Playing with our idea

(Texto em Português depois deste) 

Imagination and influence

Imagine the case of an employee who developed an idea and proposed it to his organization through an application such as Teepin.

In the explanation of this application we read:

“The ideas are then introduced and discussed by all employees, who can then vote and comment, maintaining always informed about the discussion and the various states of development of these ideas.

The Teepin reinforces group, placing all employees as part of solving problems and creating new solutions.”

When the developer presented his idea he had done the right questions, diagnosed the problems critics had designed a set of solutions to address the key issues, established a set of priorities for action, and now felt confident with his idea.

The idea could be discussed and looked like he was ready! However he has the fear of not being sufficiently persuasive for that the idea becomes innovation. The idea when being explicit in the application may be discussed.

Now begins a new game, the game’s influence coming through to be able to tell the best story ever.

Some ground rules:

– There is a social convention more or less implicit in every society where we feel we must repay in kind what another person has provided us.

After a choice is made, we are under internal and external pressure to remain consistent with our commitment.

When we decide what to do in certain situations we look at what others have done similar.

People say yes usually to the people they like.

– People are more easily influenced by those they consider to be the legitimate authorities.

– The rarest thing is more valuable and is soon noticed.

The influence is critical to your ability to lead the ride of your idea and impact your organization. It is a skill that needs exercise. Increase the effectiveness of our influence depends on our ability to tell a memorable story and get people to commit to that idea.

For this influence to be effective we must start by reflecting:

What do we achieve?

– Who we need to influence or get the okay to develop the idea?

– What do we exactly want to convey?

– How do we deliver the message?

What often we want to achieve, it is not just “the success of our creative activity”, but all the way to get there.

We cannot yet be sure that someone holds the position or the role that was desirable, they play.

When someone is in strong opposition or when we have several opportunities to get involved with someone, we need to create an opening for another point of view.

If our goal is to convince someone of something they have to be prepared to decide.

But who are those people?

We need to understand, who our audience is so we can know the direction of our message. We need to know until what point they are conscientious of the problem that origins our idea as a solution and until what point they have the necessary knowledge to understand it.

If somehow our audience has a shaped perspective about the problem or about our idea it’s necessarily to know how much it is a positive one.

Our entire message will be built from the answers to the posed questions.

It is time to let logic in stand-by and to use creativity to succeed with the acceptation of our idea.

Good work!

Jogar com a nossa ideia

Imaginação e influência

Imaginemos o caso de um colaborador que desenvolveu uma ideia e a propôs à sua organização através de uma aplicação como o Teepin.

Na apresentação desta aplicação podemos ler:

“As ideias são inseridas e discutidas por todos os colaboradores, que as podem seguir, votar e comentar, mantendo-se sempre informados sobre a discussão e os diversos estados de evolução dessas ideias.

O Teepin reforça o espírito de grupo, colocando todos os colaboradores como parte da resolução de problemas e da criação de novas soluções.”

Quando esse colaborador apresentou a sua ideia ele já tinha feito as perguntas certas, diagnosticados os problemas críticos, tinha concebido um conjunto de soluções para solucionar as questões chave, estabelecido um conjunto de prioridades de recurso, e agora sentia-se confiante com a sua ideia.

A ideia podia ser discutida e parecia que ele estava pronto! Contudo havia o receio de não ser suficientemente persuasivo para que a ideia se torne inovação. A ideia ao estar explicitada na aplicação, pode ser discutida.

Agora começa um novo jogo, o jogo da influência que passa por ser capaz de contar a melhor história de sempre.

Algumas regras do jogo:

– Existe uma convenção social mais ou menos implícita em todas as sociedades onde sentimos que deve restituir em espécie o que outra pessoa nos proporcionou.

Depois de uma escolha ser feita, estamos sob pressão interna e externa para manter a coerência com o nosso compromisso.

Quando decidimos o que fazer em determinadas situações olhamos para o que os outros semelhantes fizeram.

As pessoas dizem normalmente sim às pessoas de quem gostam.

– As pessoas são mais facilmente influenciadas por aqueles que consideram ser as autoridades legítimas.

– A coisa mais rara é mais valiosa e é logo percebida.

A influência é fundamental para a nossa capacidade de liderar a viagem da nossa ideia e ter impacto na organização. É uma habilidade que necessita de exercício. Aumentar a eficácia da nossa influência depende da nossa capacidade de contar uma história memorável e levar as pessoas a se comprometerem com essa ideia.

Para que essa influência seja eficaz comecemos por reflectir:

– O que queremos alcançar?

– Quem nós precisamos de influenciar ou de quem precisamos de obter o “ok” para desenvolver a ideia?

– O que é que nós exactamente queremos transmitir?

– Como vamos entregar a mensagem?

O que, muitas vezes, queremos alcançar, não é apenas “o sucesso da nossa actividade criativa, isto é, é todo o caminho para lá chegar.

Nós podemos ainda não ter certeza de que alguém detém a posição ou o papel que era desejável, eles desempenharem.

Quando alguém está em forte oposição ou quando nós temos várias oportunidades de nos envolvermos com alguém, precisamos de criar abertura para um outro ponto de vista.

Se o nosso objectivo é convencer alguém de alguma coisa eles têm de estar preparados para decidir.

Mas quem são essas pessoas?

Nós precisamos compreender quem é a nossa audiência para sabermos como dirigir a nossa mensagem. Precisamos de saber até que ponto eles estão conscientes do problema que deu origem à nossa ideia como solução e até que ponto eles tem o conhecimento necessário para o compreender.

Se eventualmente a nossa audiência tem uma perspectiva formada sobre o problema ou sobre a nossa ideia é necessário saber até que ponto ela é positiva.

Toda a nossa mensagem será construída a partir das respostas às questões levantadas.

Está na altura de deixar a lógica em repouso e usar a criatividade para convencer alguém a aceitar a nossa ideia.

Bom trabalho!

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