The interference of emotions in an environment of innovation

(Texto em Português depois deste)

Analogies

I think it is widely accepted that the affection is an important factor in cognition but has paid little attention to emotions.

Without going into great challenges categorization, analogies can be simple when making direct reference on emotions or a little more interesting when they involve the transfer of emotions, for example , in the case that people understand the emotions of others, imagining their own emotional reactions in similar situations.

For a creative person those analogies that generate emotions, jokes with analogies that generate surprise and amusement, are the most coveted.

 

Analogies are good to ensure adherence to an idea when we intend to develop it in an organizational context.

Not all analogies are verbal, some involve the transfer of visual representations. Visual thinking and visual analogy has always been seen as important aids in solving problems through design.

In design tasks where visual thinking is widely used, designers are often assisted by visual stimuli, such as displays.

The use of visual analogies, improve the quality of proposed solutions and in many cases instructions for the use of analogies were considered critical factors for success of an idea.

One of the nicest uses of analogy is to make people laugh, creating the emotional state of joy or fun. Most of what makes a funny analogy is an amazing combination of consistency and inconsistency.

An analogy generates positive emotions involved in inspiration and self -confidence.

The use by people, like similar models, by itself, can suggest new possibilities for what you want to accomplish. The inference that I might be able to do something, can generate great enthusiasm at the prospect of such an achievement.

So to come to this realization, I can use or experiment, a direct analogy of the type:

“How similar problems have been solved ? ”

If we want to solve a problem and we want to sell our idea as a solution we can follow the steps outlined by Dan Roam :

Look – See – Imagine – Show

We suppose an analogy built by the experience of day to day and we show how it translates the idea.

We can also look for part of the problem, imagining ourselves a surfboard trying to slide faster.

More elaborate, and using fantasy in search of a solution, as if in a “movie”, try to work behind the solution .

 

A interferência das emoções num ambiente de inovação

As analogias

Penso ser largamente aceite que o afecto é um factor de relevância na cognição mas tem-se prestado pouca atenção às emoções.

Sem querer entrar em grandes desafios de categorização, as analogias podem ser simples quando fazem referência directa sobre emoções ou um pouco mais interessantes quando envolvem a transferência de emoções como, por exemplo, no caso em que as pessoas compreendam as emoções dos outros, imaginando as suas próprias reacções emocionais, em situações semelhantes. 

Para uma pessoa criativa aquelas analogias que geram emoções, piadas com analogias que geram surpresa e diversão, são as mais apetecidas.

As analogias são boas para garantir a adesão a uma ideia quando a pretendemos desenvolver num contexto organizacional.

Nem todas as analogias são verbais, algumas envolvem transferência de representações visuais. Pensar visual e analogia visual tem sido sempre vistas como ajudas importantes na resolução de problemas através do design.

Nas tarefas de design onde o pensar visual é largamente utilizado, os designers são frequentemente assistidos por estímulos visuais, tais como mostradores.

O uso de analogias visuais, melhoram a qualidade das soluções propostas e em muitos casos instruções para o uso de analogias foram consideradas factores críticos para o sucesso de uma ideia.

Um dos usos mais agradáveis de analogia é fazer as pessoas rirem, gerando o estado emocional de alegria ou divertimento. A maior parte do que faz uma analogia engraçada é uma combinação surpreendente de congruência e incongruência.

Uma analogia gera emoções positivas envolvidas na inspiração e auto-confiança.

O uso pelas pessoas, de modelos como análogos, para si mesmo, pode sugerir novas possibilidades para o que se pretende realizar. A inferência de que eu possa ter a capacidade de fazer algo, pode gerar grande entusiasmo com a perspectiva de tal realização.

Então, para chegar a essa realização, eu posso usar ou experimentar, uma analogia directa do tipo:

“Como têm sido resolvidos problemas semelhantes?”

Se que quero resolver um problema e pretendo vender a minha ideia como a solução eu posso seguir os passos descritos por Dan Roam:

Olhe – Veja – Imagine – Mostre

Imaginamos uma analogia construída pela experiência do dia-a-dia e mostramos como ela traduz a ideia.

Posso também procurar fazer parte do problema, imaginando-me uma prancha de surf a tentar deslizar mais rapidamente.

Mais elaborado, e usando a fantasia em busca de uma solução, como se estivesse dentro de um “filme”, procuro trabalhar por trás da solução.

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