Evaluate ideas and clothe them with costume of innovation.

(Texto em Português depois deste)

Faces and criteria in ideas!

Over the life of ideas, we look at them and noticed that some features therein are losing importance and others will be highlighting.

An idea that today sounds good to me tomorrow comes as extraordinary or without interest.

The assessment we make of ideas, has always incorporated an emotional burden. If those are our ideas is very likely that our objectivity is compromised. The sense of ownership and the status of creator leverage a diversion in assessing what we do.

When are the ideas of others and we have the task of assessing the bias strip is convenient , whether that nature is and seek objectivity translated by the criteria we selected for evaluation.

Start by thinking about the purpose of the ideas that emerged or were presented, and we suppose that these ideas perform or accomplish.

The criteria we set, they must actually measure what we want. It is useful to make a list of what we want to measure.

The criteria should include degrees according to what we want to measure. The degree of differentiation allows not only to check the accuracy of an idea but also desirable to compare it with other “competitor “.

Sometimes there is a trend caused by a derogatory remark first that should be avoided and this is possible by being aware of it.

The proper way is to evaluate through positive characteristics rather than highlight the defects. The less good ones are usually fixed, e.g. in the development phase of an idea as in prototyping.

The ideas should be treated with care, even those that are not “ours”.

Evaluate ideas must be an act akin to a eulogy, which can be moderate, strong or torn. The assessment itself contains aspects of recognition that led to creativity and motivation must always be maintained.

Likewise we do not sit well in the ear to hear compliments or characterizations repeatedly, so we must evaluate the ideas:

Do not repeat using different criteria speeches or words.

Do not use ambiguous criteria.

Not identify ideas with authors.

Do not use “but” in the assessment.

Do not make associations of criteria.

All these observations make sense only when there is an interdisciplinary team of evaluators.

Many organizations leave the evaluation of ideas, after a process that initially until it is well led, in the hands of two or three entities (people) are considered experts and are often called the innovation team. It is true that the knowledge of innovation environments is an important aspect of an organization and therefore the role of assessors should address this aspect and is also true that an evaluation of ideas is much more than that.

The diversity of experiences or areas of interest is important for the assessment because it allows finding different readings, although the criteria seem clear to all evaluators. This diversity results in a gradation in the face of a different criterion, which is common in evaluation teams.

The more uniform the team is more approach in the assessment which is not necessarily good.

There is always the possibility that the evaluators to discuss the reason for your rating or grading against an idea.

Forms or applications used to evaluate the ideas are numerous hence the need to seek the path of simplicity and effectiveness.

The idea of screening allows acceleration in the implementation process and the satisfaction of needs.

Some organizations, given their size, opt to choose a “manager of” teams, groups, or any area favoring the technical component. Even in these situations you can face the idea of a total organizational character and conduct a more thorough and directed.

Almost always big news ideas, but small businesses have great innovative works that are important pillars in the products and services from other companies.

Not everything is silver of the house and thank goodness!

 

 

Avaliar ideias ou vesti-las com traje de inovação.

Caras e critérios nas ideias!

Ao longo da vida das ideias, nós olhamos para elas e observamos que algumas características nelas contidas vão perdendo importância e outras se vão realçando.

Uma ideia que hoje me parece boa amanhã surge como extraordinária ou sem interesse.

A avaliação que fazemos das ideias, tem sempre uma carga afectiva incorporada. Se são as nossas ideias é muito provável que a nossa objectividade seja posta em causa. O sentimento de posse e o estatuto de criador criam um desvio na apreciação que fazemos.

Se são as ideias de outros e nos cabe a tarefa de as avaliarmos é conveniente despir os preconceitos, sejam de que naturezas forem e procurar a objectividade traduzida pelos critérios que seleccionamos para avaliação.

Comecemos por pensar no propósito das ideias que surgiram ou foram apresentadas, e no que supomos, que essas ideias realizam ou cumpram.

Os critérios que estabelecemos, devem medir realmente o que pretendemos. É útil fazer uma lista do que pretendemos medir.

Os critérios devem conter graus de acordo com o que pretendemos medir. A diferenciação de grau permite não só verificar a aproximação de uma ideia ao desejável como também compará-lo com outra “concorrente”.

Por vezes existe uma tendência depreciativa causada por uma primeira observação que deve ser evitada e isso é possível tendo consciência desse facto.

O bom caminho é avaliar através de características positivas em vez de realçar os defeitos. Os aspectos menos bons são normalmente corrigidos, por exemplo, na fase de desenvolvimento de uma ideia como em prototipagem.

As ideias, mesmo as que não são “nossas” devem ser tratadas com carinho.

Avaliar ideias deve ser um acto semelhante a um elogio, que pode ser moderado, forte ou rasgado. A avaliação contém em si aspectos de reconhecimento a que as gerou e a motivação para a criatividade deve ser sempre mantida.

Da mesma forma que não nos cai bem ao ouvido ouvir elogios ou caracterizações repetidas vezes, assim devemos avaliar as ideias:

Não repetir critérios usando distintos discursos ou palavras.

Não utilizar critérios ambíguos.

Não identificar ideias com autores.

Não utilizar “mas” na avaliação.

Não fazer associações de critérios.

Todas estas observações só fazem sentido quando existe uma equipa interdisciplinar de avaliadores.

Muitas organizações deixam a avaliação de ideias, após um processo que inicialmente até é bem conduzido, nas mãos de duas ou três entidades (pessoas), consideradas peritos e que muitas vezes constituem a chamada equipa de inovação. É certo que o conhecimento dos ambientes de inovação é um aspecto importante numa organização e por isso, o papel dos avaliadores deve contemplar essa vertente, sendo certo também que uma avaliação de ideias é muito mais que isso.

A diversidade de experiências ou de áreas de interesse é importante para a avaliação, pois permite encontrar diferentes leituras, apesar de os critérios parecerem claros a todos os avaliadores. Desta diversidade resulta uma gradação diferente face a um critério e que é comum em equipas de avaliação.

Quanto mais homogénea for a equipa mais aproximação na avaliação o que não é necessariamente bom.

Existe sempre a possibilidade de os avaliadores discutirem a razão da sua cotação ou gradação face a uma ideia.

As formas ou aplicações usadas para proceder à avaliação de ideias são numerosas dai a necessidade de se procurar o caminho da simplicidade e eficácia.

A triagem de ideia permite aceleração no processo de implementação e da satisfação de necessidades.

Algumas organizações, dada a sua dimensão, optam por escolher um “gestor” de equipas, grupos ou área privilegiando eventualmente a componente técnica. Mesmo nestas situações é possível face a uma ideia de carácter organizacional e total realizar uma avaliação mais cuidada e dirigida.

Quase sempre se noticiam grandes ideias, contudo pequenas e médias empresas apresentam grandes trabalho inovadores que são alicerces importantes nos produtos e serviços de outras companhias.

Nem tudo é prata da casa e ainda bem!

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