Small cheat with ideas!

(Texto em Português depois deste)

The lies that I reckon!

Information and knowledge are two areas where we like to cheat.

Every day we receive data and information that we know or expect, will be opposed or denied later. Our warehouse is frequented by knowledge inputs and outputs that supposedly represent the truth.

Confirmation of truth often does not happen and it is no ingenuity or process failures.

It’s because we like the facilitation of the game and often the game of  information.

Syllogisms poorly prepared, give rise to conclusions on insufficient information. Internally the processing of this information is done and “knowledge” happens.

What I thought I knew was there, but it is not what I should know.

Since children we used to manipulate information at home, at school and often even to start an active working life. In the background we cheat with the jam that is not supposed to eat, to the surveys where we have not copied and the school curriculum, where supposedly we did not invent .

They are small things that make us small heroes when we tell our adventures further afield. However in doing so we are aware of these glitches and by no means cease to be comfortable.

Hardly used, some people begin a journey of cheating, reaching dimensions that go beyond dignity. Take the case of the complex system of financial information on the branches. It could not have diversion of money (tangible matter), but the information flows in ways that the game of interest is present, and the result is the dangerous game we saw .

We can easily cheat with information, but with emotions is not so easy.

“We have a goal to look at ourselves in the mirror and feel good about ourselves, and that goal is a goal to cheat and benefit fraud. We think there is a balance between these two objectives. “- Dan Ariel

That is, we cheat, to the level we think is comfortable.

We are unable to get cash, which eventually found in a table, but with ease, eat an apple or drink a juice that does not belongs to us.

Likewise, we take a pencil or a stack of paper, from our place of work, but we don’t took a one Euro coin . We assume that there is tacit consent to the pencil or the apple, but not when compared against the euro.

With information we act identically. Information considered important are not sent without authorization. It’s our comfort zone, because I will not be punished. If this information is not relevant then, I will have the pleasure of playing with it, and almost always in any game.

Many of these “skills” can be corrected when it introduces the emotional factor at play. This happens whenever our moral standards are remembered. I swear … the soul … make cheating decrease in intensity because I look at myself.

Cheating with emotions is not easy. Quickly detect the falsity of a tear or exaggeration of a smile.

Information can be transmitted to everyone equally, but is certainly not welcomed by everybody equally.

We react emotionally to the news with variable intensity and often respond by cheating with the words but not with emotion.

 

As mentiras que eu me conto!

A informação e o conhecimento são dois campos onde gostamos de fazer batota.

Todos os dias recebemos dados e informações que sabemos ou esperamos, vão ser contrariadas ou desmentidas, mais tarde. O nosso armazém de conhecimento é frequentado por entradas e saídas que supostamente representam a verdade.

A confirmação de verdade, muitas vezes não acontece e não é por ingenuidade ou falhas de processo.

É porque gostamos da facilitação e muitas vezes do jogo da informação.

Silogismos mal elaborados, conclusões precipitadas dão origem a deficiente informação. Internamente o processamento dessa informação é feito e o “conhecimento” acontece.

O que eu pensava que sabia, estava lá, mas não corresponde ao que eu devia saber.

Desde crianças que nos habituamos a manipular a informação, em casa, na escola e muitas vezes até ao iniciar uma vida activa de trabalho. No fundo fazemos batota com a compota que supostamente não comemos, com os exames onde não copiamos e no curriculum, onde supostamente não inventamos.

São pequenas coisas que fazem de nós pequenos heróis quando contamos as nossas aventuras mais distantes. No entanto ao fazê-lo estamos conscientes dessas pequenas falhas e nem por isso deixamos de estar confortáveis.

Mal habituados, algumas pessoas,  iniciam um percurso de batota, atingindo dimensões que ultrapassam a dignidade. Veja-se o caso do complexo sistema de informações nos ramos financeiros. Pode não haver desvio de dinheiro (matéria palpável), mas a informação flui por caminhos onde o jogo de interesses está presente e, o resultado é o jogo perigoso a que assistimos.

Nós podemos, com facilidade, fazer batota com a informação, mas com as emoções não é assim tão fácil.

“Nós temos uma meta ao olhar para nós mesmos no espelho, e sentimo-nos bem em relação a nós próprios, e essa meta é uma meta de fazer batota e beneficiar da fraude. Nós achamos que há um equilíbrio entre esses dois objectivos.” – Dan Ariel

Isto é, enganamos, até o nível que consideramos confortável.

Somos incapazes de pegar em dinheiro, que eventualmente se encontra em cima de uma mesa, mas, com facilidade, comemos uma mação ou bebemos um sumo, que não nos, pertence.

Da mesma forma, levamos um lápis ou um maço de folhas, do local de trabalho, mas não pegamos numa moeda de um euro. Nós assumimos que existe uma autorização tácita, para o lápis ou a maçã, mas não em relação em relação ao euro.

Com a informação actuamos de forma idêntica. Informações consideradas de carácter importante são guardadas e não transmitidas sem autorização. É a nossa zona de conforto, porque não serei punido. Se essa informação não é relevante, então, poderei ter o prazer de jogar com ela, quase sempre e em qualquer tipo de jogo.

Muitas destas “habilidades” podem ser corrigidas quando, se introduz o factor emocional em jogo. Isso acontece sempre que os nossos padrões morais são lembrados. Eu juro que…, pela alma de… fazem a batota diminuir de intensidade, porque eu olho para mim próprio.

Fazer batota com as emoções não é fácil. Rapidamente detectamos a falsidade de uma lágrima ou o exagero de um sorriso.

A informação pode ser transmitida para todos de igual forma, mas não é seguramente recebida por todos de igual maneira.

Reagimos emocionalmente à notícia com intensidade variável e muitas vezes respondemos fazendo batota com as palavras mas não com a emoção.

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