Knowledge, music and fun

 

From Ackoff  to Zappa

 

How often I think of the exercise of representation that we performed daily to talk to people, different people, but why force us to play different roles.

No matter what time of day or our physical posture because if we are talking with people we do not like and they do not watch us, our role is crazy.

And what a fool has to do with knowledge?

If we are talking to people we like but they do not pay attention, they are giving us “Back“. This happens because we’re bored and we are not aware of it.

For these cases we advise you a little reflection. After all did we like people who are not assertive?

If we are talking to people we do not like but we are being paid then, is work. Work should not be a sacrifice, so we must be careful with our first impression about people.

A first impression is not knowledge!

If we are talking to people we like and we are being paid, then yes, it is fun.  

An expected result when we transfer useful information and we keep an atmosphere of welcome.

These assumptions may be useful when we want to attain the wisdom that Russell Ackoff second part of the categories of the human mind:

Data – Symbols without meaning beyond its existence. The data can be a pest without treatment possible when not worked properly.

Information – Data that is processed to be useful and whose meaning is the result of a relational connection. There are many connections that cannot generate information but are great as a springboard for creativity.

Knowledge – Collect appropriate information which is intended to be helpful. Don’t stay by the intention and share this utility.

Understanding – the process which allows me to synthesize new knowledge from knowledge held previously. It is an important moment in the way of wisdom, especially if you join the color of the emotions.

Wisdom – Appeals to moral, ethical code. Asks questions to which it’s not easy answer. It is the process whereby we discern good from evil. Every nation with its use!

Frank Zappa in 1979 had a hierarchy a little different but no less wise:

Information is not knowledge,

Knowledge is not wisdom,

Wisdom is not truth,

Beauty is not love,

Love is not music,

And music is the best there is.

This passage from Ackoff for Zappa is useful to understand the context, in which the wisdom settles, shapes our wisdom and if we are wise today on an island tomorrow in a continent we are crazy.

When facing a new situation, for example enjoy a song, we seek an answer to discern right from wrong, good from evil, our mind seeks a precedent without regard to the emotions of past moments.

With the music can travel from one island to another and to dock in any distant peninsula and affect people’s emotions in different ways.

Certain types evoke sadness or anger while other types of induce feelings of well-being or happiness. The music is used in various settings to help set the mood of a room or to enhance an experience.

With the music does not need to play the fool. With the music we talk and have fun.

The power of music continuously affects the emotions of people and motivates them to change or drive.

Do you think music is knowledge?

 

Conhecimento,  música e diversão

De Ackoff para Zappa

Quantas vezes penso no exercício de representação que diariamente realizamos ao falar com pessoas, pessoas diferentes, mas que por isso nos obrigam a desempenhar papéis diferentes.

Não importa a hora do dia ou a nossa postura física porque se estamos a falar com pessoas de quem não gostamos e elas não nos prestam atenção, o nosso papel é de loucos.

E o que é que um louco tem a ver com conhecimento?

Se estamos a falar com pessoas de quem gostamos mas elas não nos dão atenção, elas estão a dar-nos “para trás”. Isto acontece porque somos aborrecidos e não temos consciência disso.

Para estes casos aconselha-se um pouco de reflexão. Afinal nós gostamos de pessoas que não são assertivas?

Se estamos a falar com pessoas de quem não gostamos mas estamos a ser pagos então, é trabalho. O trabalho não deve ser um sacrifício, por isso temos de ter cuidado com a nossa primeira impressão.

Uma primeira impressão não é conhecimento!

Se estamos a falar com pessoas de quem gostamos e estamos a ser pagos, aí sim, é diversão.  

Um resultado esperado quando a informação que transferimos é útil e mantém um clima de acolhimento.

Estes pressupostos poderão ser úteis quando pretendemos atingir a sabedoria que segundo Russel Ackoff faz parte das categorias da mente humana:  

Dados – Símbolos sem significado para além da sua existência. Os dados podem ser uma praga sem tratamento possível quando não trabalhados correctamente.

Informação – Dados que são processados para serem úteis e cujo significado resulta de uma conexão relacional. Há muitas conexões que podem não gerar informação mas são óptimas como alavanca para a criatividade.

Conhecimento – Recolha adequada de informação cuja intenção é ser útil. Não fiquemos pela intenção e partilhemos essa utilidade.

Compreensão – Processo que me permite sintetizar novos conhecimentos a partir do conhecimento que detinha anteriormente. É um momento importante a caminho da sabedoria, principalmente se lhe juntarmos a cor das emoções.

Sabedoria – Apela à moral, código ético. Faz perguntas para o que não tem resposta fácil. É o processo pelo qual nós discernimos o bem do mal. Cada povo com seu uso!

Frank Zappa, em 1979, apresentava uma hierarquia um pouco diferente mas nem por isso menos sábia:

Informação não é conhecimento,

Conhecimento não é sabedoria,

Sabedoria não é a verdade,

Beleza não é o amor,

Amor não é música,

E música é o melhor que há.

Esta passagem de Ackoff para Zappa é útil para entendermos que o contexto onde a sabedoria se instala, molda a nossa sabedoria e se hoje somos sábios numa ilha amanhã somos loucos num continente.

Quando enfrentamos uma situação nova, por exemplo apreciar uma música, procuramos uma resposta para discernir o bem do mal, o bom do mau, a nossa mente procura um precedente sem levar em conta as emoções de momentos passados.

Com a música podemos viajar de uma ilha para outra e aportar numa qualquer península distante e afectar as emoções das pessoas de maneiras diferentes.

Certos tipos evocam tristeza ou raiva, enquanto outros tipos de induzem sentimentos de bem-estar ou felicidade. A música é utilizada em várias definições para ajudar a definir o humor de um ambiente ou para melhorar uma experiência.

Com a música não precisamos de fazer papel de louco. Com a música nós conversamos e divertirmo-nos.

O poder da música afecta de forma continua as emoções das pessoas e motiva-as para a mudança ou para a unidade.

 Acha que a música é conhecimento?

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