Creativity – A concept of quality in context.

(Texto em Português depois deste)

Needed – Creative people for generational harmony!

For the first time in human history we live in a broad concurrence of four generations.

We can easily find Great-grandparents / grandparents / parents, Grandparents/parents/children, Parents / children / grandchildren and Children / grandchildren / great grandchildren all “’round the campfire “, to hear storytelling with more than a few tens of years.

The elderly are increasingly aging thanks to the constant evolution of health care and the new means of assistance.

The less elderly have increasingly energy to not allowing to face the 65 years as the retirement age.

Their children are faced with younger generations avid for technology and with future prospects already distant from theirs and conflicting.

And the newest await the motivations and orientations of the others because they are still dependent.

At this point came to mind a phrase from my oldest son: “There are so many people talking about what it takes to leave a better world for our children! What if, we spoke to leave better children for our world? “

My curiosity sharpened my observation of small differences that might be significantly to help build a generational harmony.

At bottom what I liked was to see our creativity also oriented to solving small problems, little things that are disseminated by the lives of these four generations:

My mom deserves to continue to live happy!

I deserve to be able to continue working until no longer useful!

My son deserves to work and take care of the children!

My grandchildren deserve to live happily ever after!

And it is being focused on these small things, things that are simple, I seek to recreate, with the help of each generation (each playing their roles), a harmony that only a few years ago it was observed for three generations of a broad way.

Collecting the stories and achievements of previous generations, discovering the needs so far not found and those hidden (unexpressed), combining motivation and autonomy to preserve and adapt them to the ecosystems in which each group lives, is a task that requires an experience of creativity.

From the little that the past can teach us, in this scenario of four generations, because nothing likes it for now, I retain a management, adaptability.

Preserving healthy habits, adapting them to the demands of a changing world, it is possible with the help of available technology.

Adjust our consumption habits of technology and data, the “new” or emerging needs is possible and improves the quality of communication.

Sharing wisdom, as a way to create cooperation between generations, is an obligation of us all.

Being creative is not just by holding a colorful poster evoking any one event! Being creative is above all about observing reality, identifying problems and solutions integration.

Creativity should not be directed only to areas where people have more buying power!

Creativity can and should be directed toward a concept of quality in context.

I remember what Porter said today, in WFI10: “The quality of health care is not a matter of price!”

This text was originaly posted at creativistsociety .

 

 

Precisam-se criativos de harmonia geracional!

Pela primeira vez na história da humanidade vivemos de forma alargada a simultaneidade de quatro gerações.

Com facilidade encontramos Bisavós/avós/pais, Avós/pais/filhos, Pais/filhos/netos e Filhos/netos/bisnetos todos “à volta da fogueira” a ouvir contar histórias com mais de umas largas dezenas de anos.

Os idosos têm cada vez mais idade graças à constante evolução dos cuidados de saúde e dos novos meios de assistência.

Os menos idosos têm cada vez mais energia para se não permitirem encarar os 65 anos como a idade da reforma.

Os filhos destes confrontam-se com gerações mais novas ávidas de tecnologia e com perspectivas do futuro já distantes e conflituantes.

E os mais novos aguardam as motivações e orientações dos restantes porque ainda são dependentes.

Nesta altura veio-me à memória uma frase do meu filho mais velho: “Há tanta gente a falar de que é preciso deixar um mundo melhor para os nossos filhos! E se falássemos em deixar melhores filhos para o nosso mundo?”

A minha curiosidade aguça a minha observação de pequenas diferenças que possam ser significativas para ajudar a construir uma harmonia geracional.

No fundo o que eu gostava era de ver a nossa criatividade orientada também para a resolução de pequenos problemas, pequenas coisas que se encontram disseminadas pelas vidas destas quatro gerações:

A minha mãe merece, continuar a viver feliz!

Eu mereço poder, continuar a trabalhar até deixar de ser útil!

O meu filho merece, poder trabalhar e cuidar dos filhos!

Os meus netos merecem, viver felizes para sempre!

E é centrado nestas pequenas coisas, que são coisas de pessoas simples, que eu procuro recriar, com a ajuda de cada uma das gerações (cada uma desempenhando os seus papéis), uma harmonia que há uns anos atrás apenas era observável para três gerações de uma forma vasta.

Recolher as histórias e as realizações de gerações anteriores, descobrir as necessidades até agora não encontradas e aquelas ocultas (não expressas), combinar motivações e preservar autonomias, adaptando-as aos ecossistemas em que cada conjunto vive, é uma tarefa que requer uma vivência de criatividade.

Do pouco que o passado nos pode ensinar, neste cenário de quatro gerações, porque por nada semelhante se passou, retenho uma direcção, a adaptabilidade.

Preservar hábitos salutares, adaptando-as às exigências de um mundo em evolução, é possível com a ajuda da tecnologia disponível.

Adaptar os nossos hábitos de consumo de tecnologia e dados, às “novas” ou futuras necessidades é possível, e melhora a qualidade de comunicação.

Partilhar a sabedoria, como forma de criar a colaboração entre gerações, é uma obrigação de todos nós.

Ser criativo não passa só pela realização de um poster colorido evocando um qualquer acontecimento! Ser criativo passa sobretudo por observar a realidade, identificar os problemas e encontrar soluções integradoras.

A criatividade não deve ser dirigida apenas às zonas onde as pessoas têm mais poder de compra!

A criatividade pode e deve ser dirigida para um conceito de qualidade contextualizada.

Como dizia hoje, Porter no WIF10: “A qualidade dos cuidados de saúde não é uma questão de preço!”

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