Creativity in business! Is it a sacrifice?

(Texto em Português depois deste)

 

Where is beauty?

“The more perfect the artist, the more completely separate in him will be the man who suffers and the mind which creates; the more perfectly will the mind digest and transmute the passions which are its material” – T. S. Elliot

Creativity and art are two notions that originate often conflicts both for the creator and to the viewer whether it be a passive person or active of the shared as well.

Creativity is often faced with two questions:

Should I sacrifice creativity in favor of business?

I have to sacrifice sales in favor of my creativity?

When we created it is necessary that we are familiar with the walk towards the unknown and not lose in the uncertainty of the future or succumb to fear, when faced with the sacrifice of creation.

“In the creative act, the artist goes from intention to realization through a chain of totally subjective reactions. His struggle toward the realization is a series of efforts, pains, satisfaction, refusals, decisions, which also cannot and must not be fully self-conscious, at least on the esthetic plane.” – Marcel Duchamp

The sacrifices in creativity are often placed both designers of Web pages as the painters of illustrious people portraits or the creators of toothbrushes.

But to what extent there is a sacrifice in the creative act? To what extent a creative person in a company is sacrificed?

The creator gives its mark to the “taste” of the spectator, consumer or user, but it is important to know the weight of that mark in the final product.

It matters whether the creative act in its process of mutation of the intention to realization, destroys the intentions to meet consumer needs or desires.

To what extent is a creative act, satisfaction of needs of the user or consumer?

A creative act is not executed by the creator alone. The recipient of mental creation participates in the construction carried out by the creator, because he represents the outside world that is necessary to decipher.

It seems to be a fact that there are the aesthetic qualities of consumer products, important factors in the formation of behavior and consumer preferences.

Consumers or users of products are consumers of beauty and creativity and these two attributes, sometimes go hand in hand other backs, even though the two represented positive charges when there is a decision.

Beauty can be seen as part of creativity, although many opinions relate as fundamental factors of creativity the novelty and usability.

With elegance and attractiveness beauty is also an important factor in creativity.

There are however argue that beauty and creativity cannot coexist because beauty is part of a domain of familiarity that opposes originality.

Is this dilemma, the ultimate sacrifice, which defends creativity as leverage critical to the success of organizations?

To what extent the intent and the values of a creator should be sacrificed in favor of something familiarly beautiful?

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Criatividade em negócios é um sacrifício?

Onde pára a beleza?

“Quanto mais perfeito do artista, quanto mais completamente separado dele será o homem que sofre e a mente que cria; quanto mais perfeitamente a mente digerirá e transmutará as paixões que são os seus materiais. ” T. S. Elliot

A criatividade e arte são duas noções que originam muitas vezes conflitos quer para o criador quer para o espectador seja ele um sujeito passivo ou activo do bem partilhado.

A criatividade é muitas vezes confrontada com duas questões:

Devo sacrificar a criatividade a favor dos negócios?

Devo sacrificar as vendas a favor da minha criatividade?

Quando criamos é necessário que estejamos familiarizados com a caminhada rumo ao desconhecido e não nos percamos na incerteza do futuro ou cedamos ao medo, quando confrontados com o sacrifício da criação.

“No acto criativo, o artista vai da intenção à realização através de uma cadeia de reacções subjectivas. A sua luta em direcção à realização traduz-se numa série de esforços, dores, satisfação, recusas, decisões, que também não podem e não devem ser totalmente auto-conscientes, pelo menos no plano estético.” Marcel Duchamp

Os sacrifícios em criatividade são muitas vezes colocados tanto a desenhadores de páginas Web como a pintores de retratos de gente ilustre ou a criadores de escovas de dentes.

Mas até que ponto existe um sacrifício no acto criativo? Até que ponto uma pessoa criativa numa empresa se sacrifica?

O criador dá o seu cunho pessoal ao “gosto” do espectador, consumidor ou utilizador, mas importa saber qual o peso dessa marca no produto final.

Importa saber até que ponto o acto criativo no seu processo de mutação da intenção á realização, destrói as intenções para satisfazer as necessidades ou desejos do consumidor.

Até que ponto é um acto criativo, a satisfação das necessidades do utilizador ou consumidor?

Um acto criativo não é executado pelo criador sozinho. O destinatário da criação participa na construção mental realizado pelo criador, porque ele representa o mundo exterior que é necessário decifrar.

Parece ser um facto que, são cada vez mais as qualidades estéticas de produtos de consumo, os factores importantes na formação de comportamento e preferências dos consumidores.

Os consumidores ou utilizadores de produtos são consumidores de beleza e de criatividade e estes dois atributos, umas vezes andam de mãos dadas outras de costas viradas, apesar de os dois representaram cargas positivas quando há lugar a uma decisão.

A beleza pode ser encarada como parte da criatividade, apesar de muitas opiniões referirem como factores fundamentais da criatividade a novidade e a usabilidade. A par da elegância e da atractividade a beleza constitui também um factor importante na criatividade.

Há no entanto quem defenda que beleza e criatividade não podem coexistir porque a beleza enquadra-se num domínio de familiaridade que se opõe à originalidade.

Será este dilema, o sacrifício supremo de quem defende a criatividade como alavanca fundamental para o sucesso das organizações?

Até que ponto as intenções e os valores de um criador devem ser sacrificados em favor de algo familiarmente belo?

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