Intuition, Passion and carrots!

(Texto em Português depois deste)

This is a story of someone who does not like carrots!

But it can also be the story of someone who has ideas. The story turns out to be the same!

During the past century, we try to create a culture that transformed education in an algorithmic process which could be further developed with carrots or sticks of punishment and orientation and somehow we ignore or repress creativity and irreverence.

For routine things organizations continue to use the carrot, extrinsic motivation to achieve their goals more immediate, algorithms, where there is an end and there is no ambiguity.

For heuristics, or Eureka, tasks that require creative and inventive thinking, the carrot or the stick may actually serve as a disincentive to performance.

The attitudes of the organizations are unintentional, it was the system that has imbued a form of reward for people with “lack of spirit.”

These people according to Daniel Pink, those who are extrinsically motivated, play within the limits (in an effort to get carrots), when intrinsically motivated people play with limits or boundaries.

Today, if someone very close to us has an idea within the organization, think twice if it’s worth fighting for this idea to the price at which carrots are.

Not any one idea, that idea is that we do not know how to explain but you feel it will pay off. It’s that idea for which I am able to try new paths and seek new knowledge. One idea that, I am able to leverage and wish to share.

When intuition, that feeling after a good night sleep, and that makes me get up full of energy and dreams, when that urge to build experience and test my assumptions has gripped me with is not with carrots that I feel motivated.

It is for all that it stands as the realization of its own, what it entails responsibility and opportunity to participate in the success. The energy here comes from within.

All I need is space, time of inspiration. All I need is the opportunity to tell the story of my idea and share their adventures since it was embryo up to what I think will be the end result.

All I want is to build my prototype and refine it to 120 % better than the final product as Seth Godin would say.

What I want is not my idea falls into a box of suggestions and there abide awaiting trial after a few experts to equanimity the opportunity to be implemented.

Everything that I do not want, is that calls to my intuition, something meaningless, or to be adopted by entities without appropriate profile.

All I want is to continue to treat my idea with the same care with which it was conceived.

 

 

Esta é uma história de alguém que não gosta de cenouras!

Mas também pode ser a história de alguém que tem ideias. A história acaba por ser a mesma!

Durante o século passado, tentamos criar uma cultura que transformasse a educação num processo algorítmico que podia ser incentivado com cenouras e paus de castigo ou orientação e de alguma forma reprimíamos a criatividade e a irreverência.

Para as coisas de rotina as organizações continuam a usar a cenoura, motivação extrínseca para atingir os seus objectivos mais imediatos, os algoritmos, onde existe um fim e não há ambiguidades.

Para as heurísticas, ou Eureka, tarefas que requerem pensamento inventivo e criativo, a cenoura ou o pau pode realmente servir como um desincentivo ao desempenho.

As atitudes das organizações não são intencionais, foi o sistema que imbuiu uma forma de recompensa para pessoas com “falta de espírito”.

Estas pessoas segundo Daniel Pink, as que são extrinsecamente motivadas, jogam dentro dos limites (num esforço para obter cenouras); pessoas intrinsecamente motivadas jogam com os limites ou fronteiras.

Hoje, se alguém muito próximo de nós tem uma ideia, dentro da organização, pensará duas vezes se vale a pena lutar por essas ideia ao preço a que as cenouras estão.

Não é uma ideia qualquer, é aquela ideia que não se sabe como explicar mas sente-se que vai dar resultado. É aquela ideia pela qual eu sou capaz de experimentar novos caminhos e procurar novo conhecimento. Uma ideia que eu sou capaz de alavancar e desejo partilhar.

Quando a intuição, aquele sentimento depois de uma noite bem dormida, que me faz levantar cheio de energia e sonhos, quando aquela vontade enorme de desenvolver experiências e testar os meus pressupostos se apodera de mim não é com cenouras que eu me sinto motivado.

É por tudo o que ela representa como realização própria, o que ela acarreta de responsabilidade e de oportunidade de participar no sucesso. A energia vem cá de dentro.

Tudo o que eu preciso é de espaço, de tempo de inspiração. Tudo o que eu preciso é de oportunidade de contar a história da minha ideia e de partilhar as suas aventuras desde que foi embrião até ao que eu penso será o resultado final.

Tudo o que eu preciso é de construir o meu protótipo e refiná-lo a 120 %, melhor que o produto final como diria Seth Godin.

O que eu não pretendo é que a minha ideia caia numa caixa de sugestões e lá fique à espera do julgamento de uns quantos especialistas para depois aguardar serenamente a oportunidade de ser implementada.

Tudo o que eu não quero, é que se chame à minha intuição, uma coisa sem sentido, ou que seja adoptada por entidades sem perfil adequado.

Tudo o que eu quero é, continuar a tratar da minha ideia com o mesmo carinho com que foi concebida.

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