The emotions we feel that doesn’t matter

(Texto em Português depois deste)

There is no drama! Managing emotions is work!

We all ever tried to hide this or that word or facial expression and have tried not to provide data about our emotional state.

Make the management of emotional states is not easy, especially when it is negative emotional states or less good.

For example, the constructive management, aimed at creating a foundation, of the negative emotional states that inevitably arise in romantic relationships or love, can be a critical facet of dealing with the world which are part of our ecosystems.

It can be critical because it was built in that sense. These relationships often serve as refuges emotional tensions of the world of work.

And sometimes “does the backfire”. Relations increase stress rather than decrease, and when that happens, come into being problematic behaviors such as overeating or substance abuse.

“When activated in the context of intense emotion, it seems that the frontal cortex helps to control the intensity of negative emotions that emerge in social relations. When this brain region is not effective on or when the intensity of the conflict is too great, people need to learn behavioral strategies to cope with the emotional response. For some people, this strategy can be as simple as counting to 10 before doing something you might regret later.” – Dr. John Krystal, editor of Biological Psychiatry,

The cognitive and behavioral strategies may be important components in controlling the intensity of negative emotions.

In fact, you can create strategies to facilitate the management of emotions and avoid the wear on both fields of our interaction, work and relationship “emotional”.

In a Harvard study conducted by Modupe Akinola and Wendy Berry Mendes, professional artists evaluate works of art by a group who experienced social rejection , before the creation of “works of art” and found that the results were consistently higher than the results other two groups without rejection.

In reviewing the history of great artists we find links between negative emotional states and their works. But it is possible that people have exaggerated and romanticized negative emotions of certain artists when they made these statements.

Historically, there are many cases linked to depression and creativity, due to the notion that to really understand and represent the human condition one must have experience not only of great happiness, but also a great sadness.

These data are not clear about the relationship between negative emotions and creativity and it is not the negative emotional state in itself that facilitate creativity but the embarrassment created.

Also according to Krystal, the results suggest that the picture can provide potentially useful information about who may be vulnerable to mood and behavioral problems after an event stress.

They certainly are common images in our recollection, the situations of stress experienced at work and off to the inability to establish contact with the family. The reverse also seems true.

Our ability to manage emotions at work, depends on our status as employees in organizations.

Creativity is a leveling of emotions!

Managing emotions at work is psychologically distressing for the individuals, when it increases the feeling of strangeness towards their true feelings. We pass by the anguish of incomprehension that can lead to revolt and the assumption of the role of victim.

A creative attitude contains a message of sharing and of recognition leverage recognition while minimizing feelings of isolation or favoring basic needs of belonging.

But if counting to ten may be a strategy for some people to find other strategies , to manage our emotions with the aid of the frontal cortex , finding balance in our relations “romantic” and work.

 

As emoções que julgamos não terem interesse

Não há drama! Gerir emoções dá trabalho!

Nós todos, alguma vez, já experimentamos esconder, esta ou aquela palavra ou expressão facial e o que procurámos com isso é não fornecer dados sobre o nosso estado emocional.

Fazer a gestão de estados emocionais, não é fácil, principalmente quando são estados emocionais negativos ou menos bons.  

Por exemplo, a gestão construtiva, tendente a criar alicerces, dos estados emocionais negativos que surgem inevitavelmente em relações românticas ou amorosas, pode ser uma faceta crítica de lidar com o mundo do qual os nossos ecossistemas fazem parte.

Ela pode ser crítica porque foi construída com esse sentido. Estas relações normalmente servem como refúgios emocionais das tensões do mundo do trabalho.

E por vezes “sai o tiro pela culatra”. As relações aumentam o stress em vez de o diminuírem, e quando isso acontece, passam a existir comportamentos problemáticos, tais como o excesso de alimentação ou abuso de substâncias.

“Quando activado no contexto de intensa emoção, parece que o córtex frontal, ajuda a controlar a intensidade das emoções negativas que emergem nas relações sociais. Quando essa região do cérebro não é eficiente activada ou quando a intensidade do conflito é muito grande, as pessoas precisam aprender estratégias comportamentais para lidar com a resposta emocional. Para algumas pessoas, esta estratégia pode ser tão simples como contar até 10 antes de fazer algo de que se possa arrepender mais tarde. ”  – Dr. John Krystal, editor da Biological Psychiatry,

As estratégias cognitivas e comportamentais podem ser componentes importantes no controle da intensidade de emoções negativas.

De facto, é possível criar estratégias capazes de facilitarem a gestão das emoções e evitar o desgaste em ambos os campos da nossa interacção, trabalho e relação “afectiva”.

Num estudo de Harvard conduzido por Modupe Akinola Berry e Wendy Mendes, artistas profissionais avaliaram obras de arte de um grupo que experimentou a rejeição social, antes da criação de “obras de arte”e verificaram que os resultados foram consistentemente mais altos do que os resultados de outros dois grupos

Ao analisar a história de grandes artistas encontramos ligações entre estados emocionais negativos e as suas obras. Mas é possível que as pessoas tenham exagerado e romantizado emoções negativas de certos artistas quando faziam esses relatos.

Historicamente, há muitos casos ligados a depressão e a criatividade, devido à noção de que para realmente entender e representar a condição humana é preciso ter experiência não só de uma grande felicidade, mas também de uma grande tristeza.

Estes dados não são claros quanto à relação entre emoções negativas e a criatividade e não será o estado emocional negativo em si que facilitará a criatividade mas sim o constrangimento criado.

Ainda segundo Krystal, os resultados sugerem que a imagem pode fornecer informações potencialmente úteis sobre quem pode estar vulnerável ao humor e problemas de comportamento após um evento stressante.

São certamente imagens comuns no nosso recordatório, as situações de stress vividas no trabalho e a incapacidade de as desligar ao estabelecer contacto no ambiente familiar. O inverso também parece verdadeiro.

A nossa capacidade de gestão das emoções, no trabalho, depende do nosso estatuto como colaboradores, nas organizações.

A criatividade é um nivelador de emoções!

Gerir emoções no trabalho é psicologicamente angustiante para os indivíduos, quando se aumenta a sensação de estranheza em relação aos seus sentimentos verdadeiros. Passa-se pela angústia da incompreensão que pode gerar revolta e a assumpção do papel de vítima.

Uma atitude criativa contém uma mensagem de partilha e alavanca o reconhecimento minimizando sentimentos de isolamento ou favorecendo a satisfação de necessidades de pertença.

Mas se contar até dez pode ser uma estratégia para algumas pessoas, outras estratégias encontraremos para, ao gerir as nossas emoções com o auxílio do córtex frontal, encontrar o equilíbrio nas nossas relações “românticas” e de trabalho.

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