Archive for Outubro, 2010

Culture and the climate for creativity
Outubro 29, 2010

(Texto em Português depois deste) 

 

Culture and the climate for creativity

Another way

With some regular reading and a little observation we can come to the conclusion that for many problems, the solution can be achieved through the routine, incrementally or analysis processes.

However it is often necessary to resort to other processes, such as intuitive solutions, creative, not incremental and even radical.

The resolution of analytical problems or incremental is a systematic process of working that part of a particular problem for a given solution. This involves defining the problem and a set of appropriate operations to solve the problem, but depending on the description of this and its implementation is limited to a small number of people.

The problem that the problem stated creates often exists when the solution does not fit the stated objectives.

Then we have to look the other way!

When an organization is committed to solving problems, but for which the department cannot respond, we must drop their horizon and develop a culture of creativity.

Maybe Apple is the exception, but in the business world today, the product cycles are becoming shorter and shorter. For organizations to keep pace with demand, they have to be fast and be awake, have to be innovative and constantly adapt to new market.

The need to develop a culture of creativity becomes a reality, but it is not easy to achieve. In fact what is intended is that the visible result can be an abundance of ideas supported by a solid structure.

The culture has to do with the maintenance of convictions, meanings and beliefs in an organization and that are deeply ingrained. If we make the analogy with an iceberg culture represents the submerged part.

But for people to develop creativity, they must work in environments where it manifests inspiring and a cozy atmosphere.

It is the manifestation of climate patterns and behavioral practices that are grounded in culture.

When the strategic vision is shared, there is provided a policy framework that serves as a compass, but when employees are provided a GPS your creativity boils down to turn on and off any one switch.

A deep motivation to generate ideas and pass these to the final product is a result of the tracks and forces that constitute the organizational climate.

Organizations must provide their employees with freedom and sense of responsibility. When an organization provides time to be creative is to develop a climate of creativity.

People, who feel challenged, feel that there is a place to stretch personal boundaries, develop latent talents and explore new possibilities, living a climate of creativity.

People who have a smile, that look like a fun way to experiment and make jokes about that unexpected things are placed in a climate of creativity.

Organizations that invest in a climate of creativity create conditions for dealing with risk and develop an environment of trust. People know they are not punished for failing, when they are involved in activities of experimentation, which is crucial in the journey of ideas.

People who live a climate of creativity are in constant conflict of ideas which provides new opportunities and widening the scope of knowledge.

This attitude of provoked curiosity produces energy and promotes debate.

 

                                                   

Cultura e clima de criatividade

Um outro caminho

 

Com alguma leitura regular e um pouco de observação nós podemos chegar à conclusão que, para muitos problemas, a solução pode ser alcançada através da rotina, de forma incremental ou por processos de análise.

Contudo muitas vezes é necessário recorrer a outros processos, tais como soluções intuitivas, criativas, não incrementais e mesmo radicais.

A resolução de problemas analíticos ou incremental é um processo sistemático de trabalho que parte de um determinado problema para uma determinada solução. Isto envolve uma definição do problema e um conjunto de operações adequadas para resolver o problema, mas dependentes da descrição deste e a sua execução está limitada a um número restrito de pessoas.

O problema que o problema enunciado cria muitas vezes existe quando a solução encontrada não se encaixa nos objectivos definidos.

Aí temos de procurar outro caminho!

Quando uma organização está empenhada na resolução de problemas, mas para os quais os departamentos não conseguem dar resposta, tem de largar os seus horizonte e desenvolver uma cultura de criatividade.

Talvez a Apple seja a excepção, mas no mundo dos negócios de hoje, os ciclos de produtos tornam-se cada vez mais curtos. Para as organizações acompanharem a demanda, têm que ser rápidas e estar despertas, tem que ser inovadoras e adaptar-se constantemente ao novo mercado.

A necessidade de desenvolver uma cultura de criatividade passa a ser uma realidade, mas que não é fácil de se atingir. Na verdade o que se pretende é que o resultado visível possa ser uma abundância de ideias suportada por uma estrutura sólida.

A cultura tem a ver com a manutenção de convicções, significados e crenças, numa organização e que estão profundamente enraizados. Se fizermos a analogia com um iceberg a cultura representa a parte submersa.

Mas, para as pessoas desenvolverem criatividade elas devem trabalhar em ambientes inspiradores e onde se manifesta um clima acolhedor.

Esse clima é a manifestação de padrões e práticas comportamentais que estão alicerçados na cultura.

Quando a visão estratégica é compartilhada, é fornecido um quadro de orientação que serve de bússola, mas quando aos colaboradores é fornecido um GPS a sua criatividade resume-se a ligar e desligar um qualquer interruptor.

A motivação profunda para a geração de ideias e passar destas ao produto final é resultado das pistas e forças que constituem o clima organizacional.

As organizações devem fornecer aos seus colaboradores com liberdade e sentido de responsabilidade. Quando uma organização disponibiliza tempo para se ser criativo está a desenvolver um clima de criatividade.

As pessoas que se sentem desafiadas, que sentem que existe um lugar para estender os limites pessoais, desenvolver talentos latentes e explorar novas possibilidades, vivem um clima de criatividade.

As pessoas que apresentam um sorriso nos lábios, que encaram a diversão como uma forma de experimentação e que contam piadas sobre coisas inesperadas, estão inseridas num clima de criatividade.

As organizações que investem num clima de criatividade, criam condições para enfrentar o risco e desenvolvem um ambiente de confiança. As pessoas sabem que não são punidas por falhar, quando estão envolvidas em actividades de experimentação, que é fundamental no trajecto das ideias.

As pessoas que vivem um clima de criatividade estão em constante conflito de ideias o que proporciona novas oportunidades e alarga o âmbito de conhecimento.

 Esta atitude de curiosidade provocada produz energia e promove o debate.

Cognitive complexity and creativity
Outubro 27, 2010

(Texto em português depois deste)

 

One approach in solving complex problems

The term “cognitive complexity” is used in psychology as the ability to process information that is not well defined and internally consistent, such as knowledge relevant to ill-structured problems.

Usually worth the effort to try to transform an ill-structured problem in one or more well-structured problems, but even with the most competent and diligent efforts, there seems to be residual differences irreconcilable.

If we are faced with complex problems and seek their resolution we must be aware whether or not we are up to its resolution.

This is because a person who is rich in conceptual complexity perceives the world in a multidimensional and flexible at the same time considering different viewpoints, and yet still manages to integrate all information into a single perspective.

If we are a person who is low in conceptual complexity tends to reject information that does not fit within the strict pre-established structures and tends to be submissive to authority.

 

When we think about solving problems, we think of creativity, but usually do not refer specifically to any of its possible forms. Policastro and Gardner suggest a distribution that is useful for framing some issues.

Thus creativity can come in the form of a solution of a problem or a discovery, but can also refer to the construction of a set of concepts that represent existing data at any given time, and to their organization in a way that illuminates and points to new directions.

The creation of permanent works in a symbolic system, as is the case of works of art, or performance of a ritual work like a symphony or even a game of high-performance, for example, sporting events or political activities, are also forms of creativity.

Each of these creative ways is strongly associated with particular areas and particular disciplines.

We can see that, when people try to integrate their diverse knowledge sources in solutions that leverage synergies, is the intersection of a complex set of factors from various domains that will give the answer.

Concepts such as team, group cohesion, cognitive complexity, creativity, decision making and many more t interact and influence each other in very complex fashion.

How to get an integrated perspective on this phenomenon that allows the different disciplines are used to construct a more useful?

Peter Drucker wrote: “The modern leader is more like an orchestra conductor.”

Conductors cannot play their instruments better than the members of the orchestra. Its value lies in its ability to conduct the musicians for a great performance. Conductors are rich in conceptual complexity.

Likewise, a leader currently uses this ability to steer various experts in a process that produces a successful project.

The complexity of modern problems cannot be managed through the sum of individual efforts. It requires people of diverse backgrounds and various levels to work together, which of course requires great effort of teamwork.

However, if we take one of the complex problems facing us today and deconstruct, never lose the image of the whole, we are taking the first step towards its resolution.

This work includes the need for immersion in the problem space, trough research, observation and reflection along with a willingness to deliberately play seemingly absurd connections and for these connections a special attention is required.

 

Complexidade cognitiva e criatividade

Uma abordagem na resolução de problemas complexos

O termo “complexidade cognitiva” é usado em Psicologia como sendo a capacidade para processar as informações que não estão bem definidas e são internamente consistentes, tais como os conhecimentos relevantes para problemas mal estruturados.

Geralmente vale a pena o esforço dispendido para tentar transformar um problema mal estruturado num ou mais problemas bem estruturados, mas mesmo com os mais competentes e diligentes esforços, parece haver diferenças residuais irreconciliáveis.

Se nos deparamos com problemas complexos e procuramos a sua resolução temos de ter consciência se estamos ou não à altura da sua resolução.

Isto porque, uma pessoa que é rica numa complexidade conceptual percebe o mundo de uma forma multidimensional e flexível, ao mesmo tempo que considera diversos pontos de vista, e mesmo assim, ainda consegue integrar todas as informações numa única perspectiva.

Se é uma pessoa que é pobre em complexidade conceptual tende a rejeitar informações que não cabem dentro das rígidas estruturas preestabelecidas e tende a ser submissa a uma autoridade.

 

Quando pensamos em resolver problemas, pensamos em criatividade, mas normalmente não nos referimos especificamente a nenhuma das suas possíveis formas. Policastro e Gardner apontam uma distribuição que é útil para o enquadramento de algumas temáticas.

Assim criatividade pode surgir sob a forma de uma solução de um problema ou uma descoberta, mas também pode referir-se à construção de um conjunto de conceitos que representam os dados existentes, em determinado momento, e à sua organização, de uma forma que ilumina e aponta para novas direcções.

A criação de obras permanentes num sistema simbólico, como é o caso de obras de arte, ou o desempenho de um trabalho ritual como o de uma sinfonia ou ainda um jogo de alto desempenho, por exemplo, competições desportivas ou actividades políticas, são também formas de criatividade.

Cada uma dessas formas criativas está fortemente e particularmente associada a domínios e disciplinas específicas.

Quando as pessoas tentam integrar as suas origens de conhecimento diversificado, em soluções que aproveitem as sinergias, é a intersecção de um conjunto complexo de factores de diversos domínios que dará a resposta.

Conceitos como equipa, grupo, coesão, complexidade cognitiva, criatividade, tomada de decisão e muitos mais interagem e influenciam-se uns aos outros de forma muito complexa.

Como chegar a uma perspectiva integrada sobre esse fenómeno que permita que as diferentes disciplinas sejam usadas para a construção de um conhecimento mais útil?

Peter Drucker escreveu: “O líder moderno é mais como um maestro de orquestra”.

Os maestros não podem tocar os instrumentos melhor do que os membros da orquestra. O seu valor reside na sua capacidade de conduzir os músicos para um grande desempenho. Os maestros são ricos em complexidade conceptual.

Da mesma forma, um líder hoje utiliza essa capacidade para orientar diversos especialistas num processo que produz o sucesso de um projecto.

A complexidade dos problemas modernos não pode ser gerida através da soma de esforços individuais. Ela requer pessoas de diversas origens e de diversos níveis para trabalhar em conjunto, o que naturalmente exige grandes esforços de trabalho em equipa.

No entanto, se pegarmos num dos problemas complexos que se nos deparam hoje e o desconstruirmos, sem nunca perdermos a imagem do todo, estamos a dar o primeiro passo para a sua resolução.

Esse trabalho inclui a necessidade de imersão no espaço do problema, por meio de pesquisa, observação e reflexão a par de uma vontade de tocar deliberadamente as conexões aparentemente absurdas,e é para essas conexões que uma especial atenção é requerida.

Ideas need space to be born and time to grow!
Outubro 25, 2010

(Texto em Português depois deste)

 

Connections, Collisions, and Collaboration

The ideas need two spaces! A space to rise, an inspiring environment, and other of temporal nature, a space to grow and mature.

Often an idea jumps into our world and seems to have appeared out of nowhere or at least without being the result of a research project, known reason or apparent reason, but in fact they represent a set of connections we make.

The connections we make, with some frequency are surprisingly fresh and original, and it seems that the ideas “come from nothing.”

But “From nothing, nothing happens. Each original thought is based on information we already have in our catalog. In a methodical process or by sheer luck, all new ideas come from a combination of existing concepts together in ways that nobody ever did before. Here’s how the imagination is. “-James C. Christiansen

With the ease of gathering information networks that bring the Web today, we are provided a large amount of material to produce combinations that seem to come from nowhere.

To be creative our ideas need to collide with other ideas. Thus novelty is confirmed or not and is enriched both through the construction of complex shapes, or simplification of existing forms.

Our idea through connectivity can find a place to be born and a space to grow, because many times the idea remains within us without being made known to the world around us.

One idea under these circumstances is merely a statement of intent.

But through the connectivity our declaration ceases to be an intention, and we stop being an individual to become a crowd.

If we want to be creative, we have to leave comfort zones and conformist attitudes that can be understood as the product of human adaptation.

To be creative we must be flexible and look at problems from many different angles. The path is towards divergence time for another look at the convergence toward the problem

To be creative we must be able and feel the need to generate a large number of ideas to select a solution.

To be creative we have to face the news as an overarching principle. We refer novelty as being the original.

To be creative we need to elaborate or define our idea. An idea cannot be vague, we must be specific enough so that others can understand, talk about it, work on it and explore it according to their potential.

And to go further and to do in a way that with our idea becomes innovation we have to play with our ability to accept risk.

We know that the individual uncertainty and aversion to risk that we have may affect a choice of conformity, i.e., either we adapt or create.

On the other hand, when we endogenously adapt to our preferences, as individuals conformists, we increase our likelihood of satisfaction, but we give up a better or ideal.

It may seem unrealistic for us to be all creative, but remember that we do not have to be creative with the same problem and that even here the diversity produces better solutions.

Os espaços que as ideias, reclamam!

 

Conexões, Colisões e Colaboração

As ideias precisam de dois espaços! Um espaço para nascer, um ambiente inspirador, e outro de natureza temporal um espaço para crescer e amadurecer.

Muitas vezes uma ideia salta para o nosso mundo e parece ter surgido do nada ou pelo menos sem ser fruto de um trabalho de pesquisa, razão conhecida ou motivo aparente, mas de facto elas correspondem a um conjunto de conexões que fazemos.

As conexões que fazemos, com alguma frequência são surpreendentemente novas e originais, e por isso parece que as ideias “vêm do nada”.

Mas, “De nada, nada se faz. Cada pensamento original baseia-se nas informações que já temos no nosso catálogo. Por um processo metódico ou por pura sorte, todas as novas ideias vêm da combinação de conceitos existentes juntos em formas que nunca ninguém fez antes. Eis como funciona a imaginação”. James C. Christiansen

Com a facilidade de recolha de informação que as redes Web hoje nos trazem, nós estamos fornecidos de uma grande quantidade de material capaz de produzir combinações que parece que vêm do nada.

Para sermos criativos as nossas ideias precisam de colidir com outras ideias. Desta forma a novidade confirma-se ou não e enriquece-se quer através da construção de formas complexas, quer da simplificação das formas existentes.

A nossa ideia através da conectividade pode encontrar um espaço para nascer e um espaço para crescer, porque muitas vezes a ideia permanece dentro de nós sem ser dada a conhecer ao mundo que nos rodeia.

Uma ideia nestas circunstâncias não passa de uma declaração de intenções.

Mas através da conectividade a nossa declaração deixa de ser uma intenção e nós deixamos de ser um indivíduo para passar a ser uma multidão.

Se queremos ser criativos, temos de deixar as zonas de conforto e as atitudes de conformismo que podem ser entendidas como o produto da adaptação humana.

Para sermos criativos temos de ser flexíveis e olhar os problemas de muitos e diferentes ângulos. O caminho é no sentido da divergência para noutro momento encarar a convergência em relação ao problema

Para sermos criativos temos de ser capazes e sentir a necessidade de gerar um grande número de ideias para seleccionar uma solução.

Para sermos criativos temos de encarar a novidade como princípio dominante. Refira-se novidade como sendo a originalidade.

Para sermos criativos temos de elaborar ou definir a nossa ideia. Uma ideia não pode ser vaga, tem de ser suficientemente específica para que os outros a possam entender, falar sobre ela, trabalhar sobre ela e explorá-la de acordo com o seu potencial.

E, para irmos mais longe e fazermos com que a nossa ideia se torne inovação nós temos que jogar com a nossa capacidade de aceitação de risco.

Nós sabemos que a incerteza e a aversão individual que temos ao risco podem afectar uma escolha de conformidade, isto é, ou nos adaptamos ou criamos.

Por outro lado, quando endogenamente adaptamos as nossas preferências, como indivíduos conformistas, aumentamos nossa a probabilidade de satisfação, mas renunciamos a uma situação melhor ou ideal.

Pode parecer utópico que todos sejamos criativos, mas lembremo-nos que não temos que ser criativos em relação ao mesmo problema e que mesmo nesse caso a diversidade produz melhores soluções.

Creativity – Sensations, Perceptions and Realities!
Outubro 20, 2010

(Texto em Português depois deste)

The perception of the whole and the reality!

As the world changes, we create a new model of how it works and that is why, perhaps often, perception is more important than reality.

In fact we are creatures with the power to shape the different things in a unified whole, and it can be demonstrated by our experience, when from an ambiguous image we took several interpretations at the level of perception.

Although closely related, sensation and perception play two complementary functions, but different in how we interpret our world.

The feeling refers to the process of feeling our environment through touch, taste, sight, hearing and smell. This information is sent to our brains, which we interpret to make sense (our way) to everything around us.

Perception is the process, constant, where the human mind organizes the vast amount of material received, records and forwards to cognition. The objective is to select the sensations that are important or are of interest to us, and this happens continuously and often unconsciously.

In the initial phase of perception it seems to be the formation of patterns or contours that dominates. It is an important step to reduce the amount of superfluous details (to us) in sensations, and finding familiar and understandable patterns.

But we were trained to believe that there is only one truth and if we follow this path perception only serves to remove information that does not fit our standards.

Creativity, or the future reality, has other advantages as it allows us to reach new truths with the help of perception that is conditioned by our sensitivity, the quality of stimuli, our experience and the “whole” who receives these stimuli.

This conditioning naturally differ from person to person and from situation to situation, but without wanting to abuse the labeling, I can say that standardization comes at some point common to all these elements of the process of perception.

Yet it is the impact on our past and accumulated experience where patterns are rooted more. The new experiences that bring many sensations, are compared and related to the experience and records accumulated over the years, giving rise to new combinations often surprising.

Our new world takes shape! We create something new that gives rise to a different “whole”.

The whole is always different from the sum of its parts. But, how does it happen?

When we look at things, shapes or objects, proximity or similarity between them determines our perception of them and when these objects are grouped, are viewed as a whole.

Basically, what we do is to reduce it to simple things.

I must confess I do not always perceive the reality that is shown to me in this way. There are lots of creative activities in the sense of complexity, although almost always undesirable!

The creativity of these will depend on the perception and reality, read “truth” that “only” makes sense for anyone who creates laws or delves into philosophy, will be the result of many perceptions.

When I see I create my truth! And because there are many possible truths that I have need to be creative!

Does this somehow have to do with empathy?

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Criatividade – Sensações, Percepções e realidades!

A percepção do todo e a realidade!

À medida que mundo se transforma, nós criamos um novo modelo de como ele funciona e por isso, talvez muitas vezes, a percepção seja mais importante que a realidade.

De facto somos criaturas com o poder de moldar as coisas diferentes, num todo unificado, e isso pode ser demonstrado pela nossa experiência, quando de uma imagem ambígua tiramos várias interpretações, ao nível de percepção.

Embora intimamente relacionados, sensação e percepção desempenham duas funções complementares, mas diferentes na forma como interpretamos o nosso mundo.

A sensação refere-se ao processo de sentir o nosso meio ambiente através do tacto, paladar, visão, audição e olfacto. Essa informação é enviada para os nossos cérebros, onde as interpretamos para dar sentido (o nosso sentido) a tudo que nos cerca.

A percepção é o processo, constante, onde a mente humana organiza a imensa quantidade de material recebido, regista e encaminha à cognição. O objectivo é seleccionar as sensações que têm importância ou são de interesse para nós, e isto acontece de forma contínua e muitas vezes inconsciente.

Na fase inicial da percepção, parece ser a formação de padrões ou contornos que domina. É um passo importante, para reduzir a quantidade de detalhes supérfluos (para nós) nas sensações, e encontrar padrões familiares e compreensíveis.

Mas nós fomos treinados para acreditar que só existe uma verdade e se seguirmos esse caminho a percepção só nos serve para eliminar informação que não se encaixa nos nossos padrões.

A criatividade tem outras vantagens pois permite-nos chegar a “novas verdades” com a ajuda da percepção que é condicionada pela nossa sensibilidade, pela qualidade dos estímulos, a nossa experiência e o “todo” que recebe esses estímulos.

Este condicionamento difere naturalmente de indivíduo para indivíduo e de situação para situação, mas sem querer abusar de rotulagem, pode-se dizer que a padronização toca nalgum ponto comum a  todos estes elementos do processo de percepção.

Contudo é no impacto com a nossa experiência passada e acumulada que a padronização mais se enraíza. As novas experiências que trazem consigo inúmeras sensações, são comparadas e relacionadas com as experiências e registos acumulados ao longo dos anos, dando lugar muitas vezes a novas combinações surpreendentes.

O nosso mundo toma nova forma, criamos algo de novo que dá lugar a um “todo” diferente.

O todo é sempre diferente da soma das partes.  Como é que isso acontece?  

Quando olhamos para as coisas, formas ou objectos, a proximidade ou semelhança entre si determina a percepção que temos delas e quando esses objectos estão agrupados, são vistos como um todo.

No fundo, o que fazemos é reduzi-los a coisas simples.

Devo confessar que nem sempre percepciono a realidade, que me é mostrada, dessa forma. Há muita actividade criativa no sentido da complexidade, embora quase sempre, indesejável!

A criatividade vai depender dessas percepção e a realidade, entenda-se “verdade”, que “só” faz sentido para quem cria leis ou se embrenha em filosofia, vai ser o resultado de muitas percepções.

Quando percepciono crio a minha verdade! E porque há muitas verdades possíveis eu tenho necessidade de ser criativo!

Será que isto tem de alguma maneira a ver com empatia?

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Creativity and energy of the connections with empathy
Outubro 18, 2010

(Texto em Português depois deste)

 

Thinking about empathy!

When I think about connectivity and creativity I imagine a complex universe of relations and connections with feature-rich and full of surprises.

Some of the factors seem, at times, more important than others, but the truth is every single one is a fundamental part of the answer:

Connectivity generates creativity?

For Sternberg and Lubart creativity is a confluence of six factors:

-Intellectual capacity

-Knowledge

-Thinking styles

-Personality

-Motivation

-Environmental context.

People who are more creative are more likely have divergent thoughts, exhibit higher levels of cognitive complexity and flexibility, and are better at dealing with unstructured and ambiguous situations.

This could mean that a creative person has some salient features such as tolerance for ambiguity, self-confidence (in the creative activity), independence and autonomy in decision making, persistence and self-discipline, a very peculiar narrative and belief in the activity carried out.

Above all, one could think that underlying it all there is an empathic attitude.

A creative person is or not necessarily empathetic?

Sometimes we hear or read stories about creative people which highlight the insight, the retreat and the alienation from the world.

Today, it makes no sense to think that way. Today, the world is all about connectivity, relationships, even if virtual, where knowledge is a strong exchange currency between individuals and groups which promotes creativity through connections.

The role of creative people is to connect things which, apparently, are not related. In an increasingly connected world through Web 2.0, the amount of loose ends on information, grows every day and opportunities to generate ideas accompany that growth.

The environmental context in which individuals are embedded is, of course ,an important factor to consider when talking about a wealth of ideas, either by their number or by their “quality”, i.e. scope, complexity and effectiveness of solving problems or meeting needs.

It is in this respect, people needs, that the question of another need is raised, that of empathy.

Can it be that, for an idea to be valid, or really of value, it needs to fit in with an existing need, even if hidden? Is it necessary to have an empathic attitude towards people to solve the problems?

I have no doubt that it takes the thorough understanding of the problems to generate ideas susceptible to satisfy the real needs of the consumers/users, but there are hidden needs, therefore not satisfied, which will only be satisfied in the event of a wide connectivity environment in the creative process.

“The Internet is a direct expression of the emerging energy structure of the planet in which the need of the individual can be met within the organic evolution of the whole, and the evolution of the whole served through the free participation of each individual” – Llewellyn Vaughan Lee

Connectivity, is not just the physical attributes and technicians who, where and how we connect with somebody. There is a vacuum that must be filled, focused on the quality of the communications and where empathy must take a prominent place.

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Pensar em empatia!

Quando penso em criatividade e em conectividade, imagino um universo complexo de relações e conexões, cheio de atributos e de surpresas.

Alguns dos factores parecem, em determinados momentos, ser mais importantes que outros, mas a verdade é que cada um deles é parte fundamental da resposta a:

A conectividade gera criatividade?

Para Sternberg e Lubart a criatividade é uma confluência de seis factores:

A capacidade intelectual, conhecimento, estilos de pensamento, personalidade, motivação e contexto ambiental.

As pessoas que são mais criativas, são mais propensas a pensar de forma divergente, exibem níveis mais altos de complexidade cognitiva e flexibilidade, e são melhores em lidar com situações não estruturadas e ambíguas.

Isto poderia significar que uma pessoa criativa possui algumas características mais salientes, como a tolerância para a ambiguidade, auto-confiança (na sua actividade criativa), independência e autonomia na tomada de decisão, persistência e auto-disciplina, uma narrativa muito peculiar e crença na sua actividade.

Acima de tudo, poder-se-ia pensar que subjacente a tudo isto está uma atitude empática.

Uma pessoa criativa é ou não, necessariamente empática?

Por vezes ouvimos ou lemos relatos sobre pessoas criativas onde se destaca a introspecção, o retiro e o alheamento do mundo.

Hoje não faz sentido pensar dessa maneira. Hoje o mundo é de conectividade, de relações, mesmo que virtuais, onde o conhecimento é uma moeda forte nas trocas entre os indivíduos e grupos que promove a criatividade através de conexões.

O papel das pessoas criativas é ligar as coisas que aparentemente não se relacionam. Com um mundo cada vez mais ligado através da Web 2.0 a quantidade de pontas soltas na informação, aumenta todos os dias, e as oportunidades de geração de ideias acompanham esse crescimento.

O contexto ambiental onde as pessoas se inserem, é naturalmente um factor que importa considerar, quando falamos de riqueza de ideias, quer pela sua quantidade quer pela sua “qualidade”, isto é abrangência, complexidade e eficácia de resolução de problemas ou satisfação de necessidades.

É relativamente a este aspecto, necessidades de pessoas, que se levanta a questão de uma outra necessidade, a da empatia.

Será que, para que uma ideia seja válida, ou realmente com valor, ela precisa de se encaixar numa necessidade existente, mesmo que oculta? Será que para isso é necessário ter uma atitude empática com as pessoas para solucionar os problemas?

Não tenho dúvida que só a compreensão profundo dos problemas permite que haja geração de ideias capazes de satisfazer reais necessidades dos consumidores/utilizadores, mas há necessidades ocultas, portanto não satisfeitas, que só serão satisfeitas de existir um ambiente de conectividade amplo no processo criativo.

“A Internet é uma expressão directa da estrutura energética emergente do planeta em que as necessidades do indivíduo podem ser satisfeitas dentro da evolução orgânica do todo, e a evolução do todo, servida através da livre participação de cada indivíduo.” – Llewellyn Vaughan Lee

 

A conectividade, não são apenas os atributos físicos e técnicos de quem, onde e como, se conecta com alguém. Existe um vácuo que deve ser preenchido com foco na qualidade das comunicações e onde a empatia deve ocupar lugar de destaque.

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Hiding emotions behind 140 characters
Outubro 16, 2010

 (Texto em Português depois deste)

Twitter, Facebook and other social networks

When dealing with organizational development interventions, it is easy to recognize the emotions that revolve around issues of change. We hear of disillusionment, fear, skepticism and we hear of excitement and anticipation.

There are other clicks within an organizational environment which can trigger emotional reactions susceptible to make the development efforts of the organization unfeasible, especially as it braces itself for the change, giving free rein to the creativity and innovation.

To know the nature of emotion clicks within the organizational environment helps to cope with feelings which are more concrete and effective for interventions in the organization’s development.

But all of us have, at one time or other, tried to hide this or that word or facial expression. By doing so, all we are trying to do is not to give away any indication regarding our emotional state.

But what do we do, what are we, behind the keyboards or screens when we send or receive messages on a network?

To ponder and recognize our own emotions and those of others helps us find our balance and allows for a positive environment!

Many of us have experienced situations on Twitter or Facebook which caused us joy or led to dissatisfaction. For example, we waited for someone to answer a question and received no response or suddenly the number of followers or fans rose considerably, without us having done anything, apparently.

In an organization and on a face to face situation I can:

-Assume responsibility for my emotions.

-Restructure negative situations to face challenges.

– Know my own click to positive and negative emotions.

-Ask, “What can I change?” whenever confronted with an emotionally charged situation.

And on social networks, how do I do it?

The management of emotional states is not easy especially when there are negative emotional states.

For instance, the constructive management of negative emotional states which inevitably arise in romantic relationships may be a critical facet of dealing with the world.

It can be critical because it is built this way. These relationships often serve as refuges from emotional stress in the workplace.

And sometimes “it backfires.” Relations increase stress rather than decrease, and when that happens, then there are problematic behaviors.

And what happens with social networking?

“When activated in the context of intense emotion, it seems that the frontal cortex helps to control the intensity of negative emotions which emerge in social relations. When this region of the brain is not effective or when the intensity of the conflict is too great, people need to learn behavioral strategies to cope with the emotional response. For some people, this strategy can be as simple as counting from 1 to 10 before doing something which they might regret later. “- Dr. John Krystal, editor of Biological Psychiatry,

The cognitive and behavioral strategies may be important components in controlling the intensity of negative emotions.

In fact, you can create strategies to facilitate the management of emotions and prevent the burnout in both fields of our interaction, work and “romantic” relationship.

Also according to Krystal, the results “suggest” that the image can provide potentially useful information about who may be vulnerable to mood and behavior problems after a stressful event.

And when there is no image on the social networking?

Stressful situations experienced at work and the inability to establish contact with the family are, undoubtedly, familiar recollections. The adverse also seems true.

Our ability to manage our emotions, at work, depends on our status as employees in organizations.

Managing emotions at work is psychologically distressing for the individuals, when it increases the feeling of strangeness towards their true feelings. One goes by the anguish of incomprehension that can generate outrage and the assumption of the role of victim.

And the submerged part of the social networks?

But if counting to ten may be a strategy for some people other strategies we will find, to manage our emotions with the aid of the frontal cortex, to strike a balance in our “romantic” relations and work.

Connect! Disconnect!

 

Esconder emoções atrás de 140 caracteres

O Twitter, O Facebook e as outras redes

Ao lidar com intervenções de desenvolvimento da organização, é fácil reconhecer as emoções que giram em torno de questões da mudança. Ouvimos falar de desilusão, medo, cepticismo e ouvimos falar de emoção e antecipação.

Existem outros cliques dentro do ambiente organizacional que podem causar reacções emocionais que poderiam inviabilizar os esforços de desenvolvimento da organização, principalmente quanto a organização se prepara para a mudança, dando asas à criatividade e à inovação.

Conhecer a natureza dos cliques emoção dentro do ambiente organizacional ajuda a lidar com sentimentos mais concretos e eficazes para intervenções de desenvolvimento da organização.

Mas, todos nós, já alguma vez, experimentamos esconder, esta ou aquela palavra ou expressão facial. O que procurámos com isso é não fornecer dados sobre o nosso estado emocional.

E o que fazemos e o que somos por trás dos toques, teclas ou ecrãs quando estamos enviamos mensagens ou as recebemos numa rede?

Reflectir e reconhecer as nossas próprias emoções e as dos outros ajuda a encontrar o equilíbrio e permite um ambiente positivo!

Muitos de nós já experimentamos situações no Twiiter ou Facebook que nos causaram alegria ou nos levaram para a insatisfação. Por exemplo esperávamos que alguém respondesse a uma questão e não obtivemos resposta ou de repente o número de seguidores ou fãs subiu consideravelmente, sem que, aparentemente, tivéssemos feito alguma coisa.

Numa organização e num estado presencial eu posso:

Assumir a responsabilidade pelas minhas emoções.

Reestruturar situações negativas face a desafios.

Conhecer o meu próprio clique para emoções positivas e negativas.

Perguntar, “O que posso mudar?” sempre que confrontado com uma situação carregada emocionalmente.

E nas redes sociais, como faço?

Fazer a gestão de estados emocionais, não é fácil, principalmente quando são estados emocionais negativos.  

Por exemplo, a gestão construtiva dos estados emocionais negativos que surgem inevitavelmente em relações românticas, pode ser uma faceta crítica de lidar com o mundo.

Ela pode ser crítica porque foi construída com esse sentido. Estas relações normalmente servem como refúgios emocionais das tensões do mundo do trabalho.

 E por vezes “sai o tiro pela culatra”. As relações aumentam o stress em vez de o diminuírem, e quando isso acontece, passam a existir comportamentos problemáticos.

E nas redes sociais?

“Quando activado no contexto de intensa emoção, parece que o córtex frontal, ajuda a controlar a intensidade das emoções negativas que emergem nas relações sociais. Quando essa região do cérebro não é eficiente activada ou quando a intensidade do conflito é muito grande, as pessoas precisam aprender estratégias comportamentais para lidar com a resposta emocional. Para algumas pessoas, esta estratégia pode ser tão simples como contar até 10 antes de fazer algo de que se possa arrepender mais tarde. ”  – Dr. John Krystal, editor da Biological Psychiatry,

As estratégias cognitivas e comportamentais podem ser componentes importantes no controle da intensidade de emoções negativas.

De facto, é possível criar estratégias capazes de facilitarem a gestão das emoções e evitar o desgaste em ambos os campos da nossa interacção, trabalho e relação “romântica”.

Ainda segundo Krystal, os resultados “sugerem que a imagem pode fornecer informações potencialmente úteis sobre quem pode estar vulnerável ao humor e problemas de comportamento após um evento stressante.

E nas redes sociais?

São certamente imagens comuns no nosso recordatório, as situações de stress vividas no trabalho e a incapacidade de as desligar ao estabelecer contacto no ambiente familiar. O inverso também parece verdadeiro.

A nossa capacidade de gestão das emoções, no trabalho, depende do nosso estatuto como colaboradores, nas organizações.

Gerir emoções no trabalho é psicologicamente angustiante para os indivíduos, quando se aumenta a sensação de estranheza em relação aos seus sentimentos verdadeiros. Passa-se pela angústia da incompreensão que pode gerar revolta e a assumpção do papel de vítima.

E a parte submersa das redes sociais?

Mas se contar até dez pode ser uma estratégia para algumas pessoas, outras estratégias encontraremos para, ao gerir as nossas emoções com o auxílio do córtex frontal, encontrar o equilíbrio nas nossas relações “românticas” e de trabalho.

Conecta! Desconecta!

The tendency to reduce relevance on creativity
Outubro 14, 2010

(Texto em Português depois deste)

 

Observations!

Two articles reported via Twitter by @ ralph_ohr “Older people are smarter, But this makes …” and “Older workers are more than Innovative …” led my thoughts to the words of Roger Martin when it comes to integrative thinking.

The articles, great pieces for reflection, address the same issue, creativity vs. generations/age on two different lenses!

When I refer to two different lenses, I am referring to the fact that the authors come to different conclusions (apparently) in focusing on a feature image as a whole.

Simplifying my reading: “Older people are smarter but this makes them less creative …” and on the other side “The older workers are more innovative than ….”

It seems a contradiction, but in the end the big conclusion is that they are complementary in what I now call the great truth:

There is no age to be creative! Experience shapes

In one article attempts to demystify the idea that creativity is linked to the younger generations and focus on the numbers to validate the proposal:

The numbers  however, showed that older workers not only had great ideas for making procedures and processes more efficient, but their innovations also produced significantly higher returns for the company than those of workers in younger age groups…

Given these sorts of results, why is the notion that older people are less productive or innovative so entrenched? Part of it is because there are deep stereotypes and cultural narratives at Play.

In another article makes a reference to the innovative technology and states that “Almost all these innovations were built by people in their 20s with a few of the old-timers in their… It’s not that older entrepreneurs can’t start or build innovative companies – of course they can. Older entrepreneurs just work smarter and strategically.

And if they’re really strategic, older founders hire engineers in their 20′s and 30′s who don’t know what they’ve been asked to do is impossible. 

Neither A nor B! I think C is, in my view, the right choice as in the BMW case where the teams combined ages, thus facilitating either creativity or transfer of tacit knowledge. ”

The fundamental reason why I think option C is the right option is because I actually believe that there is no age for being creative provided they leave the comfort zone and face the resolution of problems with courage and boldness.

Gandhi and Mandela are not known as great creative alongside Picasso or Mozart but had to use a lot of creativity to lead armies and never before have they fired a shot and without having confessed at the time.

There are moments in our life where we feel more encouraged to accept challenges and responses for which we have under our primary concern.

Storr distinguished three periods in the “character” of creativity as a function of age:

– The first is one in which the creative is usually not yet fully discovered his “calling” individual.

This period may explain the demand for the impossible?

– The second is where there is a need to communicate what they have to say as widely as possible.

Is this period in which creativity is fostered to entrepreneurship?

– In the third period there is less concern with communication and it seems that is the point at which seeks to link elements and create a new form of unity. Here is not to convince anyone and is permitted to operate in remote areas of experience.

Is this the period in which creativity is guided to the complex things?

“Some of the most profound and healing psychological experiences which individuals encounter take place internally, and are only distantly related, if at all, to interaction with other human beings.” – Anthony Storr

 

Observar saliências em criatividade

A tendência para reduzir relevâncias

Dois artigos noticiados através do twitter por @ralph_ohr, “Older people are smarter, but this makes…” e “Older workers are more innovative than…”, conduziram o meu pensamento para as palavras de Roger Martin quando se fala de pensamento integrativo.

Os artigos, excelentes peças para reflexão, abordam a mesma questão, criatividade vs gerações/idade, sobre duas lentes diferentes!

Quando me refiro a duas lentes diferentes, refiro-me ao facto de os autores chegarem a conclusões diferentes (aparentemente) ao realçarem uma característica como imagem de um todo.

Simplificando a minha leitura: “As pessoas mais velhas são mais “espertas”, mas isso torna-as menos criativas…” e do outro lado “Os trabalhadores mais antigos são mais inovadores do que…”.

Parece uma contradição, mas no fundo a grande conclusão é que um artigo quer o outro se complementam naquilo que eu chamo agora de grande verdade:

Não há idade para se ser criativo! A experiência molda!

Num dos artigos tenta-se desmistificar a ideia de que a criatividade está ligada às gerações mais novas e focam-se os números para validar a proposta:

Os números, porém, mostraram que os trabalhadores mais velhos não só tinha grandes ideias para realizar os procedimentos e processos mais eficientes, mas suas inovações também produziram retornos significativamente maiores para a empresa do que os dos trabalhadores nos grupos etários mais jovens.

Tendo em conta estes tipos de resultados, porque é que a noção, de que os idosos são menos produtivas e inovadoras, está tão arraigada? Parte disso é porque existem estereótipos marcantes e narrativas culturais em jogo.”

No outro artigo faz-se referência á inovação tecnológica e afirma-se que “Quase todas essas inovações foram construídos pelas pessoas em seus 20 anos com alguns dos veteranos em seus anos 30…Não é que empresários mais velhos não possam iniciar ou ampliar empresas inovadoras – Claro que podem. Os empresários mais velhos apenas trabalham mais de forma inteligente e estratégica.

E se eles são realmente estratégicos, os fundadores mais velhos contratam engenheiros com os seus 20 e 30 anos que não sabem que o que eles pediram para fazer é impossível.”

Nem A nem B! Eu acho que C é, no meu ponto de vista, a escolha certa como acontece na BMW onde se combinaram idades nas equipas, facilitando assim quer a criatividade quer a transferência de conhecimento tácito.”

A razão fundamental porque eu penso que a opção C é a opção certa é porque eu de facto acredito que não existe idade para se ser criativo desde que se saia da zona de conforto e se encare a resolução de problemas com coragem e ousadia.

Mandela e Gandhi não são conhecidos como grandes criativos ao lado de Picasso ou Mozart mas tiveram que usar de muita criatividade para chefiar exércitos sem nunca antes terem ter disparado um tiro e sem o terem confessado na altura.

Há momentos da nossa vida em que nos sentimos mais encorajados a aceitar desafios e para os quais temos respostas de acordo com a nossa preocupação fundamental.

Storr distinguiu três períodos no “carácter” da criatividade em função da idade:

– O primeiro é aquele em é que o criativo normalmente ainda não descobriu totalmente a sua “vocação” individual.

Poderá este período explicar a procura do impossível?

– O segundo é aquele em que há necessidade de comunicar o que tem a dizer da forma mais ampla possível.

Será este período em que a criatividade é promovida a empreendedorismo?

– No terceiro período há menos preocupação com a comunicação e parece que é a altura em que se procura ligar elementos e criar uma nova forma de unidade. Aqui já não é preciso convencer ninguém e é permitida a exploração de áreas remotas da experiência.

Será este o período em que a criatividade é guiada para as coisas complexas?

“Algumas das experiências psicológicas mais profundas e de cura que os indivíduos encontram ocorrerão internamente, e são apenas remotamente relacionadas, na sua totalidade, com a interacção com outros seres humanos.” – Anthony Storr

Leadership on creativity? What for?
Outubro 12, 2010

(Texto em Português depois deste)

I do not know and I need help to settle my curiosity!

There are many examples of creative people who are called up individually by the works they produced and that delight our senses!

The result of his work began with the act of turning imaginative and new ideas into reality, required passion and commitment, brought to our awareness what was previously hidden and now points to a new life. That’s creativity.

A leader is a leader because it looks constantly to the future but also looks for people with whom he interact in his team or organization.

Would Chopin, Gaudi or Michelangelo as creative people needed a leader?

Or were they leaders of creative people who contributed to the final result?

Or…

Leadership is the ability to mobilize people towards established goals to produce sustainable change and because it is good for the leader and for those most important to him: employees, customers or consumers / users.

Today is certainly not very different from that over the centuries the role of leader depends on the circumstances under which they were. The story of Florence is a good example!

In times of war where differences of technological development done are felt more strongly, the creative leaders capture what the less creative leaders call of threats and use them as opportunities and challenges.

No! I was not talking only of war with death, casualties, aviation, marine and infantry, also I mean the war business!

Here is where you can read:

Warning: If you are not continually improve the resilience of the three major inhibitor of creativity – the fear of failure, guilt because you think it is selfish and ignorance of what is possible – then you are missing opportunities to strengthen your capacity to win in a world increasingly uncertain.

This warning applies equally to the leader and any member of a team where creativity is an assumed value.

Today, the more common reality in organizations, not considering the supposed lack of creativity, is a hierarchy that intersects with leadership and for that reason any creative activity may be subject to many constraints, including lack of empathy.

There is nothing better than working with interdisciplinary teams when it comes to reinforcing the “gene” empathy.

At such times leadership should be translated as the facilitator of creative environments, not to mention its advisory role in many cases. Creativity needs space but also needs context.

In organizations that leaders must learn to look at all of its employees! Good ideas can come from any employee, even the most unpredictable and it is necessary to create a climate of openness.

Any idea is good till be properly evaluated and considered inappropriate.

It is here that leaders function more as facilitators and catalysts. A leader should motivate team members, clarify difficult issues, and orchestrate the efforts of all.

This means enhancing communication, exploring alternatives to extend the boundaries, keep the whole team, and move the group to strike a balance between the possible (not just provrd) and strategically aligned.

The moments in which leadership can exercise authority, are the moments of nap! 🙂

 

A criatividade precisa de um líder?

Não sei e preciso de ajuda para sossegar a minha curiosidade!

Há tantos exemplos de pessoas criativas que são evocadas individualmente pelas obras que produziram e que fazem as delícias dos nossos sentidos!

O resultado do seu trabalho começou com o acto de transformar ideias imaginativas e novas em realidade, exigiu paixão e compromisso, trouxe à nossa consciência o que antes estava oculto e aponta agora para uma nova vida. Isso é criatividade.

Um líder é um líder porque olha constantemente para o futuro mas olha também para as pessoas com quem interage na sua equipa ou organização.

Será que Chopin, Gaudi ou Miguel Ângelo enquanto pessoas criativas precisaram de um líder?

Ou eram eles líderes de pessoas criativas que colaboraram para o resultado final?

Ou…

A liderança é a capacidade de mobilizar pessoas em direcção metas estabelecidas, para produzir uma mudança sustentável e porque isso é bom para o líder e para as pessoas mais importantes para ele: colaboradores, clientes ou consumidores/utilizadores.

Hoje não é certamente muito diferente do que foi ao longo dos séculos dependendo o papel do líder das circunstâncias em que se encontravam. A história de Florença é um bom exemplo!

Em alturas de guerra  onde as diferenças de desenvolvimento tecnológico se fizeram e fazem sentir com mais força, os líderes criativos capturam o que líderes menos criativos chamam de ameaças e usam-nas como oportunidades e desafios.

Não! Não estava a falar só de guerra com mortos e feridos, aviação, marinha e infantaria, também me refiro à guerra dos negócios!

É aqui que se pode ler:

Aviso: Se não está continuamente a melhorar a superação dos três grandes inibidores da criatividade – o medo do fracasso, a culpa por pensar que é egoísta e a ignorar o que é possível – então está a perder oportunidades para fortalecer a sua capacidade de vencer num mundo cada vez mais incerto.

Este aviso, tanto se aplica ao líder, como a qualquer membro de uma equipa onde a criatividade é um valor assumido.

Hoje, a realidade mais comum nas organizações, não considerando a hipotética falta de criatividade, é que existe uma hierarquia que se confunde com liderança e por tal razão qualquer actividade criativa pode estar sujeita a muitos constrangimentos, incluindo a ausência de empatia.

Nada melhor que trabalhar com equipas interdisciplinares quando se trata de reforçar o “gene” empatia.

Nestas alturas a liderança deve ser traduzida como a facilitadora de ambientes criativos, não descurando o seu papel consultivo em muitos casos. A criatividade precisa de espaço mas também precisa de contextualização.

Nas organizações os líderes têm que aprender a olhar para todos os seus colaboradores! As boas ideias podem vir de qualquer colaborador, mesmo do mais imprevisível e para isso é necessário criar um clima de abertura.

Qualquer ideia proposta é boa até ser devidamente avaliada e considerada inadequada.

É aqui que os líderes funcionam mais como facilitadores e catalisadores. Um líder deve motivar os membros da equipa, esclarecer as questões difíceis, e orquestrar os esforços de todos.

Isto significa intensificar a comunicação, explorar alternativas, alargar as fronteiras, manter toda a equipe envolvida, e mover o grupo para um equilíbrio entre o possível (não só o provado) e o alinhado estrategicamente.

Os momentos em que a liderança pode exercer a autoridade, são os momentos da sesta! 🙂

Three spaces – Complexity, Curiosity and Storytelling
Outubro 9, 2010

(Texto em Português depois deste)

 

Curiously simple

My curiosity always questions why a movement is there, or what emotions are linked to that movement at certain points within the music. It’s important to know and think what you are dancing about as you don’t want to disrespect the choreography, the choreographer nor perform the dance with the wrong emotions. It all comes back to the joys of learning and developing your skills on how to execute movements.”

We feel curiosity when we feel a gap between what we know and what we do not know, so it all comes back to learning.

Curiosity can be defined as a need or desire for knowledge that is essential for motivation.

Curiosity is our main ally in understanding the complexity that involves many challenges we face today.

Almost everything seems complex and yet many of us are looking for is simplicity.

Recent studies Say That most leaders and managers (CEOs) Identified complexity to the challenge. They want the creative leadership, to reinvent relationships with customers and Adopt a customer-centric approach.

It “seems in fact a complex world When dealing with relationships with people in an environment in constant development, But there are tools to decode this complexity and present it the simplicity.

For example, stories are an important component of direct sales. The stories always Have Been a fundamental part of any business model works, Although with different strategies.

Different Strategies in the narrative Have a very strong role in knowledge transfer. If we’re in the situation face to face, There Is Almost Always room for a very sentimental approach Can Effectively grab the attention of recipients. This personalization Contribute to identification with the content and the information to Be transferred.

The goal of any story is to create enough curiosity to take a step forward. Curiosity Plays a critical role in the brain’s innate Ability to Bridge the Gap Between what we know and not know of.

We tell stories because we want to Achieve These stories and what results we want to Achieve is the comprehension of complex things.

And I think the best way to tell the story of how to live with simplicity to complexity is The Following Laws of Simplicity John Maeda:

[Youtube = http://www.youtube.com/watch?v=HkhKjAEOJr8%5D

 

Three spaces – Complexity, Curiosity and Storytelling

My curiosity always ask, why is it that a movement is there, or because the emotions are linked to this movement, at certain points within the music. It is important to know and think what we’re dancing, how not to want to disrespect the choreography, choreographer, dance or perform with the wrong emotions. Everything goes back to the joys of learning and developing skills to perform it. “

We feel when we feel a curious gap between what we know and do not know, so it all comes back to learning.

Curiosity can be defined as a need or desire for knowledge that is essential for motivation.

Curiosity is our main ally in understanding the complexity that involves many challenges we face today.

Almost everything seems complex and yet many of us are looking for is simplicity.

Recent studies say that most leaders and managers (CEOs) identified complexity as a challenge. They want a creative leadership, to reinvent relationships with customers and adopt a customer-centric approach.

It seems a world of fact when dealing with complex relationships with people in an environment in constant development, but there are tools to decode this complexity and present it as simplicity.

For example, stories are an important component of direct sales. The stories have always been a fundamental part of any business model works, although with different strategies.

Different strategies in the narrative have a very strong role in knowledge transfer. If we’re in a situation face to face, there is almost always room for a sentimental approach can very effectively grab the attention of recipients. This personalization contributes to an identification with the content and the information to be transferred.

The goal of any story is to create curiosity enough to take a step forward. Curiosity plays a critical role in the brain’s innate ability to bridge the gap between what we know and do not know.

We tell stories because we want these stories to achieve results.

And I think the best way to tell the story of how to live with simplicity to complexity is following the laws of simplicity

John Maeda

 
 
 

 

Creativity is neither a disease nor over-sensitivity!
Outubro 7, 2010

(Texto em Português depois deste)

Context is important

Creativity is a human capacity to create something new.

Faced with a situation, usually a problem, our thinking and our actions are in constant motion.

To this movement exists there is need of courage to take risks and make decisions. We must see and have a sense of how things are or can be.

Creativity is full of experiences and emotions that make us integrate small things into a whole and lead to more questions and empty places of understanding.

Creativity is essentially our sensitivity to a context!

Our ability to receive sensations, or our attention and responsiveness in relation to something is responsible for producing ideas which are often used to solve problems.

The image of a creative person, in business, can relate to the image of a hero, a fearless person who faces challenges that go beyond borders and living environments of embarrassment.

These environments are those that require an extra effort to reconcile work and family or social life and often are not a work recognized and rewarded.

Companies and organizations, the large majority still consider creativity as a “special gift” that is useful once in a while. In contrast acknowledge and reward “scribes,” those who faithfully replicate what is already established.

Creativity is a human force constant, not a task or a department.

Creativity lives in people and for people and as such is a source of production and satisfaction of needs even the most hidden.

Being able to understand others, the deeper reasons of their needs is a creative act when defining by creation the path to find them.

But certain contexts make it difficult to be creative in the workplace.

If, for instance, the change is not addressed in the context of working with the developer, may experience situations of this not welfare and negative stress. But if this change is accompanied by creativity and innovation welfare is not at issue.

Aspects of the context of the company or organization such as the structural dependence, organizational obstacles, difficulties of cooperation and wild competition policies can prevent people from being creative.

However creativity is a necessity not an option for most organizations interested in finding an answer to:

– Advanced Technology.

– A changing environment.

– Changes in organizational structures or strategies.

– Overcoming competitors improve their products, processes and services.

– To evolve according to customer wishes.

– Evolution of societies that are increasingly influenced by global issues and diversity. – Marshall Egan

Creativity is important because it allows the application by the organizations of the best balance between adaptability, the ability to plan ahead and alignment, the ability to deal with this.

Some may be many, are forced to focus on this and have closed many of its centers of activity. This happens as a result of the negative impact when the balance is not achieved.

However, it is important to highlight the need to assess the organizational context in which this balance is sought and thus enable the development of creativity and individual well-being and organizational.

Also here the sensitivity has a word to say!

Do you want to comment?

 

 

A criatividade não é uma doença nem excesso de sensibilidade!

O contexto é importante

Criatividade é uma capacidade humana de criar algo de novo.

Face a uma situação, normalmente um problema, o nosso pensamento e a nossa acção estão em constante movimento.

Para que esse movimento exista é preciso ter coragem para assumir riscos e tomar decisões. È preciso ver e ter uma percepção de como as coisas são ou podem ser.

A criatividade é cheia de experiencias e emoções que nos fazem integrar pequenas coisas num todo e nos conduzem a mais interrogações e lugares vazios de compreensão.

A criatividade é essencialmente a nossa sensibilidade face a um contexto!

A nossa capacidade de receber sensações ou a nossa atenção e capacidade de resposta em relação a algo é responsável pela produção de ideias muitas vezes utilizadas para resolver problemas.

A imagem de uma pessoa criativa, nos negócios, pode relacionar-se com a imagem de um herói, uma pessoa destemida que enfrenta desafios, que ultrapassa fronteiras e que vive em ambientes de constrangimento.

Ambientes que obrigam a um esforço suplementar para conciliar o trabalho com a vida familiar e social e que muitas vezes não é um trabalho reconhecido e recompensado.

As empresas e organizações, a larga maioria, ainda considera a criatividade como um “jeito especial” que convém de vez em quando. Em contrapartida reconhece e recompensa “os copistas”, aqueles que replicam com fidelidade o já estabelecido.

A criatividade é uma força humana constante, não é uma tarefa nem um departamento.

A criatividade vive nas pessoas e para as pessoas e como tal é fonte de produção e satisfação de necessidades mesmo as mais ocultas.

Ser capaz de compreender os outros, nas razões mais profundas das suas necessidades é um acto criativo, no sentido em que definiu, criando, o caminho para as encontrar.   

Mas determinados contextos tornam difícil ser criativo no local de trabalho.

Se, por exemplo, a mudança não é tratada, num contexto de trabalho, com o colaborador, este pode experimentar situações de mal-estar e stress negativo. Mas se essa mudança for acompanhada de criatividade e inovação o bem-estar não está em causa.

Aspectos do contexto da empresa ou organização tais como, a dependência estrutural, obstáculos organizacionais, dificuldades de colaboração e as políticas de competição selvagem podem impedir as pessoas de serem criativas.

Mas a criatividade é uma necessidade, não uma opção, para a maioria das organizações interessadas em encontrar uma resposta a:

– Tecnologia avançada.

– Um ambiente em mudança.

– Alteração de estruturas organizacionais ou estratégias.

– Superar concorrentes que melhoram seus produtos, processos e serviços.

– Evoluir de acordo com os desejos do cliente.

– Evolução das sociedades cada vez mais influenciadas pelas questões globais e pela diversidade. – Marshall Egan

A criatividade é importante porque permite realização, pelas organizações, do melhor equilíbrio entre adaptabilidade (a capacidade para planear o futuro) e o alinhamento (a capacidade de lidar com presente).

Algumas, senão muitas, são forçadas a concentrar-se sobre o presente e têm fechar muitos dos seus centros de actividade. Isso acontece como resultado do impacto negativo quando esse equilíbrio não é alcançado.

Contudo, é importante realçar a necessidade de avaliar o contexto organizacional em que esse equilíbrio é procurado e possibilitar assim o desenvolvimento da criatividade e do bem-estar individual e organizacional.

Também aqui a sensibilidade tem uma palavra a dizer!

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