Creativity and energy of the connections with empathy

(Texto em Português depois deste)

 

Thinking about empathy!

When I think about connectivity and creativity I imagine a complex universe of relations and connections with feature-rich and full of surprises.

Some of the factors seem, at times, more important than others, but the truth is every single one is a fundamental part of the answer:

Connectivity generates creativity?

For Sternberg and Lubart creativity is a confluence of six factors:

-Intellectual capacity

-Knowledge

-Thinking styles

-Personality

-Motivation

-Environmental context.

People who are more creative are more likely have divergent thoughts, exhibit higher levels of cognitive complexity and flexibility, and are better at dealing with unstructured and ambiguous situations.

This could mean that a creative person has some salient features such as tolerance for ambiguity, self-confidence (in the creative activity), independence and autonomy in decision making, persistence and self-discipline, a very peculiar narrative and belief in the activity carried out.

Above all, one could think that underlying it all there is an empathic attitude.

A creative person is or not necessarily empathetic?

Sometimes we hear or read stories about creative people which highlight the insight, the retreat and the alienation from the world.

Today, it makes no sense to think that way. Today, the world is all about connectivity, relationships, even if virtual, where knowledge is a strong exchange currency between individuals and groups which promotes creativity through connections.

The role of creative people is to connect things which, apparently, are not related. In an increasingly connected world through Web 2.0, the amount of loose ends on information, grows every day and opportunities to generate ideas accompany that growth.

The environmental context in which individuals are embedded is, of course ,an important factor to consider when talking about a wealth of ideas, either by their number or by their “quality”, i.e. scope, complexity and effectiveness of solving problems or meeting needs.

It is in this respect, people needs, that the question of another need is raised, that of empathy.

Can it be that, for an idea to be valid, or really of value, it needs to fit in with an existing need, even if hidden? Is it necessary to have an empathic attitude towards people to solve the problems?

I have no doubt that it takes the thorough understanding of the problems to generate ideas susceptible to satisfy the real needs of the consumers/users, but there are hidden needs, therefore not satisfied, which will only be satisfied in the event of a wide connectivity environment in the creative process.

“The Internet is a direct expression of the emerging energy structure of the planet in which the need of the individual can be met within the organic evolution of the whole, and the evolution of the whole served through the free participation of each individual” – Llewellyn Vaughan Lee

Connectivity, is not just the physical attributes and technicians who, where and how we connect with somebody. There is a vacuum that must be filled, focused on the quality of the communications and where empathy must take a prominent place.

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Pensar em empatia!

Quando penso em criatividade e em conectividade, imagino um universo complexo de relações e conexões, cheio de atributos e de surpresas.

Alguns dos factores parecem, em determinados momentos, ser mais importantes que outros, mas a verdade é que cada um deles é parte fundamental da resposta a:

A conectividade gera criatividade?

Para Sternberg e Lubart a criatividade é uma confluência de seis factores:

A capacidade intelectual, conhecimento, estilos de pensamento, personalidade, motivação e contexto ambiental.

As pessoas que são mais criativas, são mais propensas a pensar de forma divergente, exibem níveis mais altos de complexidade cognitiva e flexibilidade, e são melhores em lidar com situações não estruturadas e ambíguas.

Isto poderia significar que uma pessoa criativa possui algumas características mais salientes, como a tolerância para a ambiguidade, auto-confiança (na sua actividade criativa), independência e autonomia na tomada de decisão, persistência e auto-disciplina, uma narrativa muito peculiar e crença na sua actividade.

Acima de tudo, poder-se-ia pensar que subjacente a tudo isto está uma atitude empática.

Uma pessoa criativa é ou não, necessariamente empática?

Por vezes ouvimos ou lemos relatos sobre pessoas criativas onde se destaca a introspecção, o retiro e o alheamento do mundo.

Hoje não faz sentido pensar dessa maneira. Hoje o mundo é de conectividade, de relações, mesmo que virtuais, onde o conhecimento é uma moeda forte nas trocas entre os indivíduos e grupos que promove a criatividade através de conexões.

O papel das pessoas criativas é ligar as coisas que aparentemente não se relacionam. Com um mundo cada vez mais ligado através da Web 2.0 a quantidade de pontas soltas na informação, aumenta todos os dias, e as oportunidades de geração de ideias acompanham esse crescimento.

O contexto ambiental onde as pessoas se inserem, é naturalmente um factor que importa considerar, quando falamos de riqueza de ideias, quer pela sua quantidade quer pela sua “qualidade”, isto é abrangência, complexidade e eficácia de resolução de problemas ou satisfação de necessidades.

É relativamente a este aspecto, necessidades de pessoas, que se levanta a questão de uma outra necessidade, a da empatia.

Será que, para que uma ideia seja válida, ou realmente com valor, ela precisa de se encaixar numa necessidade existente, mesmo que oculta? Será que para isso é necessário ter uma atitude empática com as pessoas para solucionar os problemas?

Não tenho dúvida que só a compreensão profundo dos problemas permite que haja geração de ideias capazes de satisfazer reais necessidades dos consumidores/utilizadores, mas há necessidades ocultas, portanto não satisfeitas, que só serão satisfeitas de existir um ambiente de conectividade amplo no processo criativo.

“A Internet é uma expressão directa da estrutura energética emergente do planeta em que as necessidades do indivíduo podem ser satisfeitas dentro da evolução orgânica do todo, e a evolução do todo, servida através da livre participação de cada indivíduo.” – Llewellyn Vaughan Lee

 

A conectividade, não são apenas os atributos físicos e técnicos de quem, onde e como, se conecta com alguém. Existe um vácuo que deve ser preenchido com foco na qualidade das comunicações e onde a empatia deve ocupar lugar de destaque.

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