Observation – Become a fan

(texto em Português depois deste)

Observation – Think about it

It is not uncommon to wonder if that has with very different paths, which many thinkers have taken to reach the same conclusions.

This is true of Chinese thinkers who through meditation and thought, five thousand years ago, reached the same picture of the universe that Capra and his group of brilliant young physicists built using the disciplines of modern physics.

We have been educated to recognize the authority of knowledge in those who by their name or with your writing and models were considered wise. This helped build within us a peculiar respect that prevented a certain boldness on our part to build knowledge through other channels.

We underestimated our ability to make important discoveries, including the discovery of ourselves.

When we grow we become amazed at the changes that have not been taught what something very beautiful is.

However, distracted by the amazing and surprising caused by some of the others we forget to be children, losing much of our curiosity.

The discovery of ourselves, it is looking into us, and observing the behavior of our surroundings. Thus we learn what we expect of ourselves, we compare our attitudes and behaviors with those of other members of our ecosystem and we see what kind of relations or connections established.

In other words we practice observation.

But ultimately, what is the importance of our own observations?

We are not recognized authorities in the field of “observation” as a discipline of knowledge. We do not read enough or write the textbooks of others choice.

What can we learn from important?

We know that nobody else can know, because we use our senses as a collector of information and our brains as converter meaning. It is a knowledge of its own that often, for being different, is presented as something new.

The usual way as we view the events has to do with our knowledge and our beliefs.

By observing, we use one or more of your senses: sight, hearing, smell, taste and touch, to gather evidence or data.

In a conscious manner, we want the observations we make are accurate and objective and avoid contamination by the opinions and prejudices that are based on certain views or experiences.

The remark when used with the aim of knowing the true needs of others to create solutions that meet their needs requires an empathic attitude constant.

“Watch Closely
Focus groups have their place, but in design thinking, observation means ethnography: Noting how consumers behave in their natural retail habitats the way Margaret Mead once analyzed the tribes of Samoa. The use of ethnography as a primary tool in product development has gained widespread favor during the past decade. Ask Becky Walter, who serves as Kimberly-Clark’s director of innovation, design and testing. Fifteen years ago, Walter said, K-C might have employed observational research but once or twice a year. No longer. “One thing that’s certainly changed is the prevalence of the use of ethnography,” she said. Today, “it’s more integrated into the product-development phase. To do great design, you have to figure out how people interact with the product. This is almost mandatory now.”

Fortunately, technology has served as ethnography’s great facilitator, not only for those taking notes, but for the subjects themselves, who can more freely record and transmit information about how they conduct, organize and prioritize their daily lives. Cameraphones and Web 2.0 make it nearly effortless for consumers to capture their lives in granular—often, bordering on tedious—detail, while social networking sites like Facebook have furnished a platform to share those details with strangers.” –  Brandweek.

 

A maravilha da observação

Não é rara a admiração que se tem com os caminhos muito diferentes, que muitos pensadores tomaram, para chegar às mesmas conclusões.

É o caso de pensadores chineses que através da meditação e do pensamento, há cinco mil anos, chegaram ao mesmo quadro do universo que Capra e o seu grupo de brilhantes jovens físicos construíram utilizando as disciplinas de Física moderna.

Nós fomos educados a reconhecer a autoridade do conhecimento naqueles que pelo seu nome ou com a sua escrita eram considerados modelos e sábios. Isso ajudou a construir dentro de nós um respeito muito próprio que impedia uma certa ousadia da nossa parte, para construir conhecimento por outras vias.

Subestimamos a nossa capacidade de fazer descobertas importantes, incluindo, a descoberta de nós próprios.

Quando crescemos vamos ficando surpreendidos com transformações que não nos foram ensinadas, o que tem algo de belo.

No entanto, distraídos com o impressionante e surpreendente provocado por alguns dos outros esquecemo-nos de ser crianças, perdendo muito da nossa curiosidade.

A descoberta de nós próprios, faz-se olhando para dentro de nós, e observando o comportamento do nosso meio envolvente. Desta forma ficamos a saber o que esperamos de nós, comparamos as nossas atitudes e comportamentos com os dos restantes membros do nosso ecossistema e verificamos que tipo de relações ou conexões estabelecemos.

No fundo praticamos a observação.

Mas afinal, qual é a importância das nossas próprias observações?

Nós não somos autoridades reconhecidas no campo da “observação” como disciplina do conhecimento. Nós não lemos o suficiente nem escrevemos os livros didácticos de eleição.

O que é que poderemos saber de importante?

Sabemos o que mais ninguém consegue saber, porque utilizamos os nossos sentidos como colectores de informação e o nosso cérebro como conversor de significado. É um conhecimento muito próprio que muitas vezes, por ser diferente, é apresentado como algo de novo.

A maneira habitual como, encaramos os acontecimentos, tem a ver com o nosso conhecimento e nossas crenças.

Ao observar, utilizamos um ou mais dos seus sentidos: visão, audição, olfacto, paladar e tacto, para recolher provas ou dados.

De uma forma consciente, queremos que as observações que fazemos sejam precisas e objectivas e evitem a contaminação por opiniões e preconceitos que se baseiam em determinados pontos de vista ou experiências vividas.

A observação quando utilizada com o objectivo de conhecer a verdadeira necessidade dos outros de forma a criar soluções que satisfaçam as suas necessidades requer uma atitude empática constante.

Assista de perto
Os grupos focais têm o seu lugar, mas pensando em design, através de observação etnográfica: Observando o comportamento dos consumidores nos seus habitats de retalho naturais varejo da mesma maneira que Margaret Mead, uma vez analisou as tribos de Samoa. A utilização da etnografia como ferramenta principal no desenvolvimento de produtos ganhou difusão durante a década passada. Pergunte a Becky Walter, que actua como director da Kimberly-Clark, de inovação, design e testes. Quinze anos atrás, disse Walter, KC poderia ter empregado pesquisa por observação, mas uma vez ou duas vezes por ano. Não mais. “Uma coisa que certamente mudou é a prevalência do uso da etnografia”, disse ela. Hoje, “é mais integrado na fase de desenvolvimento do produto. Para fazer um excelente design, você tem que descobrir como as pessoas interagem com o produto. Isto é quase obrigatório agora”.

Felizmente, a tecnologia tem servido como grande facilitador da etnografia, não só para aqueles tomando notas, mas para os próprios sujeitos, que podem mais livremente gravar e transmitir informações sobre como conduzir, organizar e dar prioridade às suas vidas diárias. Cameraphones e Web 2.0 torna o esforço quase inexistente para os consumidores ao capturar suas vidas em pormenor, muitas vezes, na fronteira com detalhe, tedioso, enquanto sites de redes sociais como Facebook forneceram uma plataforma para compartilhar essas informações com estranhos – brandweek.

2 Respostas

  1. […] This post was mentioned on Twitter by Dave Brand, Ralph-Christian Ohr. Ralph-Christian Ohr said: RT @LDguyMN: RT @Jabaldaia: Observation – Become a fan – Think about it! – http://bit.ly/a3U5vC #creativity #innovation […]

  2. An excellent article on Observation the key to everything. There seems to be one factual error:

    “This is true of Chinese thinkers who through meditation and thought, five thousand years ago, reached the same picture of the universe that Capra and his group of brilliant young physicists built using the disciplines of modern physics.”

    I think he got the idea from Indian thinkers instead of the Chinese as mentioned. That is why he has taken the ‘Dance of Shiva’ as the symbol for his institute.

    Nonetheless it is still a fine article.

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