Restore ideas and concepts!

(Texto em Português depois deste)

What kind of needs?

I do not need a new idea! I need to restore those I get!

Sometimes we find a bag full of old ideas that were rejected because of lack of innovative features. At least that’s what the reviewers thought.

It turns out that many ideas are not properly presented in organizations and therefore are rejected. Or because it does not satisfy the resolution of a problem or lack a story that the explicit and show its innovative qualities.

This story may be the culture of the users or consumers that were not taken into account by those who decide to trace the path to that idea.

Much of us walks focused on the interests and satisfactions of fleeting desires of users and consumers , not devoting time to observe the day-to – day life of people , whatever their age and therefore does not identify structural needs .

People, even appreciating the offer of numerous innovations, presented with varied and colorful costumes, do not shut off some key elements of its history and life.

For example, the knowledge acquired over years, is not reject, just because someone said something new has emerged. Whether it is new and is subject to our acceptance must fit within our requirements. It must be capable of integration into our culture, because culture is not rejected or forgotten.

The traditional flavor of a piece of cheese in her grandmother’s house is not easily replaceable by a piece of cheese made from the milk of better pastures of wisdom. There is an environment where the need is justified. There is a culture that prevails in an ecosystem in the face of novelty.

We as a people, we are part of a group or tribe that belongs in a greater whole where the attitudes and things have a special meaning.

Our ideas make more sense in environments that we know and so has every reason to be our concern to raise awareness in relation to third and abroad. This seems to be true both at the individual level and at the level of groups or societies.

Our ideas that have been rejected may now be filled with knowledge and tailored to needs identified also with cultural values.

As much as we talk of empathy and it is good to continue to speak there are concepts that we lose!

A recent experience in a hospital, as visit and user therefore , lead my conversation to the needs of patients, hospital staff (doctors , nurses , administrative , etc. . ) relatives of patients and others (friends of the family members of patients, friends of patients , providers , nonprofit organizations , etc.).

Most people with whom I spoke, and asked if understood the necessity of safeguarding the welfare of the sick, all them responded affirmatively: “Yes you are right! But…! ”

For these reasons I think we must restore the mind, restore empathy, and restore the concepts of solidarity and friendship and above all to restore the concept of selfishness!

To have empathy there is a need to be sufficiently selfish (assertive) and understand what is really a necessity.

Do people really need or do I need people to feel the lack?

 

Restaurar ideias e conceitos!

Que tipo de necessidades?

Eu não preciso de uma ideia nova! Eu preciso de restaurar as que tenho!

Por vezes encontramos um saco cheio de ideias velhas que foram rejeitadas por não possuírem características inovadoras. Pelo menos foi o que os avaliadores pensaram.

Acontece que muitas ideias não são devidamente apresentadas nas organizações e por isso são rejeitadas. Ou porque ela não satisfaz a resolução de um problema ou falta uma história que a explicite e mostre as suas qualidades inovadoras.

Essa história pode ser a cultura dos utilizadores ou consumidores que não foi tida em conta por quem decide o caminho a traçar para aquela ideia.

Grande parte de nós, anda focado nos interesses e satisfações imediatas de desejos fugazes dos utilizadores e consumidores, não dedicando tempo à observação do dia-a-dia das pessoas, qualquer que seja a idade e sendo assim não identifica necessidades estruturais.

As pessoas, mesmo apreciando a oferta de inúmeras novidades, apresentadas com roupagens diversificadas e coloridas, não se desligam de alguns elementos chave da sua história e vida.

Por exemplo, o conhecimento adquirido ao longo de anos, não se rejeita, só porque alguém disse que algo de novo surgiu. Se é novo e carece da nossa aceitação tem de se enquadrar nas nossas necessidades. Tem de ser passível de integração na nossa cultura, porque a cultura não se rejeita nem se abandona.

O sabor tradicional de um pedaço de queijo em casa da avó não é substituível com facilidade por um pedaço de queijo fabricado com o melhor leite das pastagens da sabedoria. Há um ambiente onde a necessidade tem razão de ser. Há uma cultura num ecossistema que prevalece face à novidade.

Nós como pessoas, somos parte de um grupo ou uma tribo que pertence a um conjunto maior onde as atitudes e as coisas têm um significado especial.

As nossas ideias fazem mais sentido nos ambientes que conhecemos e por isso tem toda a razão de ser a nossa preocupação em aumentar o conhecimento em relação a terceiros e ao exterior. Isto parece ser verdade tanto ao nível individual como ao nível de grupos ou de sociedades.

As nossas ideias que foram rejeitadas podem agora ser restauradas com conhecimento e direccionadas para necessidades identificadas também com valores culturais.

Por muito que se fale de empatia, e é bom continuar-se a falar, há conceitos que se perdem!

Uma experiência recente num hospital, na qualidade de visita e portanto utilizador, encaminhou a minha conversa para as necessidades dos doentes, funcionários do hospital (médicos, enfermeiros, administrativos, etc.), familiares de doentes e outros (amigos dos familiares dos doentes, amigos dos doentes, fornecedores, organizações não lucrativas), etc. 

Das pessoas com quem falei e a quem perguntei se compreendiam a necessidade de salvaguardar o bem-estar do doente, todas me respondiam afirmativamente: “Claro tem razão! Mas…!”

Por estas razões eu penso que é preciso restaurar as ideias, restaurar a empatia, restaurar conceitos de solidariedade ou amizade e acima de tudo restaurar o conceito de egoísmo!

Para haver empatia é necessário ser-se suficientemente egoísta (assertivo) e compreender realmente o que é uma necessidade.

Será que as pessoas de facto precisam ou eu é que preciso que as pessoas sintam a falta?

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