Being creative is to preserve the rainbow and curiosity

(Texto em Português depois deste)

 

Curiosity is a double edged sword

 

Although curiosity is an innate capability of many living beings it cannot be considered an instinct.

Instinct is the inherent disposition of a living being addressed to a particular behavior.

Curiosity is an innate basic emotion that can be expressed in many ways, and so it is elastic, while the instinct is always expressed in a fixed way.

Although curiosity is common in humans and, at any age, it is also observed in many other living things. In humans, this is an exploratory activity that tends to be shared with others, giving rise to the interest often painted pink.

In this case this is not to be curious because there is an eagerness to absorb information and turn it into knowledge, but rather to nurture a topic of conversation on the life of others, disregarding what should be the privacy.

This overwhelming need to find answers to questions or solutions to problems is often the main lever of scientific activity or innovation.

The path of “why” to “Eureka”, not necessarily serendipity, is the path that runs through those looking for answers or solutions to problems. The wonderful world unknown is what makes humans want to know more and more to dominate (temporarily) a “matter.”

“Creative geniuses perceive essences, functions, and patterns that enable them to make abstract connections and conceptualize original ideas. We have been educated not to do this. Over time, we have cultivated the habit of putting the major emphasis on separating subjects into particulars and focusing on the particulars.

A rainbow seems to be an object made up of colored arcs. If you assumed that the rainbow was an object and walked toward it, it would not be found. Instead, you would find raindrops falling and sunlight. If you studied the raindrops and sunlight as separate events, you’d never understand the rainbow. However, if you study the interrelationship between light and raindrops, you will discover the essence of the rainbow, which is the blending of falling rain and light refracting off the rain. It’s a process, not an object. – Michael Michalko

The curiosity that drives demand, when combined with the abstraction, ability to think abstractly, can lead to fantasy and imagination, sometimes prodigious. While fantasy and imagination has led to the notion of reason, it is easy to check the notable amount of deviations we encounter in day-to-day.

Some people have a sense of curiosity to know what’s after that port or landing, but seek self-knowledge, abstract and conscious moments of communication and not futile.

The knowledge is knowledge only if applicable and useful, otherwise it is redundant information.

If we go back with the help of memory, or if we are good observers today, we found that for children, learning to communicate is a very significant step towards independence and self-sufficiency.

Children have a natural style of research and learning and an equally natural desire to communicate their findings. To communicate their ideas, children are able to demonstrate their curiosity and express your creativity.

Science and technology aspects of knowledge and the understanding of the world, are the challenges they will encounter tomorrow and it is with these skills that they will embrace the challenges.

All that is necessary is to help children build efficient communication processes, so that the curiosity and creativity are not lost through the halls of idleness and apathy

 

Ser criativo é preservar o arco-íris e a curiosidade

A curiosidade é uma espada de dois gumes

 

Embora a curiosidade seja uma capacidade inata de muitos seres vivos, não pode ser considerado um instinto.

O instinto é a disposição inerente de um ser vivo dirigida a um comportamento particular.

A curiosidade é uma base inata de emoções que pode ser expressa de muitas formas, e por isso é elásticas, enquanto o instinto é sempre expresso de uma forma fixa.

Embora a curiosidade seja comum nos seres humanos e, em qualquer idade, ela é observável também em muitos outros seres vivos. Nos seres humanos, trata-se de uma actividade exploratória que tende a ser partilhada com outras pessoas, dando origem muitas vezes ao interesse pintado de cor de rosa.

Não se trata neste caso de ser curioso porque existe uma vontade enorme de absorver informação e transformá-la em conhecimento, mas sim, de alimentar um tema de conversa sobre a vida de terceiros, desrespeitando o que deveria ser a privacidade.

Essa necessidade enorme de encontrar respostas para dúvidas ou problemas é, muitas vezes a alavanca principal da actividade científica ou na inovação.

O caminho do “porquê” ao “Eureka”, não necessariamente uma serendipidade, é o trajecto que percorre quem procura respostas ou soluções para problemas. O admirável mundo desconhecido é o que faz o ser humano querer saber mais e mais até dominar (temporariamente) uma “matéria”.

“Os génios criativos percebem essências, funções e padrões que lhes permitem fazer ligações abstractas e conceituar ideias originais. Nós fomos educados para não fazer isso. Ao longo do tempo, temos cultivado o hábito de colocar a ênfase maior em separar os indivíduos em dados e focar os detalhes.

Um arco-íris parece ser um objecto composto de arcos coloridos. Se você considerasse que o arco-íris era um objecto e caminhasse na sua direcção, ele não seria encontrado. Em vez disso, iria encontrar gotas de chuva a cairo e luz solar. Se estudou as gotas de chuva e luz solar como eventos separados, você nunca iria entender o arco-íris. No entanto, se você estudar a inter-relação entre a luz e chuva, você vai descobrir a essência do arco-íris, que é a mistura de chuva e refracção da luz pela chuva. É um processo, não um objecto. – Michael Michalko

A curiosidade que motiva a procura, quando é combinada com a abstracção, capacidade de pensar de forma abstracta, pode levar à fantasia e imaginação, por vezes prodigiosas. Embora a fantasia e a imaginação tenha conduzido à noção da razão, é fácil verificar a quantidade assinalável de desvios que encontramos no dia-a-dia.

Algumas pessoas têm o sentimento de curiosidade para saber o que está depois daquela porta ou patamar, mas procuram o auto-conhecimento, abstracto e consciente e não momentos de comunicação fútil.

O conhecimento só é conhecimento, se for aplicável e útil, caso contrário é informação redundante.

Se voltarmos atrás com a ajuda da memória, ou se formos bons observadores nos dias de hoje, verificamos que para as crianças, aprender a comunicar entre si é um passo muito significativo no sentido de independência e auto-suficiência.

As crianças têm um estilo natural de investigação e da aprendizagem e um desejo igualmente natural para comunicar as suas descobertas. Ao comunicar as suas ideias, as crianças são capazes de demonstrar a sua curiosidade e expressar sua criatividade.

A ciência e a tecnologia aspectos do conhecimento e a compreensão do mundo, são os desafios que encontrarão amanhã e é com essas competências que elas irão abraçar os desafios.

Tudo o que é necessário é ajudar as crianças a construir processos de comunicação eficazes, para que, a curiosidade e a criatividade não se percam pelos corredores do ócio e apatia.

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