The tendency to reduce relevance on creativity

(Texto em Português depois deste)

 

Observations!

Two articles reported via Twitter by @ ralph_ohr “Older people are smarter, But this makes …” and “Older workers are more than Innovative …” led my thoughts to the words of Roger Martin when it comes to integrative thinking.

The articles, great pieces for reflection, address the same issue, creativity vs. generations/age on two different lenses!

When I refer to two different lenses, I am referring to the fact that the authors come to different conclusions (apparently) in focusing on a feature image as a whole.

Simplifying my reading: “Older people are smarter but this makes them less creative …” and on the other side “The older workers are more innovative than ….”

It seems a contradiction, but in the end the big conclusion is that they are complementary in what I now call the great truth:

There is no age to be creative! Experience shapes

In one article attempts to demystify the idea that creativity is linked to the younger generations and focus on the numbers to validate the proposal:

The numbers  however, showed that older workers not only had great ideas for making procedures and processes more efficient, but their innovations also produced significantly higher returns for the company than those of workers in younger age groups…

Given these sorts of results, why is the notion that older people are less productive or innovative so entrenched? Part of it is because there are deep stereotypes and cultural narratives at Play.

In another article makes a reference to the innovative technology and states that “Almost all these innovations were built by people in their 20s with a few of the old-timers in their… It’s not that older entrepreneurs can’t start or build innovative companies – of course they can. Older entrepreneurs just work smarter and strategically.

And if they’re really strategic, older founders hire engineers in their 20′s and 30′s who don’t know what they’ve been asked to do is impossible. 

Neither A nor B! I think C is, in my view, the right choice as in the BMW case where the teams combined ages, thus facilitating either creativity or transfer of tacit knowledge. ”

The fundamental reason why I think option C is the right option is because I actually believe that there is no age for being creative provided they leave the comfort zone and face the resolution of problems with courage and boldness.

Gandhi and Mandela are not known as great creative alongside Picasso or Mozart but had to use a lot of creativity to lead armies and never before have they fired a shot and without having confessed at the time.

There are moments in our life where we feel more encouraged to accept challenges and responses for which we have under our primary concern.

Storr distinguished three periods in the “character” of creativity as a function of age:

– The first is one in which the creative is usually not yet fully discovered his “calling” individual.

This period may explain the demand for the impossible?

– The second is where there is a need to communicate what they have to say as widely as possible.

Is this period in which creativity is fostered to entrepreneurship?

– In the third period there is less concern with communication and it seems that is the point at which seeks to link elements and create a new form of unity. Here is not to convince anyone and is permitted to operate in remote areas of experience.

Is this the period in which creativity is guided to the complex things?

“Some of the most profound and healing psychological experiences which individuals encounter take place internally, and are only distantly related, if at all, to interaction with other human beings.” – Anthony Storr

 

Observar saliências em criatividade

A tendência para reduzir relevâncias

Dois artigos noticiados através do twitter por @ralph_ohr, “Older people are smarter, but this makes…” e “Older workers are more innovative than…”, conduziram o meu pensamento para as palavras de Roger Martin quando se fala de pensamento integrativo.

Os artigos, excelentes peças para reflexão, abordam a mesma questão, criatividade vs gerações/idade, sobre duas lentes diferentes!

Quando me refiro a duas lentes diferentes, refiro-me ao facto de os autores chegarem a conclusões diferentes (aparentemente) ao realçarem uma característica como imagem de um todo.

Simplificando a minha leitura: “As pessoas mais velhas são mais “espertas”, mas isso torna-as menos criativas…” e do outro lado “Os trabalhadores mais antigos são mais inovadores do que…”.

Parece uma contradição, mas no fundo a grande conclusão é que um artigo quer o outro se complementam naquilo que eu chamo agora de grande verdade:

Não há idade para se ser criativo! A experiência molda!

Num dos artigos tenta-se desmistificar a ideia de que a criatividade está ligada às gerações mais novas e focam-se os números para validar a proposta:

Os números, porém, mostraram que os trabalhadores mais velhos não só tinha grandes ideias para realizar os procedimentos e processos mais eficientes, mas suas inovações também produziram retornos significativamente maiores para a empresa do que os dos trabalhadores nos grupos etários mais jovens.

Tendo em conta estes tipos de resultados, porque é que a noção, de que os idosos são menos produtivas e inovadoras, está tão arraigada? Parte disso é porque existem estereótipos marcantes e narrativas culturais em jogo.”

No outro artigo faz-se referência á inovação tecnológica e afirma-se que “Quase todas essas inovações foram construídos pelas pessoas em seus 20 anos com alguns dos veteranos em seus anos 30…Não é que empresários mais velhos não possam iniciar ou ampliar empresas inovadoras – Claro que podem. Os empresários mais velhos apenas trabalham mais de forma inteligente e estratégica.

E se eles são realmente estratégicos, os fundadores mais velhos contratam engenheiros com os seus 20 e 30 anos que não sabem que o que eles pediram para fazer é impossível.”

Nem A nem B! Eu acho que C é, no meu ponto de vista, a escolha certa como acontece na BMW onde se combinaram idades nas equipas, facilitando assim quer a criatividade quer a transferência de conhecimento tácito.”

A razão fundamental porque eu penso que a opção C é a opção certa é porque eu de facto acredito que não existe idade para se ser criativo desde que se saia da zona de conforto e se encare a resolução de problemas com coragem e ousadia.

Mandela e Gandhi não são conhecidos como grandes criativos ao lado de Picasso ou Mozart mas tiveram que usar de muita criatividade para chefiar exércitos sem nunca antes terem ter disparado um tiro e sem o terem confessado na altura.

Há momentos da nossa vida em que nos sentimos mais encorajados a aceitar desafios e para os quais temos respostas de acordo com a nossa preocupação fundamental.

Storr distinguiu três períodos no “carácter” da criatividade em função da idade:

– O primeiro é aquele em é que o criativo normalmente ainda não descobriu totalmente a sua “vocação” individual.

Poderá este período explicar a procura do impossível?

– O segundo é aquele em que há necessidade de comunicar o que tem a dizer da forma mais ampla possível.

Será este período em que a criatividade é promovida a empreendedorismo?

– No terceiro período há menos preocupação com a comunicação e parece que é a altura em que se procura ligar elementos e criar uma nova forma de unidade. Aqui já não é preciso convencer ninguém e é permitida a exploração de áreas remotas da experiência.

Será este o período em que a criatividade é guiada para as coisas complexas?

“Algumas das experiências psicológicas mais profundas e de cura que os indivíduos encontram ocorrerão internamente, e são apenas remotamente relacionadas, na sua totalidade, com a interacção com outros seres humanos.” – Anthony Storr

2 Respostas

  1. […] a contradiction among both views? Jose Baldaia has greatly outlined his perspective on this in “The tendency to reduce relevance on creativity“. I support Jose’s conclusion that “there is no age to be creative” and would like to add […]

  2. […] a contradiction among both views? Jose Baldaia has greatly outlined his perspective on this in “The tendency to reduce relevance on creativity“. I support Jose’s conclusion that “there is no age to be creative” and would like to add my […]

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