Creativity and the ridicule!

(Texto em Português depois deste)

Why me?

Roisin Markham made a comment in one of my recent articles that I wrote Creative profile embedded in a context!, where she considered that it would be helpful if I develop each of the points there raised to allow a better connection with what I think.

Is a great reason that I add to my desire to find justification tips that often are individual and contextualized and which cannot be seen as transversal to all work environments.

The question that I raised and I put again was the following:

“What does it take for people to be able to participate in business life in a creative way?

One of the points raised in our conversation was the confidence that each of us has in himself to win and courage to express and to share in our idea. There are many reasons why we are afraid to talk about the ideas that come up, but I seem to predominate:

The fear of being ridiculed. To read authors of the fifth century BC and find when reading one click to solve a problem can be seen as “outdated”. However when we are able to find analogies in the history of ideas that trigger our future intrinsic motivation is strengthened.”

When we solve a problem or when we try to resolve it, we often evoque how our ideas emerged or the environment where these ideas were born.

The analogies we do or the sources of information to which we appeal are often considered not appropriate and after prolonged and repetitive exposure, this kind of comments leaves us inhibited, willingly, to submit proposals for resolving problems.

Even when we participate in a brainstorming session and even though they are guaranteed all technical conditions and “all” the ice broken, our participation is low when compared with what we think we are able.

In fact, the fear is immersed and our share of participation summarizes the visible part of the iceberg.

There is an academic “costume” that I remember often and that is translated by the need to justify our statements referring to authors who can sustain so as to ensure that the knowledge that we evoke isn’t our creation, but derives from “proven” knowledge of third parties.

This trap that we were accustomed blocks creativity and retain us in the innovators dilemma.

Creativity is to search impossible and show that it is possible! This means that when my ideas are rejected because what I want is seen as unthinkable I have to find the path to a particular context, that is, show that this is possible.

When I find this path, fears disappear and my creative capacity reborn i.e. emerges. The ice melts completely.

Our bias, while the ice, that exists within us, does not melt (the fear of being ridiculed)  prevent us from presenting ideas when we’re in a group, is seeking to resolve problems by having recourse to isolation.

This isolation, which apparently works well with some people, and that lasts until we find a solution, carries various dangers, particularly a precarious comprehensiveness of creation and an insufficient knowledge of some subjects that the idea can imply.

 

Ridicule is defined as the act of making someone laugh object of whom has a feeling overdone of his personal value.

We can be targets of ridicule made by third parties, which was the approach made so far or we can ridicule ourselves as a way to create an environment facilitator.

In the first case arises naturally our inhibition. In the second case is very likely that creativity increase even comparing with environments where does not exist ridicule.

Is a good time to remind the stories and songs of derision and cursing so common in the middle ages!

 Add or contradict! You are welcome!

 

Criatividade e a ridicularização

Porquê eu?

Roisin Markham fez um comentário num dos últimos artigos que escrevi Perfil criativo integrado num contexto!, onde considerava que, seria útil eu desenvolver cada um dos pontos aí focados para permitir uma melhor conexão com aquilo que eu penso.

É uma óptima razão que eu acrescento à minha vontade de encontrar pontas de justificação que frequentemente são individuais e contextualizadas e que não podem ser vistas como transversais a todos os ambientes de trabalho.

A questão que eu levantei e volto a colocar era a seguinte:

O que é preciso para que as pessoas sejam capazes de participar na vida da empresa de forma criativa?

Um dos pontos abordados na nossa conversa foi a confiança que cada um de nós tem em si próprio para ganhar coragem e expressar, partilhando, a sua ideia. Existem muitas razões porque tememos falar sobre as ideias que nos surgem, mas parecem-me predominantes algumas:

O receio de ser ridicularizado. Ler autores do século V A.C. e encontrar nessa leitura um clique para resolver um problema pode ser encarado como “fora de moda”. No entanto quando somos capazes de descobrir analogias na história que despoletam ideias de futuro a nossa motivação intrínseca sai reforçada.”

Quando resolvemos um problema ou quando o procuramos resolver evocamos muitas vezes a forma como surgiram as nossas ideias ou o meio ambiente onde essas ideias nascerem.

As analogias que fazemos ou as fontes de informação a que recorremos são muitas vezes consideradas não adequadas, o que após uma exposição prolongada e repetitiva, a este tipo de comentários, nos deixa inibidos, por vontade própria, de apresentar propostas de resolução de problemas.

Mesmo quando participamos numa sessão de brainstorming e apesar de estarem garantidas todas as condições técnicas e de “todo” o gelo quebrado, a nossa participação é fraca quando a comparamos com aquilo que achamos que somos capazes.

De facto, o medo está imerso e a nossa quota-parte de participação resume-se à parte visível do iceberg.

Existe um “costume” académico que eu recordo com frequência e que se traduz em justificar as nossas afirmações referindo autores que as possam sustentar de forma a garantir que, o conhecimento que evocamos não é nossa criação, mas deriva sim do conhecimento “provado” de terceiros.

Esta armadilha a que fomos habituados bloqueia a criatividade e retêm-nos do dilema do inovador.

A criatividade é procurar o impossível e mostrar que é possível! Quer isto dizer que, quando as minhas ideias são rejeitadas porque aquilo que procuro é visto como impensável eu tenho que encontrar o caminho, para num determinado contexto, isto é, mostrar que isso é possível.

Quando eu encontro esse caminho, os medos desaparecem e a minha capacidade criativa renasce, isto é emerge. O gelo derrete-se completamente.

A nossa tendência, enquanto não se derrete o gelo (o medo de ser ridicularizado) que existe dentro de nós e que nos impede de apresentar ideias quando estamos em grupo, é procurar resolver os problemas recorrendo ao isolamento.

Este isolamento, que aparentemente funciona bem com algumas pessoas, e que dura até encontrarmos uma solução, transporta vários perigos, nomeadamente uma precária abrangência da criação e um insuficiente conhecimento de algumas disciplinas que a ideia pode implicar.

Ridicularizar é definido como o acto de fazer alguém o objecto de riso de quem tem um sentimento exagerado do seu valor pessoal.

Nós podemos ser alvos da ridicularização feita por terceiros, que foi a abordagem feita até agora ou nós podemos ridicularizar-nos a nós próprios como forma de criar um ambiente facilitador.

No primeiro caso surge naturalmente a nossa inibição. No segundo caso é muito provável que a criatividade aumente mesmo comparando com ambientes onde a ridicularização não existe.

É uma boa altura para recordar as cantigas de escárnio e maldizer tão comuns na Idade Média!

Acrescente ou contrarie que é bem-vindo!

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