A trip with my idea

(Texto em Português depois deste)

Packing up and anticipate barriers

Sometimes I worry about the needs of others and wonder how to satisfy them.

No matter if these people are here beside or away, because I know there are many unresolved problems. My ideas may be the best but they also present a problem to solve.

Until what point is that my ideas mean creativity?

Until what point my ideas can be viewed as a service to people and organizations?

How far my ideas are convenient?

To what extent my ideas mean products or services at an acceptable cost and thus competitive?

Anticipating and recognizing the barriers to our idea we create an environment conducive to its acceptance.

– Negative attitudes are a barrier not always easy to overcome. We anticipate responses, looking for opportunities inherent to the situation where we are.

– Fear of failure is not a necessary condition and a springboard for success. It is best to know our weaknesses and fears and make an alliance with courage because our idea makes us entrepreneurs.

– Managing stress is one way to overcome barriers and catalyze energy to overcome objections. A new idea carries expectations that are associated with success and failure.

– Following the rules is behavior of people efficient but not necessarily creative. Some rules are necessary, but encourage comfort zones. We must see the rules as constraints which makes the vitality of the idea more clear.

– Identify and analyze the assumptions of the idea to ensure the genuineness of the idea. We anticipate the consequences of the expected results.

– Excessive reliance on Aristotelian logic undermines the creative activity. We anticipate combinations and balances between the possibilities and outcomes.

– The environment that will welcome our idea can be characterized by a culture with specific features. We should seek to know the destination ports of our idea.

– But it is very close to us which are the major barriers. The culture of the organization where we collaborate, should receive from us a full understanding so that we can identify where what can kill the promising ideas resides.

These obstacles to creativity seem overwhelming, however, can be overcome simply by being creative in how we show our creativity.

Storytelling can be a creative way to carry the message of our idea along the journey that it will do.

As in any journey is convenient to pack taking only what is essential and leaving room for some shopping abroad.

Being creative is not a luxury it is a need and so this is the case for use when needed. It is the need to satisfy a need be it known or not.

A journey requires a mild climate and relaxed so the optimism is required. Keep it handy and do not forget to bring information required to follow the desired path. Along the way the idea will find a variety of environments for which I need a more careful observation.

At that time, observe the environment through various perspectives and to enhance their perception, can then view the entire corresponding to the idea.

How biased of course, on a trip we started to collect small beautiful things we find and we’ll put in the suitcase. Note first all hypotheses and select in the end, otherwise the bag will be filled with useless things.

A journey always runs well until there are doubts about the next stop or until there is compliance schedules. Our luggage is still room for tolerance and the ambiguity and we must be persistent. After all, our idea is an arduous journey!

But if, by chance, thought the middle of a visit will offer you a bouquet of flowers, do not connect! They are distracting you! Place in bag a good dose of concentration and passion because you will need them at any time.

In another smaller suitcase to book place the range of possible solutions.

During the trip that the idea will do take notes , talk with others , interact and if you feel tired take a pause.

The trip is coming to an end. Look no further! Accept the best solution and do not try to reach the summit of Everest if you’re in a Mediterranean beach.

 

Uma viagem com a minha ideia

Fazer as malas e antecipar barreiras

Por vezes preocupo-me com as necessidades dos outros e imagino a forma de as satisfazer.

Não importa se essas pessoas estão aqui ao lado ou longe, pois eu sei que há muitos problemas por resolver. As minhas ideias podem ser as melhores mas também elas representam problemas a resolver.

Até que ponto de facto as minhas ideias significam criatividade?

Até que ponto as minhas ideias podem ser vistas como um serviço às pessoas e às organizações?

Até que ponto as minhas ideias são convenientes?

Até que ponto as minhas ideias significam produtos ou serviços a um custo aceitável e portanto competitivo?

Antecipando e reconhecendo as barreiras à nossa ideia criamos um ambiente propício à sua aceitação.

– As atitudes negativas são uma barreira nem sempre fácil de ultrapassar. Devemos antecipar respostas, procurando as oportunidades inerentes à situação em que nos encontramos.

– O medo de falhar não é uma condição necessária e um trampolim para o sucesso. O melhor é conhecer as nossas fraquezas ou receios e fazer uma aliança com a coragem porque a nossa ideia faz de nós empreendedores.

– Gerir o stress é uma forma de ultrapassar barreiras e catalisar energia para vencer objecções. Uma nova ideia transporta expectativas que estão associadas ao sucesso e ao insucesso.

– Seguir as regras é um comportamento de pessoas eficientes mas não necessariamente criativas. Algumas regras são necessárias, mas incentivam as zonas de conforto. Devemos ver as regras como constrangimentos o que torna a vitalidade da ideia mais evidente.

– Identificar e analisar os pressupostos da ideia para garantir a genuidade da ideia. Devemos antecipar consequências dos resultados esperados.

– O excesso de confiança na lógica aristotélica prejudica a actividade criativa. Devemos antecipar combinações e equilíbrios entre as possibilidades e os resultados esperados.

– O meio ambiente que acolherá a nossa ideia pode ser caracterizado por uma cultura com contornos específicos. Devemos procurar conhecer os portos de destino da nossa ideia.

– Mas é bem perto de nós que se encontra a grande barreira. A cultura da organização onde colaboramos, deve merecer da nossa parte uma compreensão total, para podermos identificar onde residem o que pode matar ideias promissoras.

Estes obstáculos à criatividade parecem esmagadores, no entanto, podem ser superados, bastando para isso que sejamos criativos na forma como mostramos a nossa criatividade. 

Contar histórias pode ser uma forma criativa de levarmos a mensagem da nossa ideia ao longo da viagem que ela irá fazer.

Como em qualquer viagem é conveniente fazer as malas levando apenas o que é imprescindível e deixando lugar para umas compras no exterior.

Ser criativo não é um luxo é uma necessidade e por isso esta fica na mala para usar quando necessário. É a necessidade de satisfazer uma necessidade seja ela conhecida ou não.

Uma viagem requer um clima ameno e tranquilo por isso o optimismo é necessário. Mantenha-o sempre à mão e não se esqueça de levar a informação necessária para seguir o trajecto pretendido. Ao longo do caminho a ideia irá encontrar diversos ambientes para os quais eu preciso de uma observação mais cuidada.

Nessa altura, observe o ambiente através de várias perspectivas e valorizará a sua percepção, podendo então visualizar o todo a que corresponde a ideia.

Como é naturalmente tendencioso, numa viagem começamos a recolher pequenas coisas bonitas que encontramos e que vamos colocando na mala. Observe primeiro todas as hipóteses e seleccione no final, caso contrário a mala ficará repleta de coisas inúteis.

Uma viagem corre sempre bem até ocorrem dúvidas sobre a próxima paragem ou até haver incumprimento de horários. A nossa mala ainda tem lugar para a tolerância e para a ambiguidade e sejamos persistentes. Afinal a nossa ideia faz uma viagem árdua!

Mas se, por acaso, pensou que a meio de uma visita lhe vão oferecer um ramo de flores, não ligue! Estão a distraí-lo! Coloque na mala uma boa dose de concentração e paixão porque vai precisar delas em qualquer momento.

Numa outra mala mais pequena reserve lugar para o leque de soluções possíveis.

Durante a viagem que a ideia vai fazer tome notas, fale com os outros, interaja e se sentir cansado faça uma pausa.  

A viagem está a chegar ao fim. Não procure mais! Aceite a melhor solução e não tente atingir o cimo do Evereste se está numa praia do Mediterrâneo.

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