few experts to equanimity the opportunity to be implemented.

Everything that I do not want, is that calls to my intuition, something meaningless, or to be adopted by entities without appropriate profile.

All I want is to continue to treat my idea with the same care with which it was conceived.

 

 

Esta é uma história de alguém que não gosta de cenouras!

Mas também pode ser a história de alguém que tem ideias. A história acaba por ser a mesma!

Durante o século passado, tentamos criar uma cultura que transformasse a educação num processo algorítmico que podia ser incentivado com cenouras e paus de castigo ou orientação e de alguma forma reprimíamos a criatividade e a irreverência.

Para as coisas de rotina as organizações continuam a usar a cenoura, motivação extrínseca para atingir os seus objectivos mais imediatos, os algoritmos, onde existe um fim e não há ambiguidades.

Para as heurísticas, ou Eureka, tarefas que requerem pensamento inventivo e criativo, a cenoura ou o pau pode realmente servir como um desincentivo ao desempenho.

As atitudes das organizações não são intencionais, foi o sistema que imbuiu uma forma de recompensa para pessoas com “falta de espírito”.

Estas pessoas segundo Daniel Pink, as que são extrinsecamente motivadas, jogam dentro dos limites (num esforço para obter cenouras); pessoas intrinsecamente motivadas jogam com os limites ou fronteiras.

Hoje, se alguém muito próximo de nós tem uma ideia, dentro da organização, pensará duas vezes se vale a pena lutar por essas ideia ao preço a que as cenouras estão.

Não é uma ideia qualquer, é aquela ideia que não se sabe como explicar mas sente-se que vai dar resultado. É aquela ideia pela qual eu sou capaz de experimentar novos caminhos e procurar novo conhecimento. Uma ideia que eu sou capaz de alavancar e desejo partilhar.

Quando a intuição, aquele sentimento depois de uma noite bem dormida, que me faz levantar cheio de energia e sonhos, quando aquela vontade enorme de desenvolver experiências e testar os meus pressupostos se apodera de mim não é com cenouras que eu me sinto motivado.

É por tudo o que ela representa como realização própria, o que ela acarreta de responsabilidade e de oportunidade de participar no sucesso. A energia vem cá de dentro.

Tudo o que eu preciso é de espaço, de tempo de inspiração. Tudo o que eu preciso é de oportunidade de contar a história da minha ideia e de partilhar as suas aventuras desde que foi embrião até ao que eu penso será o resultado final.

Tudo o que eu preciso é de construir o meu protótipo e refiná-lo a 120 %, melhor que o produto final como diria Seth Godin.

O que eu não pretendo é que a minha ideia caia numa caixa de sugestões e lá fique à espera do julgamento de uns quantos especialistas para depois aguardar serenamente a oportunidade de ser implementada.

Tudo o que eu não quero, é que se chame à minha intuição, uma coisa sem sentido, ou que seja adoptada por entidades sem perfil adequado.

Tudo o que eu quero é, continuar a tratar da minha ideia com o mesmo carinho com que foi concebida.

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Help! I had a good idea! And now ?
Junho 28, 2010

(Texto em Português depois deste)

 

From the idea to the …

As a result of some processes in facilitating idea generation, sometimes appears a distinguished that deserves applause. It is on the podium it has passed with top marks for assessment including checking of alignment with company strategy.

Even when metrics are good, even when everything seems to run well, a bad execution and the idea does not comply with the designs that were drawn. It failed.

The problem may be in the physical design of the product, for being too heavy, too large or too complex. Incremental actions too often in one package take the imperfect achievements.

It is important that the design takes into account the needs of consumers that mean something to him and to serve a purpose. It is important that this involves active participation and not passive consumerism.

Daniel Pink talks about the psychodynamics of affluence and says: “Once the satisfied our needs tend to look to experience significant emotional and satisfying”.

Many services and products have crossed the barrier of our needs and after all there are still unmet needs and hidden needs.

Since a long time design has the power to enrich our lives by committing our emotions through the image, form, texture and color, sound and smell. They are experiences meaningful and satisfactory.

We use our empathy and knowledge of people to design experiences that create opportunities for an alliance and active participation by consumers.

This is achieved by so-called “engineering experiences”

See-Plann-Act-Refine-Communicate.

It is based on observation and contact with the experiences of users who fill the walls with notes, flow charts, photographs, etc., or fill out applications with ideas and then to a party that built a prototype to help us think.

You have to get the ideas and with an effective approach to apply them not only products and experiences but also the process of innovation.

To be effective, i.e. to achieve full results we must develop our approach, the tools and experiences. Posture is the perspective of our world and our role in it. Tools are the models we use to organize our world and our thinking. Experiences are what built and developed our skills and sensibilities.

For an idea to become an experience must be treated with the same care with which it was conceived.

A successful experiment requires the active involvement of consumer, user or customer. This customer experience that appears authentic, genuine and powerful should be worked by employees placed in a culture of experience. Every detail must be designed with great care and precision.

“There is not such a difficult thing to do. The hardest part is taking the first step – breaking with its usual way of working and going out to the world. Tim Brown (in Fast Company , 2007)

Socorro! Tive uma boa ideia! E agora?

Da ideia até ao…

Como resultado de alguns processos de facilitação de geração de ideias, por vezes, aparece uma que se distingue e merece um aplauso. Ela está no pódio porque passou com nota máxima na avaliação incluindo a verificação do alinhamento com a estratégia da empresa.

Mesmo quando as métricas estão bem, mesmo quando tudo parece correr bem, uma má execução e a ideia não cumpre os desígnios para que estava traçada. Falhou.

O problema pode estar no desenho físico do produto, por ser muito pesado, muito grande ou muito complexo. Frequentemente demasiadas incrementações num só pacote levam a realizações imperfeitas.

É importante que esse desenho tenha em conta as necessidades do consumidor, que signifique algo para ele e que sirva um propósito. È importante que implique uma participação activa deste e não um consumismo passivo.

Daniel Pink fala da Psicodinâmica da afluência e diz: “Uma vez as satisfeitas as nossas necessidades tendemos a olhar para experiências emocional e significativamente satisfatória.”

Muitos serviços e produtos já ultrapassaram a barreira das nossas necessidades e apesar de tudo continuam a existir necessidades não encontradas e necessidades ocultas.

Desde há muito tempo que o design tem o poder de enriquecer as nossas vidas ao comprometer as nossas emoções através da imagem, forma, textura, cor, som e cheiro. São experiências significativas e satisfatórias.

Devemos usar a nossa empatia e conhecimento das pessoas para desenhar experiências que criem oportunidades para uma aliança e participação activa por parte do consumidor.

Isso consegue-se com a chamada “engenharia das experiências”

Ver-PlanearActuarRefinarComunicar. 

É com base na observação e contacto com as experiências dos utilizadores que se preenchem paredes com apontamentos, fluxogramas, fotografias, etc., ou se preenchem aplicações informáticas com ideias e se parte depois para um protótipo que construímos para nos ajudar a pensar.

É preciso pegar nas ideias e com uma abordagem eficaz aplicá-las não só a produtos e experiências mas também ao processo de inovação.

Para sermos eficazes, isto é, para atingirmos resultados plenos, temos de desenvolver a nossa postura, as ferramentas e as experiências. Postura é a nossa perspectiva do mundo e o nosso papel nele. Ferramentas são os modelos que usamos para organizar o nosso mundo e o nosso pensamento. Experiências são o que construiu e desenvolveu as nossas competências e sensibilidades.

Para uma ideia se transformar numa experiência tem de ser tratada com o mesmo carinho com que foi concebida.

Uma experiência de sucesso requer uma participação activa do consumidor, utilizador ou cliente. Essa experiência do consumidor que parece autêntica, genuína e forte deve ser trabalhada por empregados inseridos numa cultura de experiências. Cada pormenor deve ser desenhado com profunda reflexão e precisão.

“Não é uma coisa tão difícil de fazer. A parte mais difícil é dar o primeiro passo – rompendo com sua maneira habitual de trabalhar e sair para o mundo.” Tim Brown (em Fast Company-2007)

Connecting with analogies!
Junho 24, 2010

(Texto em Português depois deste)

Analogy to the service of innovation

“I listened to Stephen Downes today. He used analogies to teach, making me think that networks are modeled in everything from river tributaries to the human mind to the networks built over the Internet. Some connections are explainable and logical, but many are the product of chaos theory at work” – GSiemens

I wonder how far the analogy can help in the process of innovation, considering that this is new ideas which add value.

Ideas that intersect, are shared and often fit into other ideas, complementing them or adapting them to the contexts as diverse as those found in the Internet network members.

Those ideas can mean innovation.

Innovation has to face such a challenge to find a method to produce consistent and sustainable flow of new ideas.

New ideas are often old ideas wrapped in colorful paper. The old ideas are ” recycled “with new equipment by a process called analogy , that is, our ability to find resemblances in two different areas of knowledge and do not seem similar on the surface.

Or put another way to “transfer of prior knowledge about a familiar situation, called source, to a situation that should be clarified, called target.”(Novick 1988)

People solve the problems every day, using analogies based on associations formed over time. Despite the analogies are a lifesaver for many situations, this set of rules for membership is also a source of error in people.

These patterns of association give people the ability to solve problems quickly, but also limit the search space of the solution.

“Patterns are not important, the essence behind the patterns are. We can do something with nothing but the essence with the patterns. “Via twitter @ Rapidinnovation – Dibyendu De

The default bindings are helpful and harmful, and patterns are closely linked to culture.

Connectivity provides a learning culture by facilitating the meanings contained, but as explained in the network. There is a rich exchange of expressions often through analogies to facilitate understanding and integration.

The analogy is an effective tool for communicating ideas and new products. Using the analogy when it comes to innovation is a key factor in developing an idea for the mental barriers of decision makers and executives.

The ideas must also survive and thrive even when subjected to language and content varied disciplines such as engineering, business or design or the diverse environments and cultures with “models of thought ” as they occur in different networks.

Analogies are ubiquitous in science, theory and experimentation. Cases of conceptual innovation, where the crossroad of two types of analogies leads to discovery are reported in many articles.

The analogy provides both a clear focus as a filtering process.

Even in an organized environment, where services come together, people or processes in the development of a product, it is possible that the talents of experts, propose changes justified individually, but that would be wrong for the product overview.

Here the analogy is used to make innovation a clear and specific.

It’s easy to get distracted or change of focus when a product goes through the process of development. When it comes to an innovation process, developing the idea, get more clarity, but also changes and the change may kill the idea.

The analogy is not only a focus of development of an idea, the analogy also directs and aligns and highlights the product.

The path to success is done with clarity and with the use of analogy is more likely that an idea is cemented as it was originally conceived.

Discovering the right field and right place for an analogy is not easy to do so is necessary, too much energy.

The trick to use an analogy is to realize that we have things we know about so we could help solve a new problem.

 

 

Analogia ao serviço da inovação

“Eu hoje ouvi Stephen Downes. Ele usou analogias para ensinar, fazendo -me pensar que as redes são modeladas em tudo, desde afluentes do rio para a mente humana para as redes construídas através da Internet. Algumas ligações são explicáveis e lógicas, mas muitas são o produto da teoria do caos no trabalho ” GSiemens

Pergunto-me até que ponto as analogias podem ajudar num processo de inovação, considerando que esta são novas ideias às quais acrescentamos valor.

Ideias que se cruzam, se partilham e muitas vezes se encaixam em outras ideias, complementando-as ou adaptando-as ao contextos tão diversos como os encontrados nas redes sócias na internet.

Ideias que podem significar inovação.

A inovação para enfrentar tamanho desafio tem de encontrar um método consistente e sustentável para produzir fluxos de ideias novas.

Novas ideias são, muitas vezes, antigas ideias embrulhadas em papel colorido. As antigas ideias são “recicladas” com equipamentos novos por um processo chamado de analogia, isto é, a nossa capacidade de encontrar semelhanças em duas áreas diferentes do conhecimento e que não parecem semelhantes à superfície.

Ou dito de outra forma a “transferência de um conhecimento prévio sobre uma situação familiar, chamada fonte, para uma situação que deve ser elucidada, chamada alvo.”  (Novick 1988)

As pessoas resolvem, os problemas todos os dias, usando analogias, com base em associações formadas ao longo do tempo. Apesar de as analogias serem um salva-vidas para muitas situações, esse conjunto de normas de associação é também uma fonte de erro nas pessoas.

Estes padrões de associação dão às pessoas a capacidade de resolver problemas rapidamente, mas também limitam o espaço de busca da solução.

“Patterns are not important; the essence behind the patterns are. We can do something with the essence but nothing with the patterns.” Via twitter  @Rapidinnovation – Dibyendu De

As associações padrão são úteis e prejudiciais e os padrões estão intimamente ligados à cultura.

A conectividade proporciona uma aprendizagem de culturas pela facilitação dos significados contidos, mas explicitados em rede. Há uma troca rica de expressões muitas vezes através de analogias que facilitam a compreensão e integração.

A analogia é uma ferramenta eficaz para a comunicação de ideias e de novos produtos. Usar a analogia quando se fala de inovação é um factor-chave no desenvolvimento de uma ideia para passar as barreiras mentais dos decisores e executivos.

As ideias também devem sobreviver e prosperar, mesmo quando submetidas à linguagem e conteúdos variados de disciplinas como a engenharia, negócios ou design ou a ambientes diversos com culturas e “modelos de pensamento” divergentes como acontecem nas redes.

As analogias, são omnipresentes na ciência, na teoria e na experimentação. Casos de inovação conceptual, onde o cruzamento de dois tipos de analogias leva a uma descoberta são relatados em muitos artigos.

A analogia proporciona tanto um foco claro como um processo de filtragem.

Mesmo num ambiente organizado, sempre que se juntam serviços, pessoas ou processos no desenvolvimento de um produto, é possível que os talentos de especialistas, proponham mudanças justificadas individualmente, mas que seriam erradas para a visão geral do produto.

Aqui a analogia é utilizada para tornar a inovação clara e específica.

É fácil ficar distraído ou mudar de foco quando um produto passa pelo processo de desenvolvimento. Quando se trata de um processo de inovação, o desenvolvimento da ideia, ganha mais clareza, mas também muda, e a mudança pode matar a ideia.

A analogia não é apenas um ponto focal da definição de uma ideia, a analogia também orienta, alinha e põe em evidência o produto.

O caminho do sucesso é feito com clareza e com o uso da analogia é mais provável que uma ideia seja solidificada na forma como foi originalmente concebida.

Descobrir o domínio certo e o sítio certo para uma analogia não é fácil, para fazê-lo é necessária, muita energia.

O truque para usar uma analogia, é perceber que já existem coisas que sabemos sobre o que nos poderia ajudar a resolver um problema novo.

Look and see to the idea!
Junho 22, 2010

(Texto em Português depois deste)

The sight in my service!

“Wake in the morning with an idea but because of my hygiene habits I no longer remember what it was!”

Was as important idea as the other I also forgot that when I went to bed, and which I only have a memory that was something that made me vibrate.

Yeah! It happens to those who do not have any habits like using a napkin or tissue paper and a pen!

Write down your ideas for later recall.

Sometimes ideas occur to us but we feel difficulty in expressing them.

If we try express them visually even if “no way to design”, easily verified that the result is very positive. We save in the speeches of explanations and comparisons and speak a universal language.

Added advantages like the fact that based on initial ideas emerge new points of interest, quickly shared by whoever is watching us.

A simple napkin (most!) at lunchtime can carry loose ideas for the afternoon or the next day.

It’s a great tool to leverage effectively in decision making. Not necessarily have to choose between A and B, we can create.

The preview takes charge of anxiety in the presentation of our views and may even turn into moments of good mood.

Everything we need to do is to think about the preview of the presentation as a facilitator of ideas and approach problems and solutions.

The use of the software can help us to organize our ideas and so find relationships and connections in the product of our creativity.

They are also excellent resources a whiteboard, post it or napkins in training, problem solving (identification) in ideation or planning to visualize the thought.

The ideas can arise spontaneously, but sometimes we feel the need to solve problems and we have to arrive to the generation of ideas.

In this case the use of visual analogies, improve the quality of solutions for creatives and in many cases some instructions for the use of analogies are considered critical factors for success.

Analogies can also involve transfer of emotions from a source to a target.

One of the nicest uses of analogy is to make people laugh, creating the emotional state of joy or fun. Most of what makes a funny analogy is an amazing combination of consistency and inconsistency.

An analogy generates positive emotions involved in inspiration and self -confidence.

“The use by people of similar models like similar, for them, may suggest new possibilities for what is intended to accomplish. The inference that I might be able to do something can generate great excitement at the prospect of such an achievement. ” (Thagard )

So to come to this realization, I can use or experiment a direct analogy of the type:

“How have been solved similar problems?

We see that people who work with creativity usually work with drawings, especially in the form of drawing, and craft objects or primitive models.

We know that creativity is the link and reconstruction of the experiences we have in our mind. But what kinds of visual stimuli affect the quality of a solution. We’re not talking about sudden ideas, without any destination, we are talking about solving problems.

Considering two types of visual stimuli a random (images of the day) and others presented similar to a solution, we found that visual stimuli stimulate the forms of product, while the stimulus solution stimulate functional aspects of the project, the alleged solution to our problem.

Many times we have difficulty to communicate visually, because what we create, it was not what we or others actually see. We create what we remember and we remember  what we watched, not what we see.

 

 

A visão ao meu serviço!

Acordo de manhã com uma ideia mas por causa dos meus hábitos de higiene já não me lembra qual era!

Era tão importante como a outra que também esqueci quando me ia deitar, e da qual só ficou uma a memória de que era algo que me fazia vibrar.

Pois é! Acontece a quem não tem alguns hábitos como utilizar um guardanapo ou um lenço de papel e uma esferográfica.

Anote as suas ideias para mais tarde recordar.

Outras vezes ocorrem-nos ideias mas  sentimos dificuldade em expressá-las.

Se procurarmos expressá-las visualmente, mesmo “sem jeito para o desenho”, facilmente verificamos que o resultado é muito positivo. Poupamos em discursos de explicações e comparações e falamos uma linguagem “universal”.

Acrescem vantagens como o facto de, com base em ideias iniciais surgirem novos pontos de interesse, rapidamente partilhados por quem nos observa.

Um simples guardanapo (a mais!!) à hora de almoço pode transportar ideias soltas para a tarde ou para o dia seguinte.

É um óptimo instrumento para alavancar eficácia em tomada de decisão. Não temos necessariamente de optar entre A e B, podemos criar.

A visualização retira carga de ansiedade na apresentação dos nossos pontos de vista e até pode transformar-se em momentos de boa disposição.

Tudo, o que precisamos fazer é pensar na visualização como facilitadora da apresentação de ideias e da abordagem de problemas e soluções.

O recurso a um software pode ajudar-nos a organizar as nossas ideias e assim encontrar relações e conexões no produto da nossa criatividade.

São também óptimos recursos um quadro branco, o post-it ou os guardanapos quer em formação, na resolução de problemas (identificação), em ideação ou planeamento para visualizar o pensamento.

As ideias podem surgir espontaneamente, mas por vezes sentimos necessidade de resolver problemas e temos de provocar a geração de ideias.

Neste caso o uso de analogias visuais, melhoram a qualidade das soluções dos criativos e em muitos casos algumas instruções para o uso de analogias são consideradas factores críticos para o sucesso.

As analogias também podem envolver transferência de emoções de uma fonte para um alvo.

Um dos usos mais agradáveis de analogia é fazer as pessoas rirem, gerando o estado emocional de alegria ou divertimento. A maior parte do que faz uma analogia engraçada é uma combinação surpreendente de congruência e incongruência.

Uma analogia gera emoções positivas envolvidas na inspiração e auto-confiança.

“O uso pelas pessoas, de modelos como análogos, para si mesmo, pode sugerir novas possibilidades para o que se pretende realizar. A inferência de que eu possa ter a capacidade de fazer algo, pode gerar grande entusiasmo com a perspectiva de tal realização”. (Thagard)

Então, para chegar a essa realização, eu posso usar ou experimentar, uma analogia directa do tipo:

“Como têm sido resolvidos problemas semelhantes?

Quem trabalha com criatividade normalmente trabalham com desenhos, especialmente sob a forma de desenho, e com objectos artesanais rudimentares ou modelos. Alguns estudos sugerem que a estimulação visual apresenta melhores resultados que a estimulação objectual.

Sabemos que a criatividade é a correlação e reconstrução das experiências que temos em nossa mente. Mas que tipos de estímulos visuais influenciam, a qualidade de uma solução. Não estamos a falar de ideias repentinas, sem qualquer destino, estamos a falar de resolução de problemas.

Considerando dois tipos de estímulos visuais, uns aleatórios (imagens diárias) e outros apresentados de forma semelhante a uma solução, verificamos que os estímulos visuais estimulam as formas do produto, enquanto os estímulos solução estimulam aspectos funcionais do projecto, pretensa solução para o nosso problema.

Muitas vezes temos dificuldade de, comunicar visualmente, porque o que nós criamos, não é o que nós ou os outros realmente vêem. Nós criamos o que nós recordamos e lembramos aquilo a que prestamos atenção, não o que nós vemos.

Choose ideas as seeds of innovation!
Junho 21, 2010

(Texto em Português depois deste)

See the paths of ideas.

Going from ideas and opportunities for products and services have traditionally been seen as the role of business and industry.

This is still largely true, but often good ideas cannot make a trip to the creation of products, services and even new businesses.

New and good ideas, it is said often are not as vulgar as that. Many good ideas reside in the queue but others were killed by neglect or lack of competencies.

This happens partly because many of the ideas that were released did not find a fertile environment to germinate. Moreover many of the evaluators or evaluation teams of ideas do not meet the minimum requirements for the job!

Imagine our small garden or yard like a small business or our farm like a big company. Any of these environments to be productive in need of care ranging from working the soil, sow with knowledge, deal with its growth and harvest. For all that is necessary the knowledge of the farmer that being alone does not progress or adapt to a changing environment.

With the ideas you pass the same! The key to the development of ideas and the collection of products is collaboration.

The author or creator of an idea or its re

presentation must be of an amount of information that is not always explicit.

When someone in the company proposes a new concept the first reaction is instinctive and the idea will be approved or rejected . It is anyway an evaluation process that immediately labels the idea and for which you must be awake. The ideas do not choose who should cultivate or promote its cultivation.

The most radical ideas are more easily subject to the barrier of conservatism and good ideas usually the first to sound ridiculous.

In a company as well as being necessary to promote the generation of ideas balancing on capital of existing knowledge and in a context, it is also necessary to follow an evaluation process of ideas that do not kill the bud.

The most effective means to perform an initial analysis of an idea is an assessment based on criteria , that is , it is necessary to establish some basic criteria that are essential to determine whether or not it is likely that an idea and works well.

At this stage the farmer selected the best ideas in the light soils and it has the region’s climate and other human and physical resources.

It is important to focus on that when employees of a company launching an idea for approval or discussion it should contain some basic ingredients:

– The idea is certainly the future!

– The idea fits the company’s strategy or give rise to a good deal.

– The idea can be converted into products or services that bring added value.

– You can test the idea.

– The idea withstands adversity.

If eventually we forget how many ideas are saved the best we have to do is review them and reevaluate them!

Many of the old ideas that were rejected, possibly today are seeds of innovation.

Not always a farmer uses the same kinds of seeds on the ground that enjoys.

 

Escolher as ideias como sementes de inovação!

Caminhos das ideias.

Passar de ideias e oportunidades para produtos e serviços tem sido tradicionalmente visto como o papel das empresas e da indústria.

Isso é ainda em grande parte verdade, mas, muitas vezes, as novas ideias não conseguem fazer uma viagem para a criação de produtos, serviços e até novas empresas.

Novas ideias e boas, diz-se com frequência, não são tão vulgares quanto isso. Muitas boas ideias residem em filas de espera, outras há que foram mortas por negligência ou falta de competência.

Isto acontece, por um lado porque muitas das ideias que foram lançadas não encontraram um ambiente fértil para germinarem. Por outro lado muitos dos avaliadores ou equipas de avaliação de ideias não cumprem os requisitos mínimos para a função!

Imaginemos a nossa pequena horta ou jardim à semelhança de uma pequena empresa ou a nossa quinta à semelhança de uma grande empresa. Qualquer destes ambientes para ser produtivo precisa de cuidados que vão desde trabalhar o solo, semear com saber, tratar do seu crescimento e colheita. Para tudo isso é necessário o saber do agricultor que estando sozinho não progride nem se adapta às mudanças do meio.

Com as ideias passa-se o mesmo! A chave do desenvolvimento de ideias e da colheita dos produtos é a colaboração.

O autor ou criador de uma ideia ou da sua representação é possuidor de uma quantidade de informação que nem sempre é explícita.

Quando alguém numa empresa propõe um novo conceito a primeira reacção é instintiva, e será de aprovação ou de rejeição. É de qualquer forma um processo de avaliação que imediatamente rotula a ideia e para o qual é necessário estar desperto. As ideias não escolhem quem as deve cultivar ou promover o seu cultivo.

As ideias mais radicais estão sujeitas com mais facilidade à barreira do conservadorismo e normalmente as boas ideias a primeira vez soam a ridículo.

Numa empresa para além de ser necessário fomentar a geração de ideias, aproveitando o capital de conhecimento existente e contextualizado, é também necessário seguir um processo de avaliação de ideias que não as mate à nascença.

Os meios mais eficazes de executar uma análise inicial de uma ideia é uma avaliação baseada em critérios, isto é, é necessário determinar alguns critérios básicos que são essenciais para determinar se é provável ou não que uma ideia funcione e bem.

Nesta fase o agricultor seleccionou as melhores ideias tendo em conta os solos que dispõe bem como o clima da região e os restantes recursos humanos e físicos.

É importante focar que quando os colaboradores de uma empresa lançam uma ideia para aprovação ou discussão ela deve conter alguns ingredientes fundamentais:

– A ideia tem seguramente futuro!

– A ideia encaixa-se na estratégia da empresa ou pode dar origem a um bom negócio.

– A ideia pode ser convertida em produtos ou serviços que trazem mais-valia.

– É possível testar a ideia.

– A ideia resiste às adversidades.

Se eventualmente nos esquecemos de quantas ideias estão guardadas o melhor que temos a fazer é revê-las e reapreciá-las!

Muitas das ideias antigas que foram rejeitadas, possivelmente são hoje sementes de inovação.

Nem sempre um agricultor utiliza os mesmos tipos de sementes no terreno que usufrui.

Using observation to meet needs
Junho 20, 2010

(Texto em Português depois deste)

The details that make a difference!

People are used to look at the whole as the image they want to capture for later incorporate as knowledge.

This is useful because they allow a greater assimilation of sets and facilitates responses by elimination, addressing situations of adversity.

An understanding of how the acquisition, translation and distribution of information are processed in individuals can help an organization to deal with adversity or favorable moments for their development.

The organizations are not isolated cells in an environment and despite everyone thinking so many organizations and their primary responsibility living in silos.

The external environment of a person or organization has been defined as the environment that includes all events and / or variables in the world that has any effect on the activities or results of a person or organization.

It is this environment that will bring us the wealth of information needed to update our knowledge and looking for a new world.

The observation planes we build, to identify this world are full of details that require attention and expertise.

Some managers sometimes remind the gargoyles on top of buildings.

That world includes data and behaviors, the latter being crucial for the survival of our relationship with others. And are the details (some) that make a difference, details that we detected through observation and often feel the need to experiment.

There is a longstanding distinction between experimentation and observation.

To experience it is necessary to isolate, prepare and handle things in the hope of producing useful evidence. Note is to meet the interesting details of things perceived under conditions more or less natural, or, by extension, things perceived during an experiment.

Look for an orange, and enjoy their color and shape would be observing it. Extract the juice and apply reagents to measure the acidity would be to conduct an experiment.

If the aim of our observation is to know what feelings and emotions of people in the face of certain stimuli does not necessarily have to use the trial. Just look at the situations identified with the stimuli, or questioning people.

But to observe or ask people there are some basics below:

– People do not predict what they can do in the future.

– People amplify the truth to be closer than they think we want to hear, or what is socially acceptable.

– By telling what they do, people are saying what they remember what they do.

– When reporting what they remember, people rationalize their behavior.

It is also important to note that the observers do not always use declarative sentences to describe the results observed, not always achieve desirable levels of empathy. To observe we often use drawings, photographs, make audio or video recordings, etc.

The detail or small point is a differentiator and is watching him that we create conditions to innovate and meet the needs of people.

 

 

Os pormenores que fazem a diferença!

As pessoas estão habituadas a olhar para o todo como sendo a imagem que querem captar para posteriormente incorporarem como conhecimento.

Isso é útil porque permitem uma assimilação maior de conjuntos e facilita respostas, por eliminação, face a situações de adversidade.

Uma compreensão de como a aquisição, tradução e distribuição da informação é processada nos indivíduos, pode auxiliar uma organização a lidar com as circunstâncias adversas ou favoráveis no seu desenvolvimento.

As organizações não são células isoladas num ambiente e apesar de toda a gente pensar assim muitas organizações e os seus principais responsáveis vivem em silos.

O ambiente externo a uma pessoa ou organização, tem sido definido como o ambiente que inclui todos os eventos e/ou variáveis no mundo que tenha qualquer efeito sobre as actividades ou resultados de uma pessoa ou organização.

É esse ambiente que nos vai trazer toda a riqueza de informação, necessária à actualização do nosso conhecimento e à procura de um mundo novo.

Os planos de observação que construímos, para identificar esse mundo, estão repletos de pormenores que exigem atenção e perícia.

Alguns gestores fazem lembrar por vezes as gárgulas no topo dos edifícios.

Esse mundo inclui dados e comportamentos, sendo estes últimos cruciais para a sobrevivência do nosso relacionamento com os demais. E são os pormenores (alguns), que fazem a diferença, pormenores que detectamos através da observação e que muitas vezes sentimos necessidade de experimentar.

Existe uma distinção de longa data entre a experimentação e a observação.

Para experimentar é preciso isolar, preparar e manipular as coisas na esperança de produzir provas úteis. Observar é atender aos pormenores interessantes de coisas percebidas sob condições mais ou menos naturais, ou, por extensão, as coisas percebidas no decorrer de uma experiência.

Olhar para uma laranja, e apreciar a sua cor e forma seria observá-la. Extrair o sumo e aplicar reagentes para medir a acidez seria realizar uma experiência.

Se o objectivo da nossa observação é saber quais os sentimentos e emoções das pessoas face a determinado estímulo, não temos necessariamente de utilizar a experimentação. Basta observar em situações identificadas com os estímulos, ou questionar as pessoas.

Mas para observar ou questionar as pessoas há alguns princípios a seguir:

– As pessoas não prevêem o que podem fazer no futuro.

– As pessoas amplificam a verdade para estar mais perto do que elas acham que nós queremos ouvir, ou que é socialmente aceitável.

– Ao contar o que fazem, as pessoas estão a dizer do que elas se lembram que fazem.

– Ao relatar o que se lembram, as pessoas racionalizar o seu comportamento.

É importante, ainda, ter em conta que os observadores não usam sempre sentenças declarativas para relatar os resultados observados, isto é nem sempre atingem níveis de empatia desejáveis. Para observar frequentemente desenhamos, fotografamos, fazemos gravações de áudio ou vídeo, etc.

O detalhe ou pormenor é diferenciador e é ao observá-lo que criamos condições para inovar e satisfazer as necessidades das pessoas.

 (Texto adaptado de um artigo deste blog)

Building bridges for collaboration on knowledge!
Junho 18, 2010

(Texto em Português depois deste)

Building bridges for collaboration!

Under Construction!

 

We are curious people especially when we look inside ourselves and see that all mental processes derive, ultimately, of sensory perception, i.e. the senses of sight, hearing, taste, touch and smell.

And all this, sensory perception, in turn, is conditioned by four factors:

–      The sensitivity of our body.

–      The character or quality of the stimuli to which we are subject.

–      The degree of impact that past experience had on us.

–      The purpose or the joint of the surrounding.

This conditioning of course differs from individual to individual and from situation to situation, but without wanting to abuse the labeling, can say that standardization comes at some point common to all these elements of the process of perception.

Yet it is the impact that our past experience and accumulated that standardization is rooted more.

The new experiences that bring many sensations are compared and related to the experience and records accumulated over the years.

It is no coincidence that this flavor reminds me of my grandmother’s sweet!

A face, a melody, a scent is like or similar depending on the degree of compliance with the standards established by past experience.

The final step in the perceptual process involves some kind of action in response to environmental stimuli. This could involve a variety of actions such as turning the head to allow a closer look or restructuring away to look for something else.

With a little knowledge seeing the same demand for analogies to integrate information and assign relevance and importance to immediate classification and registration, or to reject or store in any drawer for later recall.

Without some form of relationship, i.e. without any kind of classification, the construction pattern and the perception of default would be impossible to be communicable.

In the background we use a common language, the same encoding and decoding system that our peers if we want to understand.

We tried to identify useful information available and use frameworks for classifying as to its validity and utility in a given context. It is no coincidence that, even without being aware of what we do, we change the way we respond to various stimuli according to the environment and the people therein.

But we need today with the amount of information available, to build bridges to identify patterns, are globally accepted. The various cultures that information crosses produces effects similar to those seen in the transcripts of documents for centuries.

Increasingly, information is people-centered and a process of adaptation is constantly required.

Then to find the essence of the information collected is necessary to distill and recycle all the waste that there are imbued. There are severe changes in meaning by translation without context.

It is therefore necessary to ask questions, many questions without offending the ears of the listener.

You must know what is still lacking and it is necessary to know what we need. Every day you will be missing something.

You must be available to more and more information.

You must learn to learn!

 

Construir pontes para a colaboração!

Em construção!

 

Nós somos pessoas curiosas principalmente quando olhamos para dentro de nós e verificamos que todos os processos mentais derivam, em último caso, da percepção sensorial, isto é, dos sentidos da visão, audição, paladar, tacto e olfacto.

E tudo isto, a percepção sensorial, por sua vez, é condicionado por quatro factores:

A sensibilidade do nosso organismo.

O carácter ou a qualidade dos estímulos a que estamos sujeitos.

O grau de impacto que as experiências passadas tiveram em nós.

O conjunto ou finalidade do envolvente.

Este condicionamento difere naturalmente de indivíduo para indivíduo e de situação para situação, mas sem querer abusar de rotulagem, pode-se dizer que a padronização toca nalgum ponto comum a  todos estes elementos do processo de percepção.

Contudo é no impacto que a nossa experiência passada e acumulada que a padronização mais se enraíza.

As novas experiências que trazem consigo inúmeras sensações, são comparadas e relacionadas com as experiências e registos acumulados ao longo dos anos.

Não é por acaso que aquele sabor me faz lembrar o doce da minha avó!

Uma cara, uma melodia, um aroma são similares ou semelhantes dependendo do grau de conformidade com os padrões criados pela experiência passada.

A etapa final do processo perceptivo envolve algum tipo de acção em resposta a estímulos ambientais. Isso poderia envolver uma variedade de acções, como virar a cabeça para possibilitar um olhar mais atento ou reestruturação de distância para olhar para outra coisa.

Com o conhecimento assistimos um pouco à mesma procura de analogias para integrarmos informação e atribuir relevância e importância para imediata classificação e registo, ou então para rejeitarmos ou arrumarmos em qualquer gaveta para mais tarde recordar.

Sem alguma estrutura de relacionamento, ou seja, sem alguma espécie de classificação, a construção de padrão e a percepção de padrão, seriam impossíveis de serem comunicáveis.

No fundo usamos uma linguagem comum, o mesmo sistema de codificação e descodificação que os nossos pares, se nos queremos entender.

Nós procuramos identificar a informação útil disponível e utilizamos quadros de referência para a classificarmos quando à sua validade e utilidade num determinado contexto. Não é por acaso que, mesmo sem estarmos conscientes do que fazemos, alteramos a nossa forma de resposta a vários estímulos de acordo com o meio ambiente e as pessoas que dele fazem parte.

Mas é preciso, hoje com a quantidade de informação disponível, estabelecer pontes que permitam identificar padrões, globalmente aceites. As diversas culturas que a informação atravessa, produzem efeitos semelhantes aos verificados nas transcrições de documentos durante séculos.

Cada vez mais a informação está centrada nas pessoas e um processo de adaptação é constantemente exigido.

Depois, para encontrar a essência da informação recolhida, é necessário destilar e reciclar todos os resíduos que lá se encontram imbuídos. Há transformações graves em significados pela tradução sem contexto.

É portanto necessário fazer perguntas, muitas perguntas, sem ofender os ouvidos do interlocutor.

É necessário saber o que ainda falta e para isso é necessário saber o que precisamos. Todos os dias irá faltar alguma coisa.

É preciso estar disponível para mais e mais informação.

É preciso aprender a aprender!

Storytelling and prototypes!
Junho 17, 2010

(Texto em Português depois deste)

The prototypes and the kids!

When I see children playing wonder what will happen through their heads while handling those objects that mimic the objects used by adults.

They do not give them the same use than their parents but almost always have more fun than these. Storytelling add functions and solve problems that despite fantastic are often symbols of dramatic situations.

And all this happens with a story and a prototype or reduced imitation of a being or object.

“The prototypes are used to push towards concrete evidence at each stage of the journey of innovation. At IDEO, we use prototypes to provide the parties with the capacity to evaluate an idea, through direct and experiential learning, and create a common vision that informs all involved. The prototyping is increasingly valuable as we face more abstract design concepts for business ecosystems and the large-scale space plans. “- Tim Brown

The stories exist as to the content or organization of a subject within a system or as stories told around the people, settings and activities that used an interactive system. The same elements that contribute to a compelling story, novel or movie are important to a successful product or service offering.

Good stories contain within itself a construct “unique” that is the journey of an idea or process by which it passes.

“There’s discovery to be made and wonder to be felt on the journey that not only enrich the final, but in many ways define it.” J. J. Abrams

With an effective narrative, the ideas are embraced and adopted by the recipient. It’s a happy ending that came in a rapid efficient and effective way.

We need to tell stories using the medium that best fits the message from video, immersive environments, narrative, animation, even comic books to convey the intent.

The idea or product contains a potential stream of emotions that matter.

– I’m a huge fan of prototyping. Prototyping just about anything is faster and more effective than ever before. It makes hypothetical questions go away and surfaces real issues. It gets things moving. And most important of all, prototyping eliminates fear…

 Here’s my new prototype rule of thumb: your prototype has to be better (better build quality, faster interface, better lighting, whatever) than the finished product is going to be. That’s what people expect anyway–they see your prototype and take off 20% for reality. – Seth Godin

This is a clear situation in some cases, the prototype is better than the final product, however the prototype in his journey to fulfill its mission to overcome barriers and challenges not foreseen, which in itself is an added value to view .

The story of building the final prototype has a doubly happy final, satisfy the desires and needs of the client and feed the knowledge of the organization that develops the idea.

Contar histórias e protótipos!

Os protótipos e as crianças!

Quando vejo crianças a brincar imagino o que se passará pelas suas cabeças ao manusear aqueles objectos que imitam os objectos utilizados pelos adultos.

Elas não lhes dão o mesmo uso que os seus pais no entanto quase sempre se divertem mais do que estes. Contam histórias, acrescentam funções e resolvem problemas que apesar de fantásticos são muitas vezes símbolos de situações dramáticas.

E tudo isto acontece com uma história e um protótipo ou imitação reduzida de um ser ou objecto.

“Os protótipos são usados para empurrar em direcção à prova concreta em cada etapa da viagem de inovação. No IDEO, usamos protótipos para proporcionar às partes com a capacidade de avaliar uma ideia, através da aprendizagem directa e experiencial, e criar uma visão comum que informa todos os envolvidos. A prototipagem é cada vez mais valiosa à medida que temos de enfrentar conceitos de design mais abstractos de ecossistemas de negócios e para os planos espaciais de grande envergadura.” – Tim Brown

As histórias existem como o conteúdo ou a organização de um tema dentro de um sistema ou como histórias contadas em torno das pessoas, definições e actividades em que é utilizado um sistema interactivo. Os mesmos elementos que contribuem para uma história convincente, filme ou novela são importantes para um produto de sucesso ou oferta de serviços.

As boas histórias contêm em si uma construção “unique” que é a viagem de uma ideia ou processo pelo qual ela passa.

“Há descoberta a ser feita e maravilha a ser sentida na viagem que não só enriquecem o final, mas em muitos aspectos o definem. J.J. Abrams

Com uma narração eficaz, as ideias são abraçadas e aprovadas pelo destinatário. É um final feliz que chegou de uma forma rápida eficiente e eficaz.

Para contar histórias devemos usar o meio que melhor se adapta desde a mensagem de vídeos, ambientes imersivos, narrativas, animações, até mesmo quadrinhos para transmitir a intenção.

A ideia ou produto contêm um potencial de emoções que importa transmitir.

– Eu sou um grande fã de prototipagem. Prototipagem apenas sobre qualquer coisa é mais rápido e mais eficaz do que nunca. Faz perguntas hipotéticas ir embora e superfícies problemas reais. Ele faz as coisas em movimento. E o mais importante de tudo, prototipagem elimina o medo.

Aqui está o meu novo protótipo regra de ouro: o protótipo tem que ser melhor (Melhor qualidade de construção, interface mais rápida, melhor iluminação, seja qual for) que o produto final vai ser. Isso é o que as pessoas esperam de qualquer forma – vêem o seu protótipo e tirar 20% para a realidade – Seth Godin

Esta é uma situação clara em alguns casos, o protótipo é melhor do que o produto final, no entanto o protótipo na sua viagem cumpriu a sua missão ao ultrapassar barreiras e enfrentar desafios não previstos, o que por si só é um valor acrescentado à ideia.

A história da construção do protótipo tem um final duplamente feliz, satisfaz os desejos e necessidades do cliente e alimenta o conhecimento da organização que desenvolve a ideia.

Our face facing the known and unknown
Junho 15, 2010

(Texto em Português depois deste)

 

Our face and their faces!

If we observe systematically the face of people, we find that there is a limited range of motion, and that the terms have very small differences, to enable major differences. Only with much observation  you notice small details that often make the difference.

Some faces are misunderstood because they have traits, creased by time and experience, which do not correspond to the emotions felt by people. Other times, certain expressions are similar to expressions already observed in other people and situations, but that has nothing in common.

It is a process of observation and knowledge that needs refining.

Facial expressions are primarily a communicative function and convey something about the intentions or internal states of a person, therefore we use the term “expression” to represent the emotions we feel.

Physiologically facial expression, not predominantly voluntary, is the result of the positions of the muscles of the face. These movements convey our state, those around us and are part of our nonverbal communication.

The close link between emotion and expression also can translate specific situations, such as the fact that, by voluntarily assuming an expression can actually cause the associated emotion.

Our knowledge is not exclusively for collecting written information, either digital or not. Information collection on a personal relationship is much broader than that which is performed by warehouse person or via the Web

The knowledge of the environment surrounding the situation where a body expression is expressed, reflecting a more real meaning of what is intended to convey.

Here are some expressions that make us question the raison d’être:

Expressions of joy are easily and universally recognized, and are interpreted as transmission of messages related to enjoyment, pleasure, a positive attitude, and friendliness.

Being a knowledge owner leads to happiness.

The expressions of grief are often conceived as opposites, because of the action of the corners of the mouth to be the opposite. Not so simple as it sounds!

The lack of knowledge can cause sadness.

Expressions of anger are very common today, given the amount of situations that cause frustration.

The anger has nothing to do with knowledge.

The expressions of fear also rose in the ranking of nonverbal communication. Most common situations of personal insecurity lead to the growth of these expressions.

Fear is often a result of lack of information.

The expressions of surprise, unfortunately, are more frequent due to lack of knowledge, than by the happy discovery of something new. Many unexpected situations are a result of lack of preparation or oversight.

Creativity provides surprise and leverage knowledge.

Many other expressions could be focused here, to better understand the meaning behind the words we hear or read. These include whether the contempt, shame and fright.

But there is one that I particularly like exercising, laughing.

Laughter is an audible and visible expression that reveals the appearance of happiness. It results from jokes tickling or other stimuli, or a feeling of joy inside (laughing inside). In most cases, it is a very pleasant, apart from cynicism.

Laughter is a mechanism that we all have. Laughter is global. There are thousands of languages, hundreds of thousands of dialects, but everyone laughs the same way. Children laugh, even before speaking.

Learn to laugh, is not knowledge, is wisdom!

Smile and tell me how! Comments!

 

A nossa cara face ao conhecido e ao desconhecido

Se observarmos de forma sistemática a cara das pessoas, verificamos que existe uma gama limitada de movimentos, e que as expressões apresentam diferenças muito pequenas, para possibilitar grandes diferenciações. Só com muita observação se detectam pequenos detalhes que, frequentemente, fazem a diferença.

Alguns rostos, são mal entendidos por possuírem traços, vincados pelo tempo e experiências, que não correspondem às emoções sentidas pelas pessoas. Outras vezes, certas expressões assemelham-se, a expressões já observadas noutras pessoas e situações, mas que nada tem em comum.

É um processo de observação e conhecimento que carece refinação.

As expressões faciais têm principalmente uma função comunicativa e transmitem algo sobre as intenções ou estados internos de uma pessoa, daí usar-se a palavra expressão para representar as emoções que sentimos.

Fisiologicamente a expressão facial, não predominantemente voluntária, é resultado das posições dos músculos do rosto. Estes movimentos transmitem o nosso estado, aqueles que nos rodeiam e fazem parte da nossa comunicação não verbal.

A estreita ligação entre a emoção e a expressão, também, pode traduzir situações particulares, como o facto de, ao assumir voluntariamente uma expressão, poder realmente causar a emoção associada.

O nosso conhecimento não passa exclusivamente pela colecta de informação escrita, seja ela digital ou não. A recolha de informação no relacionamento pessoal é muito mais abrangente do que aquela que é realizada por entreposta pessoa ou via Web.

O conhecimento do ambiente, envolvente à situação, onde uma expressão corporal é manifestada, traduz um significado mais real daquilo que se pretende transmitir.

Eis algumas expressões que nos fazem questionar, a sua razão de ser:

Expressões de alegria são facilmente e universalmente reconhecidas, e são interpretados como transmissão de mensagens relacionadas com a fruição, o prazer, uma atitude positiva, e simpatia.

O ser possuidor de conhecimento induz alegria.

As expressões de tristeza são frequentemente concebidas como opostas, por causa da acção dos cantos da boca ser o oposto. Não é assim tão simples como parece!

A ausência de conhecimento, pode causar tristeza.

Expressões de raiva, são muito frequentes hoje, dada a quantidade de situações que nos provocam frustração.

A raiva nada tem a ver com conhecimento.

As expressões de medo também cresceram no ranking da comunicação não verbal. Situações mais comuns de insegurança pessoal levam ao crescimento dessas expressões.

O medo é muitas vezes resultado de falta de informação.

As expressões de surpresa, infelizmente, são mais frequentes por falta de conhecimento, do que pela descoberta feliz de algo novo. Muitas situações inesperadas resultam da falta de preparação ou descuido.

A criatividade proporciona surpresa e alavanca conhecimento.

Muitas outras expressões poderiam ser focadas aqui, para entendermos melhor o significado que está subjacente às palavras que ouvimos ou lemos. Entre elas incluem-se o desprezo, a vergonha e o susto.

Mas há uma, que eu gosto particularmente de exercitar, o riso.

O riso é uma expressão visível e audível que revela o aparecimento de felicidade. Resulta de piadas, cócegas ou outro tipo de estímulos, ou um sentimento de alegria para dentro (rindo por dentro). Na maioria dos casos, é uma sensação muito agradável, excepção feita ao cinismo.

O riso é um mecanismo que todos temos. O riso é global. Existem milhares de línguas, centenas de milhares de dialectos, mas todos riem da mesma maneira. As crianças riem, mesmo antes de falar.

Saber rir, não é conhecimento, é sabedoria!

Sorria e diga-me como é! Comente!

Este artigo foi adaptado e traduzido de um outro deste blog!

 

The “new wisdom”!
Junho 14, 2010

(Texto em Português depois deste)

 

The development of wisdom in the trial!

The expertise, allows us to make judgments on specific issues and thus in this way, advise, consent to or refuse to act on things.

Advice on difficult issues and uncertain of life, are not from the same structure in any part of the globe. In Asian countries for example we don’t see wisdom in the same way that we call it in western culture.

Wisdom is a concept rich in historical and cultural significance and individual factors of “traditional” wisdom, when worked can be used for building a new and more practical wisdom adapted to the requirements of the trial of century XXI.

The “new wisdom” can be seen as a bunch of adults’ skills, something similar to our practical intelligence.

Practical intelligence is the combination of acquired knowledge to accomplish daily activities, through various means. It is the art of doing the right thing at the right time, or applies the right knowledge at the right time. Not being a transferable knowledge can be made some acquisitions over the constant observation of patients with this capability.

Today we talk a lot of success, because it is widespread concern in society. Everyone wants and needs to successfully face the ease with which it is compared with the other elements of our ecosystem.

By Web 2.0 we discovered without great fatigue or research, which exist in the global world thousands of experts and gurus in any area. They are the “wise men of the century XXI”.

Some are successful people, others want to be. Each of us holds a potential for success and therefore they accept that our interlocutor is a wise, without raising serious doubts.

Success requires wisdom through experience and practical intelligence.

Success is wisdom with utility!

It is true that the academic monopoly of wisdom was king and lord in daily life of people and businesses for many years and even centuries. Today against the widespread use of new technology knowledge exceeded those academic barriers and there are already open borders and an exchange of synergies between the two domains.

This is because the need was felt (curiosity) to know and meet the needs of people. It was then that the practical intelligence gained status for them by relying on creativity.

The need for “time” and “on time, has brought a smooth combination of analytical intelligence, creative and practical.

– “The new wisdom!”

To be wise is absolutely vital to practice wisdom. Do not create jurisdiction without exercise, and if it were the new technologies would not have been treated by different cultures. It’s practical intelligence that helps us fill the void that is required for success, which is reached when making judgments about right.

Practical intelligence has been considered by organizations as one of the factors of greatest importance for the filling of posts in their structures. No matter that both disciplines attended the people, but what they are capable of doing.

It is this practical intelligence to which reference was made in typing and now being asked in Word or Excel. The notion that people acquire knowledge without awareness of what is being learned is reflected in the workplace when it comes to tacit knowledge.

Another essential difference between the practical intelligence and other referenced with IQ and EQ or QA is that while academic knowledge is knowing facts, practical intelligence is knowing “how.”

Sternberg found that the best way to identify practical intelligence is to ask people to list examples of success in solving problems at work, using skills they had learned to do their job in their day to day.

The small successes throughout life create the muscular structure of our knowledge.

And in practice, how are you? Share!

 

 

A evolução da sabedoria no julgamento!

O conhecimento especializado, permite-nos fazer julgamentos sobre matérias específicas e, assim dessa maneira, aconselhar, consentir ou negar a actuação sobre as coisas.

Os conselhos sobre questões difíceis e incertas da vida, não são oriundos da mesma estrutura em qualquer parte do globo. Nos países asiáticos, por exemplo, não se encara a sabedoria da mesma forma que na chamada cultura ocidental.

A sabedoria, é um conceito rico de significado histórico e cultural e os factores isolados da sabedoria “tradicional” de sabedoria, quando trabalhados podem ser utilizados para construir uma nova sabedoria mais prática e adaptada às exigências de julgamento do século XXI.

A “nova sabedoria” pode ser vista, como um conjunto das competências dos adultos, algo semelhante à sua inteligência prática.

A inteligência prática é o conjunto dos conhecimentos adquiridos ao realizarmos as actividades diárias, através de diversos meios. É a arte de fazer a coisa certa e no momento certo, ou aplicar o conhecimento certo na hora certa. Não sendo um conhecimento transferível, podem ser feitas algumas aquisições através da observação constante dos portadores dessa capacidade.

Hoje fala-se muito em sucesso, porque é uma preocupação generalizada na sociedade. Toda a gente quer e precisa de sucesso face á facilidade com que se é comparado com os outros elementos do nosso ecossistema.

Através da Web 2.0 descobrimos, sem cansaço ou grande pesquisa, que existem no mundo global milhares de especialistas e gurus em qualquer área. São os “sábios do séc. XXI.”

Uns são pessoas de sucesso, outros querem ser. Cada um de nós é detentor de um potencial de êxito e talvez por isso aceitemos que o nosso interlocutor é um sábio, sem levantar grandes reservas.

O sucesso através da sapiência requer experiência e inteligência prática.

O sucesso é sabedoria com utilidade!

É verdade que, o monopólio académico de sabedoria foi rei e senhor no quotidiano das pessoas e das empresas, durante longos anos e até séculos. Hoje face ao uso generalizado das novas tecnologias o conhecimento ultrapassou essas barreiras académicas e há já abertura de fronteiras e uma troca de sinergias entre os dois domínios.

Isto porque foi sentida a necessidade (curiosidade), de conhecer e responder às necessidades das pessoas. Foi nessa altura que a inteligência prática ganhou estatuto ao invocar para si a criatividade.

A necessidade da “hora” e na “hora, veio trazer uma combinação suave de inteligência analítica, criativa e prática. – “A nova sabedoria!”

Para se ser sábio é absolutamente vital que pratiquemos a sabedoria. Não se criam competências sem exercício, e se assim não fosse as novas tecnologias não teriam sido assimiladas pelas diferentes culturas. É a inteligência prática que nos ajuda a preencher o vazio que é exigido para o sucesso, que é alcançado ao fazer julgamentos mais certos.

A inteligência prática já foi considerada pelas organizações como um dos factores de maior importância para o preenchimento de lugares nas suas estruturas. Não importa tanto que disciplinas frequentaram as pessoas, mas sim o que são capazes de fazer.

É esta inteligência prática a que se fazia referência em dactilografia e hoje se pede em Word ou Excel. A noção de que as pessoas adquirem o conhecimento sem consciência do que está sendo aprendido é reflectida no local de trabalho quando se fala de conhecimento tácito.

Outra diferença essencial entre a inteligência prática e outras, referenciadas com QI e QE ou QA é, que enquanto o conhecimento académico é saber factos, inteligência prática é saber “como”.

Sternberg descobriu que a melhor maneira de identificar a inteligência prática é pedir às pessoas para relacionar exemplos de sucesso ao resolver problemas no trabalho, através de habilidades que tinha aprendido ao fazer o seu trabalho no seu dia-a-dia.

Os pequenos casos de sucesso ao longo da vida criam estrutura musculada no nosso saber.

E de prática, como é que está? Conte!

(Este artig0 foi adaptado de um outro deste blog e traduzido)