Ideas and trust to experimentation

(Texto em Português depois deste)

Shared responsibility

In the last article of this blog, I focused the need to establish a climate of creativity, and when organizations want and are able to create this atmosphere they are also developing environments of trust and acceptance of risk.

Trust and risk are closely linked with fear.

The less risk we take, the less chance we have to fail, and therefore less afraid to invest in an idea. But an idea with little or no risk is synonymous of copying or lack of originality, because the notion of risk is linked to the unknown, to discover and to originality.

On the other hand when there is a climate of trust, sense of responsibility is fused with a sense of recognition and reward. This responsibility creates attitudes that prevent goals not aligned with business goals.

Whatever the origin of new ideas that emerge in an organization, its fate is to be transformed into innovation, both regarding the products, services or processes.

For that to happen, the promoters of these ideas should feel comfortable with the level of trust, under penalty of not producing enough energy to walk. The course requires passion and belief in own abilities and in the organization.

Who walks unmotivated or with reservations about the success is the executioner of himself. It is the author or promoter of an idea that is often responsible for his untimely death, when leaves the idea early without demonstrating the potential that intuitively believed that the idea had.

Trust starts with ourselves and naturally extends to our project partners and to the organization. Trust moves in all directions and allows us to experiment without fear.

One of the most entertaining and fruitful steps of development of ideas is experimentation. The trial allows us to test if our concept or our imagination fits with the desired reality.

With experimentation the details or components of our idea are displayed and all connections are checked, reduced or enlarged to achieve our objective.

The experimentation provokes curiosity and promotes the “what if”. This provoked attitude of curiosity produces energy and promotes the debate.

This debate is fundamental and requires diversity of teams, i.e. interdisciplinary teams. When all the people, or most, around an idea have knowledge and practices in the same subjects, the results are convergent. The divergence is crucial to creativity.

People who live a climate of creativity are in constant conflict of ideas which provides new opportunities and widening the scope of knowledge.

Do you want to be creative?

A – Forget the opinions of others and affirm your own. Discuss it.

B – Provide an environment conducive to trust to make the game possible.

C – Forget your internal censorship.

D – Produce in quantity.

E – Build prototypes and think through all the senses.

F – Accept the rules. The rules are constraints that leverage creativity.

G – Perform the roles of all involved in the idea.

H – Do not forget the Divergence/Convergence.

Be happy!

As ideias e a confiança para experimentar

Responsabilidade partilhada

No último artigo deste blogue, eu foquei a necessidade de se estabelecer um clima de criatividade, e quando as organizações querem e conseguem criar esse clima estão também a desenvolver ambientes de confiança e de aceitação de risco.

Quer a confiança quer o risco estão intimamente ligados com o medo.

Quanto menos risco, menos hipóteses de falhar, e portanto menos medo em investir numa ideia. Mas, uma ideia com pouco ou nenhum risco, é sinónimo de cópia ou de falta de originalidade, pois a noção de risco está ligada ao desconhecido, à descoberta à originalidade.

Por outro lado quando existe um clima de confiança, o sentimento de responsabilidade está fundido com o sentimento de reconhecimento e recompensa. Esta responsabilidade cria balizas que evitam atitudes não alinhadas com os objectivos da empresa.

Seja qual for a origem das novas ideias que surgem numa organização, o seu destino é transformarem-se em inovação, seja ela referente a produtos serviços ou processos.

Para que isso aconteça os promotores das ideias devem sentir-se confortáveis com o nível de confiança existente, sob pena de não produzirem energia suficiente para a caminhada. O percurso exige paixão e o acreditar nas capacidades próprias e da organização.

Quem parte desmotivado ou com reservas em relação ao sucesso é carrasco de si próprio. È o autor ou promotor de uma ideia que muitas vezes é o responsável pela sua morte prematura, quando a abandona precocemente sem demonstrar o potencial que intuitivamente acreditou que a ideia tinha.

A confiança começa em nós próprios e estende-se naturalmente aos nossos parceiros de projecto e á organização. A confiança move-se em todos os sentidos e permite-nos experimentar sem medo.

Uma das etapas mais divertidas e frutíferas do desenvolvimento de ideias é a experimentação. A experimentação permite-nos testar se o nosso conceito, a nossa imaginação se encaixa com a realidade desejada.

Todos os pormenores ou componentes da nossa ideia, são visualizados e todas as conexões são verificadas, reduzidas ou ampliadas até atingirmos o nosso objectivo.

A experimentação provoca curiosidade e promove o “e se?”. Esta atitude de curiosidade provocada produz energia e promove o debate.

Debate que é fundamental e que necessita de equipas diversificadas, isto é, interdisciplinares. Quando as pessoas á volta de uma ideia têm todos, ou a sua maioria, conhecimentos e práticas nas mesmas disciplinas, os resultados são convergentes. A divergência é fundamental para a criatividade.

As pessoas que vivem um clima de criatividade estão em constante conflito de ideias o que proporciona novas oportunidades e alarga o âmbito de conhecimento.

Quer ser criativo?

A – Esqueça as opiniões dos outros e afirme a sua. Debata-a.

B – Proporcione um ambiente de confiança propício para que haja um jogo.

C – Não ligue à sua censura interna.

D – Produza em quantidade.

E – Construa protótipos e pense com todos os sentidos.

F – Aceite as regras. As regras são constrangimentos que alavancam criatividade.

G – Desempenhe os papeis de todos os que intervêm na ideia.

H – Não se esqueça! Divergência / Convergência.

Seja feliz!

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