“Some consciousness” of… Innovation

(Texto em Português depois deste)

I realize I did wrong! – He said.

What a pity! – I tell myself.

“The safest way is to do nothing against one’s conscience. With this secret, we can enjoy life and not be afraid of death.” – Voltaire

Voltaire “has” reason; the safest course is to understand that consciousness is being conscious, to know yourself and what surrounds us. This makes it somewhat inaccessible as a whole and can only see it through partial aspects.

I realize that may mean I’m in a waking state, there is an orientation or that I am able to experience. This means that what we call consciousness, exists in me clearly, I have to be vigil to try things, and I recognize myself as part of the environment.

I accept the knowledge as something real, if inserted in a time. For me it is or was true depending on when it happened. It’s my way of experiencing time.

When we experience something, we are aware of the experience if it is clear, otherwise, everything seems fuzzy or dark .

Me, me … and me!

Or us!

We are aware that we are somebody, set in a society with freedom of choice and we feel as a whole. Each of us makes sense only when seen as embedded in the “I” am.

This is the knowledge that often escapes to the appropriation of others.

We set limits to define what “I am” and what “I am not”. The story that we built ourselves, sometimes we like to count, creates our image.

We built our “I” to affirm with certainty, although there are times that security is camouflaged as lack of protection.

When consciousness decreases in quantity, as is the case of drowsiness our ability to transform information into knowledge is limited. When our consciousness decreases in qualitative terms, such as a twilight state (more or less coordinated activity), our communication deteriorates.

Being aware is to have knowledge of ourselves.

This “reality” should be extrapolated to the organizations, if our goal is to share knowledge.

Organizations hardly are aware of themselves, that is, they have not a thorough understanding and structured of themselves, as would be desirable.

The conscious organization is one which continually examines itself, committed to becoming as conscious as possible. Has the collective will to be vigilant in the collective commitment to continuous development and the collective courage to act.

In a conscious organization, any element which forms part gives a warning signal when any one element of their culture is not conscious and the entire organization offers to rectify the affected area and make it more conscious.

This is how the deviations of the possible paths laid out for innovation in an organization, are fixed.

Innovation comes through the conscious application of information by any element of the organization, but to get there follows fantastic paths.

By magnetic resonance imaging (MRI) some experiments in neurophysiology have shown that dreams are a vital part in information processing in the brain.

Brain areas where our experience and history, data entry and information are processed daily coincide with the areas responsible for processing dreams. This happens on a regular basis, except for those moments when we remember a dream or have a sense of “deja vu “.

So this way, the brain continuously integrates and processes thoughts and feelings in order to generate new learning.

Combine this ability of individuals within an organization results in “organizational intelligence.”

Antonio Damasio speaks of dreams as being the only time during a cycle of sleep, the brain is really “conscious”. This awareness is free of environmental inhibitions, imposed on us during our life while we are awake.

Furthermore, our everyday ability to use the power of our brain, is diminished by the normal defense mechanisms we use to be present and functioning.

When we dream, we are free from distractions that interfere with the way we use information to process our knowledge.

When we dream we are more creative, especially if we’re awake.

Consciência de…Inovação

Eu tenho consciência de que fiz errado! – Disse ele.

Que pena! – Digo eu.

“O caminho mais seguro é não fazer nada contra a própria consciência. Com este segredo, podemos aproveitar a vida e não ter medo da morte. – Voltaire

Voltaire “tem” razão, o caminho mais seguro é entender que a consciência é ser consciente, saber de si mesmo e do que nos rodeia. Isto faz dela algo inacessível como um todo, só podendo vê-la através de aspectos parciais.

Eu tenho consciência pode significar que eu estou num estado de vigília, que existe uma orientação ou que sou capaz de experimentar ou vivenciar. Isto significa que, aquilo a que chamamos consciência, exista em mim de forma clara, eu tenho de estar vigil para experimentar as coisas, e reconhecer-me a mim mesmo como parte do meio ambiente.

Eu aceito o conhecimento como algo verdadeiro, se inserido num tempo. Para mim aquilo é ou foi verdade dependendo da altura em que se passou. È a minha forma de vivenciar o tempo.

Quando experimentamos algo, nós temos consciência da experiência se ela é clara, doutra forma, tudo nos parece difuso ou sombrio.

Eu, eu… e eu!

Ou nós!

Temos consciência de que somos alguém, inserido numa sociedade, com possibilidades de escolha e sentimo-nos como um todo. Cada parte de nós só faz sentido quando vista como inserida no “eu” que sou.

Este é o conhecimento que foge muitas vezes à apropriação dos outros.  

Nós marcamos limites para definir aquilo que “eu sou” e o que “não sou”. A história que construímos de nós próprios, por vezes a que gostamos de contar, cria a nossa imagem.

Nós construímos o nosso “eu” para nos afirmarmos com segurança, embora haja alturas que a segurança é camuflada de falta de protecção.

Quando a consciência diminui de quantidade, como é o caso da sonolência a nossa capacidade de transformar informação em conhecimento é reduzida. Quando a nossa consciência diminui em termos qualitativos, como é o caso de um estado crepuscular (actividade mais ou menos coordenada), a nossa comunicação deteriora-se.

Ter consciência é ter conhecimento de nós próprios.

Esta “realidade” deve ser extrapolada para as organizações, se o nosso objectivo é partilhar o conhecimento.

As organizações dificilmente tem consciência de si próprias, isto é, não têm um conhecimento aprofundado e estruturado de si próprias, como seria desejável.

A organização consciente, é aquela que examina continuamente em si, o compromisso de tornar-se tão consciente quanto possível. Possui a vontade colectiva de estar vigilante, o compromisso colectivo para a evolução contínua e a coragem colectiva de agir.

Numa organização consciente, qualquer elemento que dela faz parte dá um sinal de alerta, quando um qualquer elemento da sua cultura não é consciente e toda a organização se prontifica a rectificar a zona afectada e torná-la mais consciente.

É desta forma que os desvios, dos possíveis caminhos traçados para a inovação numa organização, são corrigidos.

A inovação chega através da aplicação de informação consciente por um qualquer elemento da organização, mas até lá chegar percorre caminhos fantásticos.

Através da ressonância magnética (MRI) algumas experiências em neurofisiologia demonstram que os sonhos são uma parte fundamental no processamento de informações do cérebro.

As áreas do cérebro onde, a nossa experiência ou história, entrada de dados e informação, são processados diariamente, coincidem com as áreas responsáveis pelo processamento de sonhos. Isto acontece de uma maneira regular, excepto para aqueles momentos quando nos lembramos de um sonho ou temos a sensação de “deja vu”.

Assim, desta forma, o cérebro continuamente integra e processa pensamentos e sentimentos de forma a gerar uma nova aprendizagem.

Combinar esta capacidade dos indivíduos dentro de uma organização resulta em “inteligência organizacional”.

Antonio Damasio fala dos sonhos como sendo a única vez em que, durante um ciclo de sono, o cérebro é realmente “consciente”. Essa consciência é livre das inibições ambientais, que nos são impostas durante nossa vida enquanto estamos acordados.

Por outro lado, a nossa capacidade quotidiana de usar o poder do nosso cérebro, é diminuída pelos mecanismos de defesa normais que usamos para estar presentes e funcionar.

Quando sonhamos, somos livres de distracções que interferem com a forma como usamos informação, para processar o nosso conhecimento.

Quando sonhamos somos mais criativos, principalmente se estivermos acordados.

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