Leadership on creativity? What for?

(Texto em Português depois deste)

I do not know and I need help to settle my curiosity!

There are many examples of creative people who are called up individually by the works they produced and that delight our senses!

The result of his work began with the act of turning imaginative and new ideas into reality, required passion and commitment, brought to our awareness what was previously hidden and now points to a new life. That’s creativity.

A leader is a leader because it looks constantly to the future but also looks for people with whom he interact in his team or organization.

Would Chopin, Gaudi or Michelangelo as creative people needed a leader?

Or were they leaders of creative people who contributed to the final result?

Or…

Leadership is the ability to mobilize people towards established goals to produce sustainable change and because it is good for the leader and for those most important to him: employees, customers or consumers / users.

Today is certainly not very different from that over the centuries the role of leader depends on the circumstances under which they were. The story of Florence is a good example!

In times of war where differences of technological development done are felt more strongly, the creative leaders capture what the less creative leaders call of threats and use them as opportunities and challenges.

No! I was not talking only of war with death, casualties, aviation, marine and infantry, also I mean the war business!

Here is where you can read:

Warning: If you are not continually improve the resilience of the three major inhibitor of creativity – the fear of failure, guilt because you think it is selfish and ignorance of what is possible – then you are missing opportunities to strengthen your capacity to win in a world increasingly uncertain.

This warning applies equally to the leader and any member of a team where creativity is an assumed value.

Today, the more common reality in organizations, not considering the supposed lack of creativity, is a hierarchy that intersects with leadership and for that reason any creative activity may be subject to many constraints, including lack of empathy.

There is nothing better than working with interdisciplinary teams when it comes to reinforcing the “gene” empathy.

At such times leadership should be translated as the facilitator of creative environments, not to mention its advisory role in many cases. Creativity needs space but also needs context.

In organizations that leaders must learn to look at all of its employees! Good ideas can come from any employee, even the most unpredictable and it is necessary to create a climate of openness.

Any idea is good till be properly evaluated and considered inappropriate.

It is here that leaders function more as facilitators and catalysts. A leader should motivate team members, clarify difficult issues, and orchestrate the efforts of all.

This means enhancing communication, exploring alternatives to extend the boundaries, keep the whole team, and move the group to strike a balance between the possible (not just provrd) and strategically aligned.

The moments in which leadership can exercise authority, are the moments of nap!🙂

 

A criatividade precisa de um líder?

Não sei e preciso de ajuda para sossegar a minha curiosidade!

Há tantos exemplos de pessoas criativas que são evocadas individualmente pelas obras que produziram e que fazem as delícias dos nossos sentidos!

O resultado do seu trabalho começou com o acto de transformar ideias imaginativas e novas em realidade, exigiu paixão e compromisso, trouxe à nossa consciência o que antes estava oculto e aponta agora para uma nova vida. Isso é criatividade.

Um líder é um líder porque olha constantemente para o futuro mas olha também para as pessoas com quem interage na sua equipa ou organização.

Será que Chopin, Gaudi ou Miguel Ângelo enquanto pessoas criativas precisaram de um líder?

Ou eram eles líderes de pessoas criativas que colaboraram para o resultado final?

Ou…

A liderança é a capacidade de mobilizar pessoas em direcção metas estabelecidas, para produzir uma mudança sustentável e porque isso é bom para o líder e para as pessoas mais importantes para ele: colaboradores, clientes ou consumidores/utilizadores.

Hoje não é certamente muito diferente do que foi ao longo dos séculos dependendo o papel do líder das circunstâncias em que se encontravam. A história de Florença é um bom exemplo!

Em alturas de guerra  onde as diferenças de desenvolvimento tecnológico se fizeram e fazem sentir com mais força, os líderes criativos capturam o que líderes menos criativos chamam de ameaças e usam-nas como oportunidades e desafios.

Não! Não estava a falar só de guerra com mortos e feridos, aviação, marinha e infantaria, também me refiro à guerra dos negócios!

É aqui que se pode ler:

Aviso: Se não está continuamente a melhorar a superação dos três grandes inibidores da criatividade – o medo do fracasso, a culpa por pensar que é egoísta e a ignorar o que é possível – então está a perder oportunidades para fortalecer a sua capacidade de vencer num mundo cada vez mais incerto.

Este aviso, tanto se aplica ao líder, como a qualquer membro de uma equipa onde a criatividade é um valor assumido.

Hoje, a realidade mais comum nas organizações, não considerando a hipotética falta de criatividade, é que existe uma hierarquia que se confunde com liderança e por tal razão qualquer actividade criativa pode estar sujeita a muitos constrangimentos, incluindo a ausência de empatia.

Nada melhor que trabalhar com equipas interdisciplinares quando se trata de reforçar o “gene” empatia.

Nestas alturas a liderança deve ser traduzida como a facilitadora de ambientes criativos, não descurando o seu papel consultivo em muitos casos. A criatividade precisa de espaço mas também precisa de contextualização.

Nas organizações os líderes têm que aprender a olhar para todos os seus colaboradores! As boas ideias podem vir de qualquer colaborador, mesmo do mais imprevisível e para isso é necessário criar um clima de abertura.

Qualquer ideia proposta é boa até ser devidamente avaliada e considerada inadequada.

É aqui que os líderes funcionam mais como facilitadores e catalisadores. Um líder deve motivar os membros da equipa, esclarecer as questões difíceis, e orquestrar os esforços de todos.

Isto significa intensificar a comunicação, explorar alternativas, alargar as fronteiras, manter toda a equipe envolvida, e mover o grupo para um equilíbrio entre o possível (não só o provado) e o alinhado estrategicamente.

Os momentos em que a liderança pode exercer a autoridade, são os momentos da sesta!🙂

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