Creativity! My adulterated perception of the future

(Texto em Português depois deste)

 

Deviations and trends

Jorge Barba was kind enough to tell me in twitter (@jorgebarba)  a post from John Mahaffie entitled “The Rock Becomes the bear, the bear and Become a rock “. This title reminded a number of situations that will certainly live longer and that represent frustration or expectations not realized.

It was thus a journey, an acquisition or purchase and even deepens a relationship. After all, the smiling future we wanted for ourselves and for all, it was not here!

Indeed, as John says ” Humans are superbly evolved for pattern recognition, but we mix into that skill a tendency to see what we expect to see, and sometimes what we want to see.”

Humans perceive their environment primarily in two ways. One with a top-down processing where sensory events are interpreted based on a combination of what happens in the external world and thoughts on the existing experiences and expectations.

When perception is based on what is expected, it is called a perceptual set, a predisposition to experience an event in a particular way.

For example, if we are involved in any activity that disturbs others, we only hear their complaints if we are called to attention to listen.

Of course the motivation may also influence the way this event is perceived.

The other way we have to understand our environment is bottom up, where processing depends less on what is already known or predictable and more on the nature of the external stimulus.

If there are no preconceptions about what to expect the suggestions present in the stimulus are used with greater intensity. This implies working elementary stimuli in a situation in order to put them together to create a significant stimulus.

Our perception abilities rely so much on external stimuli such as the expectation and knowledge. People pay attention to the world around them and learn to ignore information that is irrelevant to their needs at any time.

But John Mahaffie throws us into the adventure of exploring the future which also leads us to our predictions and expectations about solving problems and satisfying needs.

The typical truth or what is representative for us is something that can lead to imagine (prevent?) the future based on assumptions that are ultimately oversights.

He referred to widespread abuse of culture, as if what we do is what is right or will be accepted as such. On this theme, I wrote something about the appreciation of cultures and knowledge.

He also says that the project, i.e. when we design our lives for tomorrow, we forget that the launch ramps have discontinuities which reconciled with our experiences lead us to a leap in the dark.

It seems clear that despite our experiences assume a major role in our perception they are not synonymous of representativeness. But remember that emotions play an important role in our perception.

The effects of emotion on perception tend to blur over time, hence to realize the benefits without emotion, we should wait a little, and expect that the perception is served cold.

Looking at my role as consumer or user I realize that I am often influenced by recent experiences on which my ecosystem is not alien. It is my willingness to create or to include me in a trend, because after all I too am a conformist.

People are highly social by nature and we as a people to easily respond to the presence of other people and even just to think that someone can see us, we are troubled .

A competitive society that we are part, is rich in value judgments and can easily lead us to appreciate others and their ideas, even when we are aware that the procedure is not correct.

We ran, towards others with psychological security when we accept the person, when we use empathy and not evaluated.

All mental processes derive, ultimately, of sensory perception, ie the senses of sight, hearing, taste, touch, smell.

The sensory perception, in turn, is conditioned by four factors:

–      The sensitivity of the organism.

–      The character or quality of the stimulus.

–      The degree of impact of past experience.

–      The all you get.

This conditioning of course differs from individual to individual and from situation to situation, but without wanting to abuse the labeling, can say that standardization comes at some point common to all these elements of the process of perception.

Yet it is the impact that our past experience and accumulated that standardization is rooted more.

The new experiences that bring many sensations are compared and related to the experience and records accumulated over the years.

” We need to keep reminding ourselves of our human capacity for misinterpreting what we’re seeing, assuming continuity, finding what we’re looking for, and, especially, for wishful thinking.”- John B. Mahaffie

But it is up to us to choose

Criatividade! A minha percepção adulterada do futuro

Desvios e tendências

Jorge Barba teve a amabilidade de me indicar no twitter um post de John Mahaffie intitulado “A rock becomes a bear, and a bear becomes a rock”. Este título fez lembrar uma quantidade de situações que certamente já vivemos e que representam a frustração ou expectativas não concretizadas.

Foi assim numa viagem, numa aquisição ou compra e até no aprofundar de uma relação. Afinal, os futuros risonhos que queríamos para nós e para todos, não chegaram!

De facto como diz John “Os seres humanos são soberbamente evoluídos para reconhecimento de padrões, mas misturamos a essa habilidade uma tendência para ver o que esperamos ver, e às vezes o que queremos ver.”

Os seres humanos percebem o seu ambiente, basicamente de duas formas. Uma com um processamento de cima para baixo onde os eventos sensoriais são interpretados com base numa combinação do que ocorre no mundo externo e sobre os pensamentos existentes, experiências e expectativas.

Quando a percepção é baseada no que é esperado, ela é chamado um conjunto de percepção, uma predisposição para experimentar um evento de uma forma particular.

Por exemplo, se estamos envolvidos numa actividade qualquer que incomoda terceiros, só ouviremos as suas reclamações se formos chamados à atenção para as ouvirmos.

Naturalmente a motivação também pode influenciar a forma como esse evento é percebido.

A outra forma que temos para perceber o nosso ambiente é de baixo para cima, onde o processamento depende menos do que já é conhecido ou previsível e muito mais sobre da natureza do estímulo externo.

Se não há preconceitos sobre o que esperar, as sugestões presentes no estímulo são usadas com maior intensidade. Isto implica trabalhar os estímulos elementares numa situação de forma a colocá-los juntos para criar um estímulo significativo.

As nossas habilidades de percepção confiam tanto em estímulos externos como na expectativa e no conhecimento. As pessoas prestam atenção ao mundo à sua volta e aprendem a ignorar informações que são irrelevantes para as suas necessidades em qualquer momento.

Mas John Mahaffie lança-nos na aventura de explorar o futuro o que também nos leva às nossas previsões e expectativas quanto à resolução de problemas e satisfação de necessidades.

A verdade típica ou o que tem representação para nós é algo que nos pode levar a imaginar (prevenir?) o futuro, baseados em pressupostos que afinal são descuidos.

Ele refere o abuso da generalização cultural, como se o que nós fazemos é que está correcto ou vai ser aceite como tal. Sobre este tema, escrevi algo sobre a valorização das culturas e o conhecimento.

Diz ainda que quanto projectamos, isto é quando desenhamos a nossa vida no amanhã, esquecemo-nos que as rampas de lançamento tem descontinuidades o que conciliado com as nossas experiências nos leva a um salto no escuro.

Parece claro que, apesar de as nossas experiências assumirem um papel relevante na nossa percepção elas não são sinónimo de representatividade. É bom não esquecer que as emoções têm um papel importante na nossa percepção.

Este efeitos da emoção na percepção, tendem a diluir-se com o tempo, donde, para perceber sem as vantagens da emoção, devemos aguardar um pouco, e esperar que a percepção seja servida “fria”.

Analisando o meu papel de consumidor ou utilizador eu dou conta que muitas vezes eu sou influenciado por experiências recente a que o meu ecossistema não é alheio. É a minha disponibilidade para criar ou para me incluir numa tendência, porque afinal eu também sou conformista.

As pessoas são por natureza altamente sociais e nós, como pessoas com facilidade reagimos à presença de outras pessoas e até mesmo, só de pensar que alguém pode observar-nos, ficamos incomodados.

A sociedade competitiva de que fazemos parte, é fértil em juízos de valor e, pode facilmente levar-nos a avaliar os outros e às suas ideias, mesmo quando estamos consciente de que o procedimento não é correcto.

Nós funcionamos, perante os outros com segurança psicológica quando aceitamos a pessoa, quando usamos empatia e não as avaliamos.

Todos os processos mentais derivam, em último caso, da percepção sensorial, isto é, dos sentidos da visão, audição, paladar, tacto, olfacto.

A percepção sensorial, por sua vez, é condicionada por quatro factores:

A sensibilidade do organismo.

O carácter ou a qualidade do estímulo.

O grau de impacto de experiência passada.

O todo que recebe.

Este condicionamento difere naturalmente de indivíduo para indivíduo e de situação para situação, mas sem querer abusar de rotulagem, pode-se dizer que a padronização toca nalgum ponto comum a  todos estes elementos do processo de percepção.

Contudo é no impacto que a nossa experiência passada e acumulada que a padronização mais se enraíza.

As novas experiências que trazem consigo inúmeras sensações, são comparadas e relacionadas com as experiências e registos acumulados ao longo dos anos.

“Precisamos lembrar-nos da nossa capacidade humana de interpretar mal o que estamos a ver, assumindo a continuidade, encontrando o que procuramos, e, principalmente, por ilusões.” – John B. Mahaffie

Mas cabe-nos a nós escolher!

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