Why beliefs are not good to creativity?

(Texto em Português depois deste)

Each land with its use!

The perception and observation made by people, although they often look away, has some relationship with the state of the world outside the observer.

The conditions under which these observations are made affect not only how they are conducted as information and transformed into knowledge as induce its storage location.

Beliefs are one example.

They can thus be construed as a representation that is not necessarily justified in its entirety, and is not necessarily completely true.

“If a person believes in something, then, be more likely that it happens.”

This is a statement we often hear and that is often a motivating factor.

Over 90 percent of what we know about the brain we learned over the past 20 years. Thus, our view on the creativity and knowledge has been built based on insufficient information.

Knowledge is not, or is not only justified true belief.

The perception and observation can be understood as the transmission of information on certain processes, sensory processes, such as vision, hearing, smell, etc.

Eventually we have to look at something that contains what we believe and try to find but the result may be the non-acceptance of a truth.

As a result, we see this information as a belief.

We often have asked ourselves how we base our belief in a superficial evidence, disregarding all that constitutes the overall picture.

Our tendency is to generalize from that surface appearance to be able to find and justify the truth.

We chose only to see the evidence that reinforces our belief.

We chose to ignore the greatest evidence, as would be an inconvenience to our belief.

Amabile refers to some myths, here in the sense of false beliefs about creativity that is good to remember:

– “But there is this common perception among managers that some people are creative, and most are not.”

– “Money is a motivator of creativity … And the handful of people who were spending a lot of time wondering about their bonuses were doing very little creative thinking.”

– “In our diary study, people often thought they were most creative when they were working under severe deadline pressure.”

– “There’s this widespread notion that fear and sadness somehow spur creativity.”

– There’s a widespread belief, particularly in the finance and high-tech industries, that internal competition fosters innovation.”

– Maybe it’s only the public-relations departments that believe downsizing and restructuring actually foster creativity. ”

We have heard, even to ourselves, “I do not want to believe!” or “How did I not see it.” Are the ways we build to strengthen our beliefs that force us at times to use these expressions?

We accept the beliefs because they give us way, until the pleasure that change promises put the beliefs in the drawer of repentance.

Beliefs help the bad side of our lives when we limit the steps for tolerance and cooperation. Concern ourselves with unsubstantiated prejudices and truths and often drown us in sorrow.

We also apologize or forgive many faults and weaknesses.

One of the most liberating, we can do as creators and owners of oor life is to question our beliefs.

The question only brings changes and this is more than proven over the centuries, decades, years and days. We must ask ourselves if we are to learn and enrich our knowledge about ourselves and about the society or ecosystem in which we operate.

Our beliefs determine our choices, whether automobile, club, educational background or the type of work. The answers illuminate our beliefs about the alternatives and give the solution for the well -being!

Do not be different just for being different , be unique.

 

 

Cada terra com seu uso!

A percepção e a observação feitas pelas pessoas, embora estas pareçam ausentes muitas vezes, tem alguma relação com o estado do mundo exterior ao observador.

As condições em que se realizam essas observações condicionam, não só a forma como elas são conduzidas como informação e transformadas em conhecimento, bem como induzem o seu local de armazenamento.

As crenças são um exemplo disso.

Elas podem assim ser entendidas como uma representação, que não é necessariamente justificada na sua totalidade, e não é, necessariamente, totalmente verdadeira.

“Se uma pessoa acredita em algo, então, deve ser mais provável que ela aconteça.” Esta é uma afirmação que ouvimos com frequência e que funciona muitas vezes como factor de motivação.

Mais de 90 por cento do que sabemos sobre o cérebro aprendemos nos últimos 20 anos. Assim, a nossa opinião sobre a criatividade e conhecimento foi construída com base em informação insuficiente.

O conhecimento não é, ou não é apenas, a crença verdadeira justificada.

A percepção e observação podem ser entendidas como a transmissão de informações sobre determinados processos, os processos sensoriais, tais como visão, audição, olfacto, etc.

Ao observarmos eventualmente estamos perante algo que acreditamos contém aquilo que procuramos e senão encontramos o resultado poderá ser a não-aceitação de uma verdade.

O resultado é que, entendemos essas informações como uma crença.

Já nos perguntamos muitas vezes como podemos basear a nossa crença numa evidência superficial, não considerando tudo o que constitui a imagem global.

A nossa tendência é a generalização daquele aspecto superficial para conseguir encontrar e justificar a verdade.

Optamos por só ver a evidência que reforça a nossa convicção.

Nós escolhemos ignorar as evidências maiores, pois seriam um transtorno à nossa crença.

Amabile refere alguns mitos, aqui no sentido de falsas crenças sobre a criatividade que é bom relembrar:

– “Mas há essa percepção comum entre os gestores que algumas pessoas são criativas, e a maioria não são.”

– “O dinheiro é um motivador da Criatividade…e o punhado de pessoas que estavam a gastar muito tempo pensando sobre os seus bónus estavam a fazer muito pouco o pensamento criativo.”

– “No nosso trabalho diário, muitas vezes as pessoas pensaram que eram mais criativos quando eles estavam a trabalhar sob pressão forte de prazos.”

– Há uma noção generalizada de que o medo e a tristeza de alguma forma estimular a criatividade.”

– “Há uma crença generalizada, especialmente no financiamento e indústrias de alta tecnologia, que a concorrência interna promove a inovação.”

– “Talvez seja apenas os departamentos de relações públicas que acreditam downsizing e reestruturação realmente fomentam a criatividade.”

Já ouvimos dizer, até a nós próprios, ”Eu não quero acreditar!” ou “Como é que eu não vi isso”. São os caminhos que construímos para consolidar as nossas crenças que nos obrigam, por vezes, a usar essas expressões.

Nós aceitamos as crenças porque elas nos dão jeito, até que o prazer que a mudança promete, coloque as crenças na gaveta do arrependimento.

As crenças ajudam o lado mau da nossa vida, quando nos limitam os passos a dar para a tolerância e a colaboração. Prendem-nos com preconceitos e verdades infundadas e afogam-nos muitas vezes em tristeza.

Também nos desculpam ou perdoam muitas faltas e fraquezas.

São crenças, senhor, são crenças!

Um das coisas mais libertadoras, que podemos fazer como criadores e donos nossa própria vida é questionar nossas crenças.

A interrogação só traz evolução e isso está mais que provado ao longo dos séculos, décadas, anos e dias. Devemos perguntar-nos para podermos aprender e enriquecer o nosso conhecimento sobre nós e sobre a sociedade ou ecossistema onde estamos inseridos.

As nossas crenças determinam as nossas escolhas, seja o automóvel, o clube, a formação académica ou o tipo de trabalho. As respostas obtidas sobre as nossas crenças iluminam as alternativas e dão a solução para o bem-estar!

Não sejamos diferentes, por ser diferente, sejamos únicos.

Uma resposta

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